O Copo Nao esta meio Cheio

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Hoje acordei meio assim…
Desejando tudo e convicta de um impossível sem fim.
Aí Deus entra no meu pensamento e faz o mundo do meu filho autista ser possível para mim.

Ter lembrado do mundo em meio tempestade, torna mais fácil recuar...
A tempos que extraordinário muda em uma simples reação...
Sensatez em ver que covardes sempre será covarde...
Razão paralelas de ambiguidade em tempos de linhas curtas que muda o humor relacional e torna tudo mais leve...
Avançar acaba sendo pegadas em solução do tropeço que vida alheia define-se como está?

Eu sou a sua sombra, claro, ce é meio lesa.

Descanse em meio às pradarias e ao acordar te mostrarei os lírios do campo.

Árvores frutíferas sempre fazem sua própria sombra em meio ao sol bravio.

É em meio à multidão que se percebe o quanto somos iguais, mas é a partir de uma ideia individual que se constrói o verdadeiro elo da fraternidade.

Calmaria no meio da tempestade é como ver a miragem no deserto de um oásis...

Se desistires no meio do caminho, poderá perder a chance de realizar um de seus sonhos, que talvez estejam alguns passos desse trajeto.

Miramos nossas realizações no fim, mas o regozijo também existe no meio. Ajuste a mira!

"Eita Macapá, eis a capital do meio do mundo, tu te revelas como um tesouro amazônico de belezas singulares. Mais do que uma cidade, é um convite a sentir a grandiosidade da natureza que a abraça. Seu litoral, surpreendentemente banhado pelas águas doces e imponentes do rio Amazonas, é um espetáculo à parte. Não são ondas salgadas que beijam a areia, mas sim a força e a vida do maior rio do planeta, trazendo consigo a energia da floresta, tenho que falar que temos um nascer do sol de tirar o fôlego, pintando o céu com tons vibrantes que só a Amazônia pode oferecer. Macapá tu és a fusão perfeita entre a urbanidade e o coração pulsante da floresta, onde a cultura e a natureza dançam em perfeita harmonia, como eu te ano Macapá."

Feliz aniversário

Fábio Alexandre
Estaudando

⁠Espero que em meio de tanta (Cão) fusão, onde — quase sempre — a Arrogância, a Prepotência e o Autoritarismo se confundem com Bravura, a Vingança com Justiça e o Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — a Desumanização não se confunda com Demonização.

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

Em meio a tanta “cão” fusão, o Lixo resolveu odiar justamente o homem da limpeza.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠A disciplina é como uma ponte que nos leva por meio da dor em direção às recompensas.

Deixei de lamentar para que você despertasse FLOR pois, em meio a dor de tua perda tive a certeza...o amor LIBERTA.

Flávia Abib

Sobre quem tem sentimentos, somos algodão doce em meio à tempestade.

Que Jesus te instrua por meio da sua própria experiência; é a melhor escola. Que as tempestades do passado te tornem humilde e desconfiado de ti mesmo, pois se pareces possuir alguma virtude, ela é apenas emprestada.

Gritos de lados opostos.
Escuta nenhuma.
A ideia vira muro,
o outro vira inimigo.
No meio,
pessoas
tentando existir
sem rótulo.