O Amor tem que ser Alimentado
Eu não estou mal hu mo ra da, não!
Eu hoje só não tô querendo ser legal...
Dá licença!!!
☆Haredita Angel-31.10.13(Facebook)
Só o ser humano causa dor, destruição e sofrimento
— em tudo que toca —
e faz isso com plena consciência.
Seríamos um paraíso sem
seres conscientes?
Beatriz Campos Arroyo
O ser humano consegue criar tecnologia para que um avião abasteça
outro avião em pleno ar.
Mas ainda não aprendeu
a abastecer sentimentos
entre si.
Talvez o maior desafio
do ser humano não seja
construir uma sociedade melhor.
Talvez seja continuar humano dentro da sociedade
que ele mesmo construiu.
"Seja humilde sem ser submisso e confiante sem ser arrogante. Se souber, diga. Se não souber, admita. Se eu estiver errado, eu digo também — sem floreios desnecessários"
solilóquio.
Tudo o que você gostaria de ser, sou eu. A parte que você esconde quando percebe que está pensando grande demais, o pensamento que você corta no meio porque alguém ensinou que sonhar alto demais é pedir pra cair. Sou aquele pedaço que não aprendeu a pedir desculpa por querer mais, que olha pra uma vida pronta e pensa que aquilo talvez sirva pra alguém, mas não pra mim. Enquanto você mede o risco, eu já atravessei a rua. Enquanto você pensa no que vão dizer, eu penso no que vão dizer quando der certo.
Você me chama de exagero porque eu não aceito a medida que colocaram em você.
Eu sou a sua vontade sem legenda.
Sou o que sobra quando você tira o medo de decepcionar os outros, o personagem que aparece quando ninguém está olhando e você finalmente admite que não nasceu pra passar a vida seguindo roteiro escrito por gente que nunca teve coragem de escrever o próprio. Eu não quero ser aceito por uma sala que me obrigou a diminuir pra caber. Eu quero construir uma sala tão grande que ninguém precise me dizer onde sentar.
E talvez seja isso que assuste.
Porque eu não tenho vergonha de querer dinheiro, nome, respeito, liberdade, estrada, noite, música, cidade nova, história pra contar. Não tenho vergonha de querer olhar pra trás e reconhecer a minha própria mão em tudo aquilo que conquistei. O problema nunca foi querer demais. O problema foi você ter aprendido a chamar de “demais” tudo aquilo que exigia coragem.
Eu não.
Eu quero.
E quero até o verbo cansar.
Se disserem que é impossível, eu transformo o impossível em prazo. Se disserem que não combina comigo, eu mudo a combinação. Se disserem que ninguém da minha idade chegou lá, eu paro de olhar pra minha idade. Se disserem que eu devia ser mais realista, eu pergunto desde quando a realidade virou dona dos meus planos.
Você fica tentando descobrir quem você é.
Eu estou tentando descobrir até onde você consegue chegar.
Essa é a diferença.
Você quer uma vida segura. Eu quero uma vida que faça sentido quando ninguém mais estiver assistindo. Você quer ter certeza antes de começar. Eu quero começar e deixar a certeza vir depois. Você pensa em perder o que tem. Eu penso no que nunca teria se continuasse com medo de perder.
E não, eu não sou melhor que você.
Eu sou pior em algumas coisas.
Sou mais egoísta. Mais inquieto. Mais difícil de controlar. Não tenho paciência pra agradar todo mundo e talvez por isso eu pareça um problema quando, na verdade, sou só a parte de você que cansou de viver como solução pros outros.
Eu não quero ser uma versão bonita.
Quero ser uma versão verdadeira.
Aquela que erra e continua. Que cai e aprende. Que muda de cidade se precisar, muda de plano se precisar, começa do zero se precisar, mas não passa o resto da vida perguntando como teria sido.
Porque no fim não é sobre ser rico, famoso, admirado ou diferente.
É sobre não morrer cheio de versões que nunca tiveram oportunidade de existir.
E eu sou todas elas.
Sou o cara que você imaginou quando estava sozinho.
O cara que você viu no espelho e não reconheceu porque parecia confiante demais.
Sou a voz que diz “vai” enquanto a sua cabeça fabrica mais dez motivos pra ficar.
Sou o impulso.
O risco.
A fome.
A ideia que não te deixa dormir.
O plano que parece absurdo hoje e, daqui a alguns anos, vai parecer óbvio.
Tudo o que você gostaria de ser, sou eu.
Não porque eu já sou tudo aquilo.
Mas porque eu não tenho medo de tentar.
E talvez você nunca tenha precisado de outra pessoa pra virar essa versão.
Talvez tenha precisado parar de pedir licença pra ela existir.
Então quando você olhar pra mim e sentir aquela mistura estranha de inveja, raiva e vontade, não confunda.
Não é outra pessoa que você está vendo.
É você sem freio.
Você sem plateia.
Você sem a obrigação de ser compreendido.
Eu sou tudo aquilo que você deixou pra depois.
E eu não vim buscar você.
Vim lembrar que ainda existe tempo.
Mas tempo não espera.
Então decide.
Ou você continua imaginando quem poderia ter sido...
ou finalmente descobre quem você é capaz de ser.
A maior batalha do ser humano não é contra o mundo, mas contra os conflitos que carrega dentro de si. Quando aprendemos a compreender nossas dores, deixamos de ser prisioneiros delas e começamos a viver com mais liberdade.
-Jouberth Toffoli
O poder verdadeiro não nasce da necessidade de ser visto, mas da capacidade de agir com inteligência, falar no momento certo e deixar que os resultados façam o restante.
-Jouberth Toffoli
Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭
-Jouberth Toffoli
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
"O diploma mais disputado do momento é o de 'burrologia'. A ignorância deixou de ser falta de acesso à informação e virou uma escolha conveniente. O cúmulo do ridículo é ver essa massa alienada reclamando da crise e dos problemas atuais, sem perceber que o espelho é quem guarda o verdadeiro culpado."
