O Copo Nao esta meio Cheio
Eu conheço uma estrada
Que um dia
Ela foi aberta
Perto de lugar nenhum
Lá no meio do nada
Com o tempo vieram ruas
Chegaram pessoas
Criaram boas e más verdades
Plantaram absurdos...calamidades
Era vida que seguia
A cada dia mais gritante
Galáctica, estratosférica
e emudecida
Nada que lembrasse como era antes
Enquanto isso
Nos limites da cidade
O mato crescia ...crescia
Até hoje continua
Desde que Deus criou o mato
Ele cresce e cresceu de fato
E todo dia um pouco mais
e mais e mais e continua
E mesmo assim
Ele nunca, nem sequer
Jamais chegou perto da Lua
Edson Ricardo Paiva.
“Como pode um coração tão pequeno guardar tantas coisas, no meio dessa bagunça, os sentimentos organizam tudo e selecionam só o que quero, hoje quero só me lembrar do que me faz feliz.”
"A razão intoxica a mente do homem a levar a irá perante o teu próximo.
Por meio da razão se perde a justiça de Deus, por que pela razão do homem entra o julgamento posto pelo diabo".
"A vida é feita de encontros. Somos fruto daquilo que regamos por meio de nosso cotidiano. Cabe a nós cuidar das nossas experiências que enchem nossa vida de, simplesmente, vida."
“As vezes me acordo no meio da noite e te vejo dormindo, te faço um carinho no rosto, com cuidado para não te acordar, e penso na minha responsabilidade de te fazer feliz, sempre”
Ney P. Batista
Jun/25/2021
“As pedras sempre estão por aí… vê-las como um meio para nos elevar ou um empecilho ao nosso caminhar é o que faz a diferença entre o vencedor e o fracassado”
Ney Paula B.
O amor é começo, meio e fim, ele é tudo que precisamos para ter o dom da paz que nos faz instrumentos nas mãos do SENHOR para levar suas bençãos a seus filhos.
Ney Paula B.
Você é a prova viva de que, mesmo em meio ao caos, é possível encontrar a paz. E ao emergir dessa tempestade, você não será apenas alguém que sobreviveu, mas alguém que viveu intensamente e encontrou a luz que sempre esteve dentro de si.
Siga em frente. O mundo precisa de sua luz.
Em um mundo que muda constantemente, a mãe guerreira permanece firme, uma âncora em meio à tempestade, um farol que guia seus filhos em direção a um futuro promissor. Sua presença é uma celebração da vida, uma prova de que o amor verdadeiro não conhece limites.
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
A humanidade e a espiritualidade…
Em meio ao caos intrínseco da modernidade, onde o tecido social se fragmenta em uma miríade de interesses particulares e narrativas conflitantes, torna-se urgente refletir sobre os alicerces que sustentam a existência humana. A cada gesto, a cada escolha, delineamos um traço do que somos e do que desejamos nos tornar. Contudo, o que vemos, tantas vezes, é a espiritualidade reduzida a uma mercadoria, uma ferramenta de barganha, um instrumento para atender caprichos e alimentar a ânsia por benefícios pessoais. Que caminho é este, onde o sagrado é invocado com o estalar de dedos, como se a transcendência pudesse ser manipulada para servir apenas ao ego?
Este cenário desafia-nos a questionar as raízes de nossa humanidade e os valores que dela emergem. Há, entre muitos, uma fé que se dobra sobre si mesma, incapaz de transbordar para o outro, para o coletivo. É uma crença que clama por bênçãos, mas que esquece de abençoar; que pede luz, mas não se dispõe a ser farol; que se recolhe em um casulo de desejos próprios, alheia ao sofrimento que reverbera ao seu redor. Assim, a espiritualidade torna-se um reflexo de um mundo de espelhos, onde o único rosto visível é o próprio, e o outro desvanesce, invisível, irrelevante.
Há também aqueles que, presos em sua própria apatia, abdicam do esforço em nome de uma espera passiva, quase pueril, por milagres que substituam o árduo trabalho de se construir. Esperam, como quem olha para o céu em busca de um cometa, que algo ou alguém lhes entregue o que não ousaram conquistar por conta própria. E, enquanto aguardam, deixam germinar em si a inveja corrosiva, a hostilidade silenciosa em relação àqueles que se atrevem a crescer. Tentam bloquear o avanço alheio, não percebendo que, ao fazê-lo, sabotam a si mesmos e perpetuam o ciclo de mediocridade que os aprisiona.
Neste cenário, somos levados a perguntar: que humanidade é esta que renega o potencial de sua própria grandeza? Por que tememos tanto a responsabilidade de evoluir, de nos especializarmos, de nos tornarmos melhores, mais íntegros, mais autênticos? Por que preferimos a hipocrisia confortável à verdade que confronta e transforma? A resposta talvez resida no fato de que o caminho da evolução é árduo e exige renúncia: renúncia ao egoísmo, à ilusão de superioridade, à preguiça de se olhar no espelho e enfrentar aquilo que mais tememos em nós mesmos.
A espiritualidade genuína não é uma moeda de troca, nem um refúgio para a vaidade. Ela é um chamado à transcendência, não apenas do mundo, mas de nós mesmos. É uma prática que nos desafia a reconhecer a interconexão de todas as coisas, a ver no outro um reflexo de nossa própria essência, a agir com bondade sem esperar retorno, a construir um bem que seja maior do que nós. Não há espiritualidade verdadeira onde há inveja, onde há indiferença, onde há a recusa em crescer. Não há transcendência onde falta coragem para olhar além do próprio umbigo.
Se quisermos escapar do estado caótico que nos envolve, precisamos, antes de tudo, mudar a direção do olhar. Precisamos abandonar a busca por atalhos e aceitar que o crescimento é lento, porém necessário; árduo, mas libertador. É preciso cultivar a bondade como um ato revolucionário, como um gesto de resistência diante da fragmentação do mundo. É preciso abandonar as máscaras da hipocrisia e vestir a autenticidade, mesmo quando ela nos desnuda diante de nossas falhas. É preciso compreender que a verdadeira grandeza não reside no que acumulamos, mas no que compartilhamos; não no que conquistamos sozinhos, mas no que construímos juntos.
A humanidade não está condenada ao fracasso, mas tampouco está garantida no sucesso. Somos uma obra inacabada, uma promessa ainda por cumprir. E cabe a cada um de nós decidir se seremos artífices dessa construção ou cúmplices de sua ruína. O futuro que almejamos, de paz, de harmonia, de plenitude, não será dado; ele será criado, tijolo por tijolo, pela força de nossas mãos, pelo brilho de nossas ações, pela pureza de nossas intenções. E, ao fazermos isso, descobriremos que a verdadeira espiritualidade não nos eleva acima dos outros, mas nos une a eles, em um laço inquebrantável de humanidade compartilhada. Que possamos, então, abandonar tudo o que nos apequena e nos entregar, com coragem e integridade, à tarefa sublime de sermos plenamente humanos.
E a cada dia um novo começo,
Em meio a tantos desvaneios
Que a vida lhe dá,
De encontro com eu interior
O contato com a cura e a dor.
Renasço, recrio, reconstruo
Para um recomeço
A qual eu desconheço,
Mas conheço a necessidade
De evoluir-me com resiliência.
Com está certeza caminho
Para a resistência,
Onde habita a persistência,
Edificando-me à sabedoria
Reescrevo uma nova vida.
- Recomeçar
"Todo ser humano nasce com todo o potencial capaz de vencer tudo, mas a distração é o meio pelo o qual a maioria nunca alcança o propósito"
O sistema vai entrar em colapso em breve, a distração foi o meio mais fácil e rápido para embebedar a sociedade, que vive presa dentro de uma falsa realidade.
Uma mãe concebeu seu filho, e deu luz no meio da escuridão,da duvida da dor e do prazer, mas o que ele iria ser?
Onde você esta agora, seu filho cresceu e a semente se modificou e hoje ele sofreu a maior mudança de sua vida, nunca mais será o mesmo!
Hoje 12/01/2025/ morreu uma semente e quem me conheceu na vida não irá mais me reconhecer. nasceu outra semente.
Nunca me ensinaram o que é o amor e foi por meio da dor, que esse sentimento me enganou.
Nunca me ensinaram o que era aparência e fui enganado pela carência.
Nunca me ensinaram o que era a liberdade, com isso perdi anos de felicidade.
Nunca me ensinaram sobre o perdão, por isso por anos estive preso a solidão.
Nunca me ensinaram a vencer o desprezo
e por décadas estive preso.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Amor não correspondido
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
- Mensagens para uma pessoa que está triste (ilumine o dia dela!)
