O Copo Nao esta meio Cheio
Não há visita mais inoportuna do que aquela que em meio à sua solidão, lhe batam à porta e ainda tem que compartilhar os teus problemas.
Eu sempre tentei compreender o nosso meio-fim, mas nunca fui capaz. Eu não sei, talvez fosse falta de esforço, falta de vontade, tanto faz. Acho que nunca estive preparada para lidar com tudo o que restou de você. Eu sou essa desgraça que tem medo de lidar com a dor; essa que implora por mais uma chance só por ter medo de ficar sem algo que antes completava toda a minha rotina. Mas, ontem, eu estava deitada na minha cama – não vou negar, era justamente no lado esquerdo, onde você se encontrava nas nossas noites falidas – e eu não chorei. Não pensei. Não senti. Não lembrei. E, pode não parecer, mas diante de como eu estava destruída, isso foi um grande avanço. Por um instante, minutos, horas, talvez, eu me vi livre. Por Deus, eu não te queria mais. Era o fim, definitivamente, chegou o momento de encarar que não havia mais volta – e eu aceitei. Mesmo que eu já tinha repetido isso para mim diversas vezes. Somos reincidentes em finais. Eu apaguei teu número da minha agenda, risquei com um x bem grande os bilhetes que você grudava na geladeira, e substituí nossas fotografias nos porta-retratos por imagens que somente me estampavam. Era eu. Agora, seria eu. Guardei todas as tuas lembranças, pois não queria me confrontar com mais nada. Não queria ter uma recaída, ou qualquer outra coisa, como você preferir chamar. Mas, enquanto eu fujo de nós dois, algo sempre me puxa de volta. Dessa vez foi o espelho – eu não me reconhecia mais. Não me enxerguei mais, pois não sou mais a mesma, me perdi. Perdi você. E, por favor, quem eu quero enganar? Eu não sei te esquecer. Essa é a cruel e mais pura verdade. E é então que eu desabo. Eu não sei você, mas detesto chorar. Fraqueza demais. Mas, o pior disso tudo, é que sempre que me recordo de nós dois, eu choro. E eu sei que você não faz o mesmo, que você não sente falta, que você não sofre a minha ausência. Foi você que me pediu, que implorou para que eu te deixasse. Foi você que percebeu que nós dois já não deveríamos mais existir; digo, nossa união. O mais triste, é que eu não consigo mais ser uma pessoa comum. Me tornei tão você, que agora que eu já não te tenho mais, eu sou ninguém. Consegue entender? Consegue compreender o quanto você me destruiu? Eu tento, juro, tento seguir em frente, te deixar; mas aí eu vejo você na rua, mas não é você. E então eu ouço tua voz, mas não é a sua voz. Eu sinto o seu perfume, mas não é o seu perfume. E eu torço baixinho, para que eu não esteja ficando louca. E aí eu faxino você de minha vida – jogo fora tuas meias brancas e sujas que estavam na máquina de lavar, despejo teu perfume na pia, e a tua escova de dente que se localizava ao lado da minha foi parar do outro lado da janela. E eu me sinto tão madura, tão auto-suficiente. Tão você. E aí eu me dou conta, é você novamente. E eu caio. Será que isso vai passar? A gente esquece um amor desses? Tão fugaz, tão audaz. Mas eu repito a mim mesma que eu tenho que seguir em frente. Tenho que te deixar pra lá. Sei lá, cortar o cabelo, comprar roupas novas, sair com os amigos, talvez melhore, talvez eu deixe de pensar em você o tempo todo, talvez eu não te queira mais sendo o meu melhor amigo, meu amor, talvez eu já nem sinta mais nada. Mas eu não quero seguir em diante. Eu quero ficar onde estou, mesmo sem você. Eu não quero ficar bonita para alguém que não seja você. Por Deus, que ridícula que eu estou sendo! O fato é que eu não posso enganar a mim mesma; eu quero empacar para sempre numa esperança absurda de que você volte. Droga. Eu estou tão perdida. Vai passar, vai passar, você vai ver, vai passar. Já passou. É, já passou. O meu problema é o que ficou. E eu repito, a todo instante, de que nada aconteceu, de que não foi nada, de que tuas mentiras, tua farsa, tua falsidade não significou nada. Às vezes eu acredito, e às vezes eu sinto tanta raiva de você, que tenho vontade de correr até sei lá onde e te massacrar. Fazer você sentir um terço do que eu senti, pra tu perceber que dor física nenhuma se compara a isso. Eu adoraria te encontrar e te dizer os piores desaforos, gritar palavras estúpidas e sem sentido dessas que a gente diz quando bate o dedo numa quina. Mas eu não faço nada, fico em silêncio. Desses que nós ficávamos quando você estava com ciúme do cara que eu fui a fim a vida inteira – até chegar você. Eu vivo nessas recaídas, nesses altos e baixos, nessa minha loucura de acreditar que por fim estou te esquecendo e minutos depois me dou conta de que você continua vivinho aqui dentro. O desespero acalma, a vontade de ser tua também. Às vezes parece até mais fácil, talvez porque eu esteja fadada de tudo isso. Eu deveria te deixar pra lá e seguir a diante como você está fazendo, mas eu me sinto vazia. E, antes cheia de você me massacrando, do que vazia. Talvez qualquer dia desses eu te encontre na rua, e talvez eu esteja tão no alto, que não te note. Que teus olhos não me desestabilizem. Que teu cheiro não me enlouqueça. Talvez, quem sabe, te esquecer é o próximo passo. Bonita a época em que éramos um só; mas eu tenho que admitir, amor, conto de fadas não existem. Você não é um príncipe e eu não sou a princesa. Nós não fomos feitos para ser para sempre. Germana K. (icanbeyourcocaine)
Aprenda que a vida te ensina por meio de tombos e tropeços, e isso não te faz fraco, e com isso você não somente aprende a cair, mas aprende a se levantar mais forte.
No meio acadêmico conheci pessoas fantásticas com uma notória capacidade de não saber nada sobre a vida ou Deus frustrados e fracassados.
Quando se quer alguém, quer-se por inteiro. Não existe meio termo. Tem que ser SIM ou NÃO. É preciso que a pessoa esteja em todos os planos da vida da gente.
O fato é: Tudo e todos que não me fazem bem... Me fazem mal... O meio termo não existe! Simples assim...
“Não posso provar que deus não exista mas também não posso provar que existe um caramujo no meio do universo que vê tudo e que guia tudo por entre suas entranhas.
Ando meio querendo não andar e te procuro meio querendo não te ver. É errado eu sei, mas meu querer é falho. Sou toda falha e gosto assim. Não falei antes pois não tive oportunidade, você nunca me olhou como eu quisesse que olhasse, e nunca falou como eu esperava que falasse. E não me refiro a palavras suas, mas ao jeito teu. Quantas vezes esperei que seu sorriso fosse mais, e que sua fala fosse menos: menos duvidosa, menos passageira, menos qualquer coisa sem valor. Quantas vezes eu quis que você falasse baixinho só pra chegar mais perto. Quantas vezes eu tive medo de olhar em seus olhos, por isso sempre essa dúvida sobre qual é a sua cor. Eu não sei. Ah! Quantas vezes eu deixei de viver só para pensar em como seria viver ao seu lado. Quantas vezes, eu deixei de amar só pra te guardar em segredo. E quantos beijos eu neguei por falta de querer e sobra de vontade tua? Quantas vezes você parou pra pensar se eu pensava em ti também?
O teu amado que lhe manda flores
- Sei, sou meio a moda antiga
Mais o bom romântico não envelhece
Seu espírito é jovial;
Não adormece
"Destacar-se em meio à multidão não é tarefa das mais fáceis. Exige algumas vezes ir além dos próprios limites. Implica criar diferenciais que tornem você ou a sua marca reconhecida pelos demais" ('O Mentor Virtual - Pág. 231 - Ed. Komedi - Campinas-SP - 2008).
Santidade que não manfiesta o caráter de Jesus Cristo por meio do fruto do Espírito Santo não é santidade, é religiosidade vazia e inútil.
E se eu não conseguir mais, vai ser assim então? Dessa maneira desarmoniosa, nesse estilo meio que deprimente, no vazio que mesmo me enfraquecendo amo estar, mais me dá saudade de quando eu transbordava aquilo, nem sei hoje oque era, nem sei interpretar de uma forma clara, eu nem sei mais viver aquilo, nem sei fazer brotar, eu tô esperando um alguém fazer isso, acalmar a conturbação que tô agora, mais enfim, eu só quero sorrir, mesmo que não querendo, mesmo que me esvaziando, mais sorrindo, e se quer saber, é bem você essa tal pessoa, já que toquei no assunto, quero dizer que ainda te espero todas as noites na janela e sinto seu perfume nos sonhos que me ver às vezes, ate que me arrepia te lembrar, sei lá como eu ainda te sinto aqui dentro, de um jeito tão calmo, como nunca tivera sido, nem quando havia amor, eu acho que eu me recuperei, ou talvez só tenha acostumado a apenas olhar, eu tenho saudades também de você, de poder falar seu nome sempre, de ter oque lembrar depois, de aprender a ter suas manias também, eu confesso, aquele ar me dá saudade.
Eu não sei do que, nem de onde veio isso tudo, eu me canso as vezes, eu tô confusa, meio angustiada, eu não consigo me por onde devo, nem ajeitar a cabeça, junções e misturas de sentimentos, eu me vi bem agora, mais pra que veio me aparecer você, eu nem sei pra que tanto amor em nada, mais do fundo do coração eu to querendo esse vácuo como nunca, to querendo cheirar um novo amor, levar de uma forma meio que individual, meio que comigo, eu preciso me entender primeiro pra estourar de amor, talvez nem seja, nem sinta, na verdade eu sinto muito, não pude segurar, eu to gostando tanto de você.
Saiba que de mim, você vai ter todo amor ou todo ódio. Não existe meio-termo pra quem é importante. Ou se ama, ou se odeia.
Não se sinta o tal em meio tantas pessoa simples, pois em meio esse mundo mediucre que vivemos, você é apenas mais um solitario que ainda resiste
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