O Fantasma da Ex
O amor, um fantasma que assombra a memória,
Um eco distante, que se dissolve no silêncio,
Deixando apenas o cheiro de um perfume perdido,
E a amargura de um beijo que jamais se repetirá.
Eu me apaixonei, pelo o que você se passou ser, e hoje amo um fantasma, alguém que nunca existiu. Querendo te entender, te buscando, eu me perdi, e aos poucos eu fui morrendo. E hoje, eu também sou, uma estranha, para você, para mim.
Aqui nesse corpo jas, uma alma ferida, partida em muitos pedaços, vegetando, esperando pelo abraço dela, que é o último, aquela que depois que vem, o corpo pode descansar. E essa alma, deseja esse abraço gélido, e pousar nesse colo, porque já cansou de sofrer.
...
Quando nossas convicções como líder são violadas. O nosso caráter é atingido pelo fantasma da deturpação.
José Guaracir
Título: O Fantasma.
ilusório e presente, falso e consciente
estou e não estou, uma presença desconhecida
vivido em poesias, mas carente de epifanias
transparente e aparente
estou e não estou, no presente?
no passado? ou no futuro?
um verso, uma rima
um novo mundo
um vislumbre do desconhecido
me queres?
saibas que sumirei
mas estou aqui
então me esperes!
Precisou de mim?
estou nas sombras
suplique meu nome
eu vou agir!
cuidarei de suas feridas
tratarei com cuidado,
como uma flor
em um vaso
a beleza
não fica
em retratos
mas em fragmentos
do meu tato.
"O fantasma, na visão lacaniana, é o eco do desejo que nunca foi saciado, um laço entre o corpo pulsional e a falta no Outro."
Não é um fantasma em meio a tempestade, é Jesus. Esse som não é de um trovão, é a voz de Deus. Não é um vento forte que veio te derrubar, é a presença de Deus para te levantar.
Como um fantasma
Verso 1:
No meio da multidão
Eu me sinto um fantasma
Meus sentimentos são ignorados
E ninguém me dá uma chance
Passo despercebido, sem ser notado
Como se não existisse, sou rejeitado
Ninguém parece se importar
Com o que tenho a dizer, com o que quero compartilhar
Refrão:
Sou como um fantasma, invisível aos olhos
Ignorado, deixado de lado
Ninguém para e me escuta
Sigo em frente, como uma alma perdida
Verso 2:
É como se eu estivesse gritando em silêncio
E ninguém ouvisse minha voz
Meus pensamentos são silenciados
E assim eu sigo, sem direção, sem apoio
Sinto-me só, mesmo rodeado de pessoas
Que passam por mim como se eu não estivesse lá
Ninguém se importa com o meu coração
E isso me traz uma profunda solidão
Refrão:
Sou como um fantasma, ignorado e esquecido
Cercado por uma multidão vazia
Ninguém olha nos meus olhos
Sigo em frente, como um espectro perdido
Verso 3:
Às vezes me pergunto se alguém se importaria
Se eu sumisse, desaparecesse sem deixar rastros
Se alguém sentiria a minha falta
Ou se seria apenas mais um rosto ausente
Sinto-me como um fantasma, flutuando na multidão
Ninguém se importa com o que está dentro de mim
É como se eu fosse uma sombra a passar
Sem nunca ser notado, sem jamais ser chamado
Refrão:
Sou como um fantasma, isolado e esquecido
Ninguém percebe a minha alma silenciosa
Sigo em frente, deixando apenas vestígios
De um ser que luta para ser reconhecido
Verso 4:
Mas ainda assim, continuo a esperar
Que alguém finalmente me estenda a mão
Que alguém se detenha e me enxergue
E me devolva a sensação de pertencer a este chão
Pois mesmo sentindo-me como um fantasma
Acredito que tenho valor e importância
Eu tenho sonhos e desejo ser ouvido
Não quero mais ser invisível, quero ser acolhido
Refrão:
Não sou apenas um fantasma, perdido e solitário
Sou um ser humano em busca de conexão
Espero que alguém pare e me escute
E me tire deste sentimento de rejeição
Ponte:
Então, mesmo em meio à indiferença
Eu escolho acreditar na minha própria existência
Ninguém pode apagar a minha luz interior
E eu continuarei a buscar minha própria voz
Refrão:
Não sou um fantasma, sou real e pulsante
Agora é hora de ser reconhecido, de pertencer
Espero que alguém veja a minha essência
E me salve desse constante sentimento de estar só
O trem
(Verso 1)
Num trilho sombrio, onde a noite persiste,
Um trem fantasma, onde o tempo desiste.
Carruagens de névoa, deslizando no ar,
Desejos tecendo o destino, num silencioso mar.
(Refrão)
No trem misterioso, onde o passado é presente,
Passageiros espectrais, rostos indiferentes.
Desejos dançam, tornam-se realidade,
Eu sou o único vivo, na eternidade.
(Verso 2)
Sombras dançam nos corredores sem fim,
Almas perdidas, buscando um destino enfim.
O condutor invisível guia a jornada,
Onde o desconhecido se torna uma estrada.
(Pré-Refrão)
No eco do apito, o tempo se congela,
Nesse trem de mistérios, a verdade se revela.
Olhares vazios, segredos entre suspiros,
Cada estação, um portal para devaneios.
(Refrão)
No trem misterioso, onde o passado é presente,
Passageiros espectrais, rostos indiferentes.
Desejos dançam, tornam-se realidade,
Eu sou o único vivo, na eternidade.
(Ponte)
A neblina se adensa, encobrindo a visão,
O trem se perde, na última estação.
Na penumbra, um sussurro, uma metamorfose,
Eu me vejo refletido, numa sombra que se propaga.
(Verso 3)
No vagão final, a névoa se entrelaça,
O tempo desvanece, a realidade embaraça.
Eu, outrora vivo, agora parte do espectral,
Numa jornada sem fim, onde tudo é celestial.
(Pré-Refrão)
No eco do apito, o tempo se congela,
Nesse trem de mistérios, a verdade se revela.
Olhares vazios, segredos entre suspiros,
Cada estação, um portal para devaneios.
(Refrão)
No trem misterioso, onde o passado é presente,
Passageiros espectrais, rostos indiferentes.
Desejos dançam, tornam-se realidade,
Eu sou o único vivo, na eternidade.
(Outro)
Na névoa dissipada, eu me reconheço,
Um passageiro etéreo, num destino confesso.
No trem misterioso, onde o tempo se desfaz,
Eu me torno sombra, na dança que nunca jaz.
aqui no fundo do mar, em sombria água
busquei redenção como náufrago fantasma
para sempre vivendo nos versos esquecidos
na escuridão do fundo do mar em um livro
Riz de Ferelas
Livro de poesia Novos Ventos
Fantasma do amor
Fácil é fazer corações se perderem
Difícil é encontrar motivos para não sofrerem
Sou abrigo, a paz a fluir
Onde sonhos se encontram e podem ressurgir
conforto onde muitos se aquecem
o calor que abraça
fogo que nunca se apaga
Figurante a brilhar
Modéstia disfarçada, sabendo meu valor no ar
Você é o sol, o centro a reluzir
Desejo que brilhe que venha a surgir
Posso ser um caminho, luz em sua jornada
abrindo espaço para a vida sonhada
Mas nem sempre o amor é um mar profundo
no primeiro erro me afasto desse mundo
Como um sussurro no vento
serei sempre parte do seu mais intenso momento
Apenas um fantasma que passa a vagar
ecoando na sua mente, deixo imaginar
Perdeu-me e nunca vai me encontrar
Fazia sentir-se único na multidão
Vi sua essência e perfeição
Agora restou um eco, um vazio profundo
tentando preencher com coisas do mundo
Mas saiba que nada preencherá essa dor
Você busca o que é vazio, e não o amor
E eu sigo aqui, sombra de quem fui
o amor que deixou escapar
Um lembrete do amor que nunca mais construiu
NOITE SEM NOME
Beijei o asfalto
com lábios de cachaça,
Fumaça,
no Cais...
um abraço fantasma,
Ecoava,
Recife chorava
comigo,
Madrugada.
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