O Amor tem que ser Alimentado

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Tem gente que não aceita e rejeita o que você é, e o que tens de bom e bonito.
Tem gente que a alma é pesada, enclausura, amarga, e nem por nada consegue apreciar um puro sorriso.
Tem gente que vive de mal humor, não reconhece, nem fornece gratidão e louvor que a vida oferece.
É tão bom ser de “boa”! ter positividade, humanidade, solidariedade, bons pensamentos, e tudo que entoa;
simpatia, alegria, amor, agradecimento, amizade e rir a toa.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Busque sua felicidade;
Fale a quem você deseja, o que tem vontade e está guardado em seu coração.
Ame verdadeiramente; se entregue; perdoe.
Tudo passa, o tempo viaja em velocidade máxima.
Não permita que os outros denotem a sua sentença.
A sua vida pertence a você, desate o nó que lhe impede de ser único e ser feliz.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

A gente sempre espera que as pessoas mudem conosco. Mas, a mudança tem que vir de nós.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Sonhe e busque, contemple a natureza enquanto ainda tem o que contemplar.

Inserida por bimquintino

No caminho do calvário,seja o seu ou de outrem, carregue a cruz, pois chicoteadores já tem aos montes.

Inserida por bimquintino

"Quanto menos se sabe, mais certeza se tem."

Inserida por LiuBittencourt

"Todo tempo do mundo é nada, para quem não tem."

Inserida por LiuBittencourt

⁠"Tem gente que faz de tudo para não fazer nada."

Inserida por LiuBittencourt

O lenhador

Um lenhadô derribava
as árve, sem percisão,
e sempe a vó li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


O lenhadô, num muchocho,
e rindo, cumo um sarvage,
dizia que os seus conseio
não passava de bobage.


Às vez, meu branco, o marvado,
acordano munto cedo,
pegava nu seu machado,
e levava o dia intero,
iscangaiano o arvoredo.


E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


Numa minhã, o mardito,
inda mais bruto que os bruto,
sem fazê caso dos grito
da sua vó, que já tinha
mais de setenta janero,
botô nu chão um ingazero,
carregadinho de fruto.


Doutra feita o arrenegado
inda fez munto pió:
disgaiô a laranjera
da pobrezinha da vó,
uma véia laranjera,
donde ela tirô as frô
prá levá no seu vistido,
quando, virge, si casô,
há mais de cincuenta ano,
cum o difunto, o falicido.


E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


Do lado do capinzá,
adonde pastava o gado,
tava um grande e véio ipê,
que o avô tinha prantado.


Despois de levá na roça
cuma inxada a iscavacá,
debaxo daquela sombra,
nas hora quente do dia,
vinha o véio discansá.


Se era noite de luá,
ali, num banco de pedra,
cuma viola cunversano,
o véio, já caducano,
rasgava o peito a cantá.


Apois, meu branco, o tinhoso,
o bruto, o mau, o tirano,
a fera disnaturada,
um dia jogô no chão
aquela árve sagrada,
que tinha mais de cem ano.


Mas porém, quando o mardito
isgaiava o grande ipê,
viu uns burbuio de sangue
do tronco véio corrê!
Sacudiu fora o machado,
e deu de perna a valê!


E foi correno...correno!


Cada tronco que ia vendo
das árve, que ele torô,
era um braço alevantado
dum home, meio interrado,
a gritá: Vai-te, marvado!
Assassino! Matadô!


E foi correno! correno!


Cada vez curria mais!


Mas porém, quando já longe,
uma vez oiô para atrás,
vendo o ipê alevantado,
cumo um home insanguentado,
cum os braço todo torado...
cada vez curria mais!


Na barranca do caminho,
abandonado, um ranchinho,
entre os mato entonce viu!
Que vê si apara e discansa,
e o ranchinho por vingança,
im riba dele caiui!


E foi correno, e gritano!
e as árve, que ia topano,
o que má pudia vê,
cumo se fosse arrancada
cum toda a raiz da terra,
numa grande disparada
ia atrás dele a corrê!


Na boca da incruziada,
veno uma gruta fechada
de verde capuangá,
o home introu pulo mato,
que logo que viu o ingrato,
de mato manso e macio,
ficô sendo um ispinhá!


E foi outra vez correno,
cansado, pulos caminho!


Toda a pranta que incontrava,
o capim que ele pisava,
tava crivado de ispinho...


Curria e não aparava!


Ia correno sem tino,
cumo o marvado, o assassino,
que um inocente matô!


Mas porém, na sua frente,
o que ele viu, de repente,
que, de repente, impacô?


Era um rio que passava,
ali, naquele lugá!
O rio tinha uma ponte:
o home foi atravessá!


Pôs o pé.. Ia passano.
E a ponte rangeu quebrano,
e toca o bicho a nadá!


O bruto tava afogano,
mas porém, sempre gritano:
socorro, meu Deus, socorro
socorro, que eu vô morrê!


Eu juro a Deus, supricano,
nunca mais na minha vida
uma só árve ofendê!
Entonce, um verde ingazero
que tava im riba das agua,
isticou um braço verde,
dando ao home a sarvação!


O home garrô no gaio,
no gaio cum os dente aferra,
foi assubino, assubino...
e quando firmô im terra,
chorava cumo um jobão!


Bejano o gaio e chorano,
dizia: Munto obrigado!
Deus te faça abençoado,
todo ano tê verdô!
Vô rebentá meu machado!
Não serei mais lenhadô!


Depois desta jura santa,
pra tê de todas as pranta
a graça, o perdão intero
dos crime de home ruím,
foi se fazê jardinero,
e não fazia outra coisa
sinão tratá do jardim.


A vó, que já carregava
mais de setenta janero,
dizia que neste mundo
nunca viu um jardinero
que fosse tão bom assim!


Drumia todas as noite,
dexano a jinela aberta,
pra iscutá todo o rumô,
e às vez, inté artas hora,
ficava, ali, na jinela,
uvindo o sonho das frô!


De minhã, de minhã cedo,
lá ia sabê das rosa,
dos cravo, das sempreviva,
das maguinólia cherosa,
se tinha durmido bem!


Tinha cuidado cum as rosa
que munta vó carinhosa
cum os seus netinho não tem!
Dizia a uma frô: Bom dia!
Como tá hoje vremêia!
Dizia a outra: Coitda!
Perdeu seu mé! Foi robada!
Já sei quem foi! Foi a abêia!


Despois, cum pena das rosa,
que parece que chorava,
batia leve no gaio,
e as rosa disavexava
daqueles pingo de orvaio!


Ia panhano do chão
as frô que no chão cai!


Despois, cum as costa da mão,
alimpano os pingo dágua,
que vinha do coração,
batia im riba do peito,
cumo quem faz confissão.


Quando no sino da ingreja
tocava as Ave Maria,
no jardim, ajueiado,
pidia a Deus pulas arma
das frô, que naquele dia
no jardim tinha interrado!


E agora, quando passava
junto das árve, cantano,
chei dágua carregano
o seu véio regadô,
as árve, filiz, contente,
que o lenhadô perduava,
no jardinero atirava
as suas parma de frô!

Inserida por Pequenosol

Meu conto de fadas preferido é o da Cinderela⁠ porque tem evento, tem "penetra". A Gata Borralheira é a penetra de festa mais bem sucedida do mundo!

Inserida por rozzibrasil

⁠Queria morar no ontem mas hoje já tem muito problema pra resolver para que se tenha um amanhã

Inserida por rozzibrasil

⁠Minha mãe falava: a gente faz uma tremenda festa mas nunca consegue agradar a todos, sempre tem alguém que bebe todas, enche a pança, leva quentinha pra casa e ainda sai falando

Inserida por rozzibrasil

A maior prisão não tem grades. Ela existe quando as pessoas entregam a outros o seu poder de escolha, o direito de decidir o que é verdade. Afinal, a cela mais segura é aquela em que o prisioneiros acredita estar livre.

Inserida por luanfelipe_pro

"As vezes tem situações em meio a nós que é preciso ver por outro lado, demasiar sem perder a coerência e regozijar por ângulos dessemelhantes. Pode ser que seja a solução"

Inserida por Misaelsouza

Pensamentos do Barão

Depois que casa o homem nunca mais tem razão na vida; ainda que esteja certo, tá sempre errado.

Inserida por zatonio

Pensamentos do Barão

Quanto mais poder um burro tem mais coices ele dá!

Inserida por zatonio

Vivemos tempos soturnos.
Tempos tristes...
Tempos rudes!
Tempos de louvação à morte.
Teremos tempo de ver mais humanos tempos?

Inserida por zatonio

A solidão não me incomoda.
Incomoda-me o medo
que as pessoas têm dela.

Até para orar
comprimem-se
em multidões amorfas
e berram sua infelicidade
rumo ao nada.

Prefiro seguir só...

Inserida por zatonio

Um invisível vírus
Veio mostrar
Ao mundo
Como um
Governo omisso
Não tem
Nenhum compromisso
com seu povo

Inserida por zatonio

Patriotas corruptos

No Brasil
O que mais tem
É político
Que se diz
Patriota
Para fazer
O povo
De idiota.

Inserida por zatonio