O Amor tem que ser Alimentado
O passado de alguém não define o direito de recomeçar, ser feliz e construir um novo amor abençoado.
Ser mãe atípica é aprender todos os dias que o amor também exige coragem. É enfrentar olhares, julgamentos, dificuldades e batalhas que muitas pessoas nem imaginam. É comemorar pequenas conquistas como se fossem grandes vitórias, porque sabemos o quanto cada passo custou.
Às vezes eu também canso, choro e penso em desistir. Mas olho para meu filho e lembro que ele não precisa de uma mãe perfeita; precisa de uma mãe que continue acreditando nele.
Ser mãe atípica me ensinou que nem toda vitória faz barulho. Algumas acontecem em silêncio, dentro de casa, em um abraço, em uma palavra nova, em uma pequena evolução. E só quem vive essa realidade entende o tamanho dessas conquistas.
Eu não escolhi o caminho mais fácil, mas escolhi caminhar ao lado do meu filho. E enquanto eu tiver forças, continuarei lutando para que ele seja respeitado, amado, incluído e tenha o direito de ser exatamente quem ele é. ❤️🩹
A passagem do ser humano na terra é apenas para vincular amor e outros afetos na vida de outros, demonstrando que a criação de Deus é perfeita...
...Para quando retornar à casa do pai, deixar registrado uma enorme saudade nos corações onde foram plantados as boas sementes.
✨ O amor é feito para ser eterno. O que o faz acabar é a nossa fragilidade em saber cuidar de algo tão forte.
"Se você deu amor de verdade e, mesmo assim, te machucaram, não serão suas palavras que farão a diferença."
A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.
Duas pessoas inteligentes jamais se entenderiam no amor; um dos dois precisa ser tolo o bastante para não querer entender tudo.
Será que um dia terei seu amor?
É tão fútil isso...não saber seus sentimentos
Olhar para você, e o mesmo não retribuir o olhar...
Pode ser coisa da minha cabeça...pelo menos era o que eu queria...
Ao mesmo tempo que pode haver algo que preencha essa ansiedade e curiosidade por uma resposta...De mesmo forma, pode não significar nada...
Sinto o véu frio da névoa envolvendo-se em mim, procurando me dar conforto ou me dar esperança...só que não funciona, não chega nem mesmo perto de ter o calor da esperança...
Óh céus! Como eu queria que você me dissesse algo que me acalorasse e me desse esperança...
Que você retribuisse seu olhar,
Começasse uma conversa comigo, para ambos ouvirmos a voz um do outro..
Que você me enviasse músicas com uma mensagem oculta...
Queria eu que fosse verdade,
Mas, óh céus, por que isso tem de ser tão difícil?
Pode ser tudo ilusão,
No fim não há nada entre nós,
É algo fantasioso da minha mente,
E tenho de aceitar, para que isso não me corroa por dentro...
AMIZADE, O VERDADEIRO AMOR.
Não há outra forma de relação capaz de ser eterna, de perdurar por toda uma vida. Poucos amores conseguiram isso. Nas relação humanas, só a amizade tem provado que é forte o suficiente para suportar as adversidades que são comuns entre pessoas de diferente classes sociais e origem étnica.
Até na literatura, é a amizade que supera os romances, geralmente os romances mais famosos são trágicos ou tratam de um amor impossível.
Mas veja o caso de amizade mais grandioso da literatura universal, e sem dúvida concordará comigo.
Se ainda não leu, com cuidado merecido que devemos ao esta obra, faça-o agora e constate o que digo.
Dom Quixote, a relação de amizade que se eterniza ali tem ressonâncias inimagináveis, quem não deseja um amigo como Sancho Pança?
"O Amor è o sentimento
que Deus Criou pra ser
a base do relacionamento
entre ELE e a humanidade
e tambem como a semente
da SUA principal criação"
Amor é como um quebra-cabeça: cada peça deve ser colocada amorosa e mentalmente em seu respectivo lugar no coração.
O AMOR NÃO PRECISA SER ETERNO PARA TER SIDO INFINITO
Não amamos porque acreditamos que será eterno; amamos porque, enquanto existe, é verdadeiro. Talvez tenhamos passado tempo demais confundindo amor com permanência, como se somente aquilo que chega até o fim pudesse provar que um dia foi verdadeiro. Mas a vida não funciona assim. Há coisas que duram uma existência inteira e nunca chegam a tocar profundamente a alma, enquanto outras atravessam nossa história por alguns anos, alguns meses, às vezes por um único instante, e deixam dentro de nós uma eternidade.
O tempo mede a duração das coisas, mas não mede a profundidade delas.
Um abraço pode durar segundos e permanecer conosco durante décadas. Uma conversa pode acontecer numa tarde qualquer e mudar para sempre a maneira como enxergamos o mundo. Uma pessoa pode caminhar ao nosso lado apenas durante uma parte da estrada e, mesmo depois de partir, continuar existindo na pessoa que nos tornamos.
Talvez esse seja um dos grandes equívocos humanos: acreditar que o fim de alguma coisa invalida tudo aquilo que veio antes.
Não invalida.
Uma história que terminou não necessariamente foi uma mentira.
Um amor que acabou não necessariamente deixou de ter sido amor.
Uma presença que se transformou em ausência não apaga os dias em que foi companhia.
E uma despedida jamais possui o poder de voltar ao passado e destruir aquilo que foi verdadeiro.
Somos nós que, feridos pelo fim, às vezes tentamos reescrever o começo.
Dizemos: “Se terminou, então nunca valeu a pena.”
Mas talvez tenha valido justamente porque aconteceu.
Talvez o valor de uma experiência não esteja na promessa de permanecer, mas na capacidade de nos transformar enquanto permanece.
A própria vida nos ensina isso o tempo inteiro.
Nenhum pôr do sol permanece no horizonte para provar que foi bonito.
Nenhuma primavera exige eternidade para justificar suas flores.
Nenhuma música precisa tocar para sempre para nos emocionar.
E nós mesmos somos passageiros.
Como poderíamos exigir eternidade justamente daquilo que nasce entre seres feitos de tempo?
Amar, portanto, talvez seja um dos atos mais conscientes de coragem.
É olhar para alguém e, mesmo sem possuir qualquer garantia sobre o amanhã, escolher dizer: hoje estou aqui.
Não porque sei quanto tempo teremos.
Não porque tenho certeza de que nada mudará.
Mas porque aquilo que sinto neste momento é verdadeiro.
E talvez seja isso que torne o amor tão assustador e tão belo.
Quem ama verdadeiramente aceita, mesmo sem perceber, a possibilidade da perda.
Aceita que um dia o abraço poderá faltar.
Que a cadeira poderá ficar vazia.
Que a voz poderá sobreviver apenas na memória.
Que certos lugares poderão doer porque alguém já esteve ali.
Mas ainda assim escolhe amar.
Porque viver tentando evitar toda futura saudade seria também evitar todas as grandes presenças.
E então chegamos ao paradoxo mais bonito do amor:
aquilo que não conseguimos conservar para sempre pode permanecer para sempre dentro de nós.
Há pessoas que partiram e continuam participando de nossas decisões.
Há amores que terminaram e ainda vivem na delicadeza que aprendemos com eles.
Há mãos que já não podemos tocar, mas que continuam, de alguma maneira inexplicável, segurando partes de nossa história.
Talvez a eternidade do amor nunca tenha significado duração.
Talvez signifique consequência.
Signifique poder dizer: “Depois de você, alguma coisa em mim nunca mais voltou a ser como antes.”
Isso é permanecer.
Porque algumas pessoas não ficam em nossas vidas.
Ficam em nós.
E talvez seja por isso que não devemos perguntar apenas quanto tempo um amor durou.
Devemos perguntar o que ele fez conosco enquanto existiu.
Se nos ensinou ternura.
Se nos tornou mais humanos.
Se nos fez conhecer uma parte de nós mesmos que desconhecíamos.
Se houve verdade naquele abraço, naquela espera, naquele cuidado, naquele simples desejo de que o outro estivesse bem.
Se houve, então aconteceu.
Foi real.
Foi nosso.
E nenhum calendário poderá diminuir isso.
Um dia tudo aquilo que hoje seguramos terá que ser solto. Essa é uma das poucas certezas que a existência nos oferece.
Mas até esse dia chegar, temos uma escolha:
podemos passar a vida com medo de perder ou podemos ter coragem de viver profundamente aquilo que ainda temos.
Eu prefiro acreditar na segunda possibilidade.
Porque talvez, no final, a vida não nos pergunte quanto conseguimos conservar.
Talvez apenas nos pergunte:
“Enquanto esteve em suas mãos, você soube amar?”
E se pudermos responder que sim, talvez finalmente compreendamos:
o amor não fracassou porque terminou.
O amor cumpriu sua existência porque, enquanto esteve ali, foi verdadeiro.
Nenhuma mulher cruza nosso caminho em vão: umas vêm para ser amor para sempre, outras para afastar a solidão, e algumas para nos abrir os olhos e trazer o livramento.
Dizem que o amor deveria ser simples, mas o nosso sempre foi uma tempestade linda e complicada. Olhando para trás, não me arrependo de um segundo sequer, mas hoje entendo que amar também é saber quando soltar a mão para não machucar o outro.
Estamos vivendo um capítulo que não tem como continuar agora. O risco é alto demais e o peso das nossas escolhas começou a sufocar a alegria que sentíamos. Por mais que eu quisesse gritar para o mundo o que sinto, o silêncio e o afastamento tornaram-se necessários para preservarmos quem amamos e a nós mesmos.
Sigo um caminho diferente a partir de hoje, levando comigo cada conversa, cada olhar e a certeza de que você foi uma das partes mais bonitas da minha história. Que a vida seja gentil com você e que, um dia, nossos corações possam se encontrar novamente em águas mais calmas.
Adeus, com amor.
Quem disse que o amor precisa de um altar para ser eterno? O verdadeiro laço não é o que o mundo vê, mas o que a alma sente. Podemos estar em cidades diferentes, mas habitamos o mesmo pensamento; a distância separa corpos, mas nunca dois corações que decidiram bater no mesmo ritmo.
