O Homem e seus Instintos
O respeito mútuo entre homem e mulher no matrimônio garante que ambos exerçam seus direitos com plenitude, fortalecendo a união com justiça e consideração.
Quando homem e mulher se apoiam com lealdade, tornam-se invencíveis diante das adversidades do mundo exterior.
A dignidade do lar é construída no alinhamento de propósitos entre homem e mulher, onde o direito de cada um é assegurado pelo amor e pela reciprocidade.
Quando o homem e a mulher caminham juntos sob o mesmo compromisso ético, formam uma fortaleza espiritual e moral capaz de proteger seu lar.
A força da união conjugal reside na igualdade de valores e na cumplicidade entre homem e mulher, garantindo a proteção e a dignidade de ambos dentro do lar.
A plenitude do casamento é alcançada quando homem e mulher compartilham os mesmos direitos, alinhados no respeito, na lealdade e no cuidado mútuo.
Homem e mulher, unidos pela boa conduta e pela fé, constituem uma aliança forte, capaz de edificar gerações conscientes e honradas.
O valor do casamento está na igualdade de respeito e consideração entre homem e mulher, onde ambos protegem a honra e a dignidade um do outro.
Ter um caráter forte e boas atitudes é a maior herança que um homem e uma mulher podem construir juntos para inspirar a comunidade.
Quando homem e mulher somam suas forças em torno de valores nobres, criam um ambiente imune ao egocentrismo e focado no bem comum.
"O valor de um homem não se mede pelo dinheiro que ele tem no bolso hoje, mas pela integridade e pela honra com que ele ganha cada centavo."
"Quem zomba de um homem ou mulher de Deus por causa da sua fé desconhece o peso de um caráter íntegro e a justiça que vem do alto."
Um Homem se torna bem visto através de seu caráter. ha coisas pequenas como honestidade, sinceridade e humildade q são essenciais para a formação do seu caráter.
" Reza a lenda que o homem mais
rico do mundo morreu afogado em um mar de dinheiro com notas de 100 reais e uma moeda de 5 centavos na cueca. "
Há quem exija que o homem desconstrua sua masculinidade, mas conserve intactos os deveres masculinos que lhe são convenientes. A emancipação, nesse caso, termina onde começa a conta do restaurante.
O homem que não participa da criação dos filhos é um pai ausente. Quando participa, é controlador. Se reivindica convivência, é possessivo. Se exige participar das decisões, é abusivo. Se desiste, confirma o abandono. A paternidade moderna é uma instituição curiosa: o pai deve estar presente para pagar, ausente para decidir e disponível para ser culpado. E se reclamar, aplica-se a perspectiva de gênero.
O homem que teme escolher julga guardar consigo todas as possibilidades. Não vê que, ao esquivar-se de perder uma só, perde a própria vida na espera. Chama liberdade à sua indecisão, porque ainda não compreendeu que escolher é consentir em não ser tudo o que poderíamos ter sido.
O homem pode escapar das antigas autoridades sem conquistar a liberdade interior. Basta que o medo de decidir seja suficientemente grande para que procure uma nova forma de obediência. Então, aquilo que o protege da angústia passa a ser confundido com aquilo que o liberta. E quanto mais confortável se torna a submissão, menos ele reconhece a necessidade de abandoná-la.
