O Copo Nao esta meio Cheio

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Diante de pessoas que te acusam, o que você tem a dizer e a fazer, é não dizer e não fazer nada. Apenas aguarde o tempo certo, pois ele mostrará a verdade que está encoberta na vida de cada pessoa, inclusive na vida dos teus acusadores.

Tempo não cura ferida... Apenas mascara a ferida nunca curada.

⁠É difícil ter que calar, ensinar sem falar, viver sem se doar, sorrir para não chorar e em silêncio... esperar, esperar, esperar...

⁠Estou vivendo os meus dias. Hoje, inquieto por algumas coisas que decidi não falar mais. Assim, as palavras não são ouvidas, mas os gritos do coração... Invadem a minha alma.

⁠Há momentos que a nossa mente fica tão cheia com as coisas vividas que, simplesmente, não sabemos por onde começar e nem o que fazer.

Não confunda mansidão com fraqueza. O homem manso é aquele que tem uma espada, mas sabe usá-la no tempo certo e... na maioria das vezes, escolhe mantê-la na bainha.

Calar a emoção não é endurecer o coração, mas sim educá-lo. É decidir que a fé é um guia mais seguro do que a euforia momentânea.

Hoje, o erro torna-se aprendizado e a dor transmuta-se em paz. Uma nova história não começa com o esquecimento, mas com a consciência de que o verdadeiro amor nunca foi uma promessa de outro, mas uma presença que já habita em você.

MIGALHAS DA GRANDE MESA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há dores que não começam no corpo. Há aflições que não nascem no instante presente. Certas angústias parecem emergir de regiões mais profundas da consciência, como se a alma carregasse em silêncio vestígios antigos de si mesma. Sob a ótica espírita, o ser humano não é apenas matéria organizada biologicamente. Ele é uma inteligência imortal revestida temporariamente pela carne, trazendo consigo um patrimônio invisível de experiências acumuladas através das existências sucessivas.
O Espiritismo compreende que aquilo que chamamos personalidade não se forma apenas pela educação atual ou pelas circunstâncias sociais contemporâneas. Em cada criatura permanecem tendências morais sedimentadas ao longo dos séculos. Inclinações para a benevolência ou para o egoísmo. Facilidade para o perdão ou propensão à violência. Aptidões espirituais e fragilidades emocionais. Essas disposições interiores não surgem ao acaso. Constituem resíduos psíquicos de experiências pretéritas armazenadas no perispírito.
Segundo a doutrina espírita, o perispírito é o envoltório semimaterial do Espírito. Não é apenas uma estrutura energética abstrata. Ele funciona como arquivo vivo da individualidade. Nele encontram-se impressões emocionais acumuladas pelas vivências da alma. Cada trauma moral, cada gesto de amor, cada abuso cometido contra si ou contra o próximo imprime marcas sutis nesse organismo espiritual.
A psicologia espírita compreende que o ser humano cria automatismos psíquicos conforme repete pensamentos, emoções e atitudes ao longo das encarnações. O hábito mental transforma-se em estrutura íntima. O orgulho reiterado converte-se em reflexo automático. O medo constante cristaliza-se como insegurança existencial. A culpa prolongada pode converter-se em autopunição inconsciente. Assim, muitos conflitos emocionais atuais representam a continuidade de estados mentais cultivados durante longos períodos da trajetória espiritual.
Não se trata de fatalismo. O Espiritismo rejeita a ideia de condenação eterna ou destino imutável. O que existe é continuidade psicológica da consciência. O Espírito herda de si mesmo aquilo que construiu intimamente. Cada existência corporal torna-se oportunidade pedagógica para corrigir desequilíbrios anteriores e ampliar aquisições morais.
As memórias profundas da alma nem sempre emergem como lembranças objetivas. Na maioria das vezes manifestam-se como sensações indefiníveis. Antipatias espontâneas. Medos sem causa aparente. Afinidades instantâneas. Tristezas antigas sem explicação racional. Desejos de reparação moral. Sob a ótica espírita, tais conteúdos podem constituir reminiscências emocionais de experiências anteriores conservadas no perispírito.
A antropologia espiritual proposta pela doutrina kardecista observa o homem como ser multimilenar em processo contínuo de aperfeiçoamento. Nenhuma existência isolada seria suficiente para explicar integralmente as desigualdades intelectuais, morais e afetivas da humanidade. As matrizes reencarnatórias funcionam como estruturas organizadoras das futuras experiências corporais. Antes do renascimento, o Espírito participa da elaboração de provas, expiações e circunstâncias educativas compatíveis com suas necessidades evolutivas.
É por intermédio dessas matrizes que o Espírito modela futuras experiências corporais. O corpo não seria mero acidente biológico desprovido de sentido transcendente. Ele converte-se em instrumento pedagógico da consciência. Certas limitações físicas, tendências emocionais ou desafios familiares podem representar mecanismos educativos destinados ao reajuste íntimo do ser.
Muitos sofrimentos físicos são interpretados, na visão espírita, como repercussões perispirituais de abusos pretéritos. Isso não significa punição arbitrária divina. A lei espiritual opera segundo causalidade moral educativa. Quem utiliza mal as forças da vida frequentemente imprime desequilíbrios em sua própria estrutura espiritual. Tais desarmonias podem refletir-se posteriormente no organismo físico através de enfermidades, predisposições ou limitações específicas.
A obsessão pelo poder pode converter-se em experiências futuras de humilhação regeneradora. O abuso das faculdades intelectuais pode conduzir a provas de silêncio e recolhimento. A violência sistemática pode gerar encarnações marcadas pela fragilidade corporal. Entretanto, o sofrimento não possui finalidade vingativa. Seu objetivo maior é despertar consciência, sensibilidade moral e transformação interior.
Sob análise psicológica profunda, o sofrimento humano frequentemente produz dois caminhos distintos. Pode endurecer a criatura através da revolta ou amadurecê-la pela reflexão. O Espiritismo insiste que a dor não santifica automaticamente ninguém. O que transforma é a maneira pela qual o Espírito responde às experiências difíceis. A revolta prolonga os ciclos de perturbação. A compreensão moral favorece libertação íntima.
Existe também importante dimensão sociológica nessa interpretação espiritual da existência. Uma sociedade materialista tende a enxergar o homem apenas como organismo biológico condicionado economicamente. A visão espírita amplia essa compreensão ao reconhecer responsabilidade moral contínua do Espírito perante si mesmo e perante a coletividade. Assim, a construção ética da civilização depende igualmente da reforma íntima dos indivíduos.
Quando o ser humano alimenta ódio, inveja, crueldade ou egoísmo sistemático, ele não destrói apenas relações externas. Corrói a própria arquitetura psíquica. Cada pensamento reiterado modifica o campo vibratório do Espírito. Cada emoção sustentada molda disposições futuras da consciência. A alma converte-se lentamente naquilo que escolhe cultivar.
Por isso a doutrina espírita valoriza tanto vigilância mental, disciplina emocional e educação moral. O Evangelho, dentro dessa perspectiva, não é apenas código religioso devocional. Constitui terapêutica profunda para reorganização das estruturas íntimas do Espírito. O perdão dissolve cadeias psíquicas de ressentimento. A caridade suaviza endurecimentos morais. A humildade rompe cristalizações do orgulho. A oração reorganiza o campo mental.
O homem contemporâneo frequentemente busca curar apenas os sintomas exteriores de sua angústia. Todavia, segundo a visão espírita, muitas dores existenciais exigem tratamento mais profundo. Não basta anestesiar emoções. É necessário compreender suas raízes espirituais. O Espírito necessita reconciliar-se consigo mesmo, reconstruindo lentamente sua harmonia interior através do amor, do dever e da renovação moral.
Cada criatura vive das migalhas da grande mesa divina enquanto aprende a transformar instintos em consciência, impulsos em discernimento e sofrimento em sabedoria. A existência terrestre não representa abandono celeste. É escola austera onde o Espírito, entre lágrimas e esperanças, aprende gradualmente a tornar-se digno da própria luz.
Fontes.
O Livro dos Espíritos.
A Gênese.
O Céu e o Inferno.
Evolução em Dois Mundos.
Missionários da Luz.
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Preocupar-se em justificar os erros, não afasta o compromisso que não cumpriu!

O café não é uma bebida, é o combustível do arquiteto de destinos; é o amargo que desperta a visão e o calor que antecipa o incêndio que a minha mente vai causar no mundo antes do sol se pôr.

Bem, eu reclamo da vida de uma forma em que não deveria reclamar. Tenho apenas que aproveitar enquanto ainda tenho tempo, pois o tempo… o tempo é algo que não espera.


Preciso ser grato. Ser grato enquanto ainda não tenho contas para pagar, não preciso me preocupar com trabalho, muito menos com filhos ou sogra.


O passado não volta mais. O futuro me espera. É claro que não é garantido que estarei vivo até chegar lá, mas essa é a graça da vida.


Se eu me arrependo de não ter aproveitado o bastante enquanto ainda tinha tempo? É claro que sim. Mas o que eu posso fazer? Bom, a resposta é simples: aproveitar.


Você vai sentir saudade disso quando estiver em um caixão.

Criamos raízes profundas em solos onde não nascemos, muitas vezes sem perceber a força desse vínculo. A solidez de um novo lar ou de uma nova fase se constrói no silêncio do cotidiano. Só tomamos consciência do tamanho dessa fundação quando aceitamos o risco temporário de perder o que já se tornou fixo, firme e real. É na vulnerabilidade do desapego que descobrimos onde o nosso coração realmente fincou base.

A flor da Antártida - (Clay Werley)


Em mais um dia que se passa,
eu não consigo ler Camões...
Mais uma tentativa fracassa
no cotidiano e seus padrões...
Eu, inserido nessa desgraça...
Sigo acorrentado a grilhões
e o biltre sistema comemora
exitoso, exultante por agora...


Segue o fiar da ampulheta
nem nela tenho uma aliada,
mais uma hedionda faceta
ter a consciência aviltada,
esquecer sonhos na gaveta
ter toda esperança roubada,
um resilir que, de tanto, já nem dói;
forja rmór de todo anti-herói...


Que emerge em meio ao nada
no fugaz berço do improvável...
Fazendo do caos sua morada
na qualidade de ser adaptável,
frustrando a norma instaurada
constrangedor e Indesejável...
Um anticarismático apátrida,
a subversiva flor da Antártida!

“Tem dias que a gente vence sorrindo…
e outros apenas não desistindo.
Os dois já são coragem.”

“Eu não caio, eu desapareço e volto com mais dinheiro. HÁ uma Grande diferença.”

Triângulo da Vida


Jovem: Tem tempo e saúde, não tem dinheiro.
Adulto: Tem dinheiro e saúde, não tem tempo.
Idoso: Tem dinheiro e tempo, não tem saúde.

A paz floresce de dentro das pessoas do bem, mas não existe só elas no mundo.

'Se a resposta não vier dos lábios, obtenha-a do olhar."
Haredita Angel
21.09.24

"Tentei ser princesa, não deu certo.
Então aprendi a lançar feitiços."
Haredita Angel
27.11.22