O Copo Nao esta meio Cheio

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O Homem é manipulador de suas ideias, escondidas na falácia do seu meio social...

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠A Verdade dói e maltrata, mas todos precisam saber o início, meio e o Futuro para Viver a Liberdade.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Em meio a um “tsunami” de insanidade social que se vive. Voto na minha tranquilidade espiritual.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Alguns só irão entender o que é solidão quando estiver sentado no meio do vazio dialogando com o nada…

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠O celular é o melhor meio de comunicação na atualidade. Todavia a Oração é um ótimo caminho para a União.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Seja um camaleão no meio da multidão, permaneça vivo e ativo apenas como um observador.

Inserida por PoetaFernandoMatos

No meio do nada a caminho de algum lugar, tem uma seta avisando: Antes de chegar ao fim do mundo você vai me conhecer.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Escrever é a forma mais Viva em meio a um mundo condenado a morte...

Inserida por PoetaFernandoMatos

Podemos estar até no meio das escolhas, mas jamais envolvidos com as mudanças...

Inserida por PoetaFernandoMatos

A intuição é a forma de conhecimento mais pura, mas perdida em meio às razões vazias da lógica humana.

Inserida por TomasKisseleca

SUTILEZA
Assim, meio sem jeito
Vai entrando no peito
Conquistando respeito
Transformando o sujeito
Que saiu do relento
Tamanho tormento
Aragem e vento
Um novo rebento
Bem mais atento
Abastece o sustento
Do amor que é alento.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SUFOCANDO MATIZES
Na escuridão do Universo,
em meio a tantas Estrelas
Lá vem mais uma sinuela,
apontando no mundo,
Peleando com a vida,
batizada de Luz,
Num horizonte surrado,
mal sabia sua Cruz,
Mas que sina vivente,
a escuridão precedente
Das águas puras do ventre,
logo ali de repente
Mal saído do ninho da choca,
Tal sina lhe toca
com seus matizes sombrios
Não se fala do frio
desse pago gelado
Há falta de amor
de quem está do seu lado
Que considera normal
um irmão mal tratado
Brutal defensor
das causas do agrado
Desde que seu lombo
não fique lanhado
Prisão sem grades,
precisa ser libertado
A justiça profana
não tem demonstrado
Sinais de mudança,
dou de mão no meu trago
Embriagado que fico,
sigo anestesiado,
Testemunho covarde
do Negro esgoelado,
Clamando à vida,
num humilhado socorro
Que retornem os bravos,
a libertar os escravos,
Pois é dentro de si
o maior dos estragos,
E que o aperto dos joelhos
seja pra reza,
Enveredando a tropa
a todo aquele que preza
Sair do discurso
e reconhecer com fervor
Um irmão verdadeiro,
independente da cor.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INCISIVO
Enfim: hora de partir
Bem assim cortar ao meio
Afiar um novo norte

Chega de pra si mentir
Destemido e sem receio
Arriscar a própria sorte

Não há como consentir
Sempre os mesmos aperreios
Ir com fé chega de açoite!

Inserida por alfredo_bochi_brum

GENERAL
Poucos saberão o enredo
Daquele olhar meio zambaio
Quem sabe já teve até medo
Mesmo sendo um tanto zagaio
E tratado como brinquedo
Revestido como um cipaio
Atado na ponta dos dedos
Fazendo da vida um ensaio
Havia de ter seus segredos
O nosso amigo Nanaio.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠MORTO VIVO
Olá meu amigo cérebro
Preciso falar contigo
Eu ando meio colérico
Que tu sejas meu amigo
Se ando meio famélico
Uma luz ao que preciso
Pra não ficar cadavérico
Que eu não fique um mendigo
A esperar o meu féretro
Verdadeiro morto vivo!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠BERÇO ESPLÊNDIDO
Trabalho que embala o sono
De um corpo meio cansado
É "sorte" que veste o sonho
Que acorda realizado.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SONHOS BANAIS
Em meio a tantos sonhos iguais
Contando à espera de um milagre
Ficam senis e tão banais
Que nem uma porta se abre.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠INVASÃO
Meio assim sem alarde
Em um final de tarde
Bem antes que o céu parde
Alguma luz resguarde
Brilhando paz que invade.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠EDAZ
E meio assim sem alarde
Em atitude edaz
Vai se despindo o covarde
Certeiro que é capaz
Nalgum lanhaço que arde
Pelear no rumo da paz!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠PARTO
Do aconchego de um ventre
Nasceu em meio a seus medos
Com sua tarefa ingente
De os transformar em sossego
Foi essa sina premente
A que gestou este Alfredo.

Inserida por alfredo_bochi_brum