O Amor tem que ser Alimentado
"Devemos ser argumentos de Deus em cada momentos da vida,sejam elas nas alegrias ou nas adversidades."
A CACHOEIRA
Oh corrente água guerreira!
Contorna e cria barreiras,
Inspira-me a destreza
De ser como tu, perfeita
Fonte de saudosa sabedoria,
Alivia-me no simples ato de te olhar,
Acalma-me este teu balançar.
Teu ruído às vezes, me assusta,
Mas adoro o teu cantar
Teus mistérios, nascentes, grutas
E lutas a alcançar,
Destino travado, incerto,
Condutas do homem a te cuidar.
Venero-te, és bela, tamanha astúcia
Que em meio a pedras duras
As ensinam a te respeitar.
Quem sabe eu sigo teus caminhos!
Gosto de te explorar.
Conhecendo-te um pouco
Tuas lições hei de guardar.
MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL
Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?
Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.
Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.
Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.
Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.
E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.
A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.
A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.
O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.
Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.
Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.
Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.
Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.
Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.
O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.
O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.
O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.
E agora ele vive...
Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.
O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.
Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.
Sindy Ellen não pode ser decifrada.
Ela existe para ser amada!
É isso que eu faço não importa quando, onde ou como ela esteja.
“Todo mundo diz ser a favor de mudanças. Mas, cada vez que alguém faz algo diferente, sempre aparece alguém disposto a “lembrá-lo” como as coisas devem ser.” – Mônica Fuchshuber
O ser humano é um animal territorial que usa a arte, a política e a violência para tentar mascarar sua própria insignificância e sua falta de controle sobre o destino.
A ideia de que os animais não devem ser tratados como escravos funda-se na convicção de que são seres sencientes, e não bens ou instrumentos à disposição humana, devendo receber respeito e salvaguarda. Essa posição ética sustenta que sua utilização para trabalho, alimentação ou lazer constitui abuso, colocando em xeque o direito humano de dominá-los. Não concordo de forma alguma com tal prática!
Ser feliz é : É acordar com lucidez; É sorrir;
É contemplar a luz do sol;
É deslumbrar as belezas ao derredor;
É ter a companhia de quem amamos; É ser grato a vida ;
É ter a liberdade de expressar-se; É amar sem distinção; É ir ao encontro da paz que habita o coração. Zélia Araújo Lima
Os interesses pessoais jamais devem ser mascarados como propósitos divinos, pois, no fim, a verdadeira natureza desses interesses se revelará, evidenciando a busca por benefícios próprios acima de qualquer ideal espiritual.
A incompletude tanto pode ser promessa de alegria quanto temor da ausência:
sente-se algo prestes a se cumprir, ou é a falta daquilo que nos foi tirado?
De qualquer modo, o vazio permanece.
Ser intenso exige freios firmes;
perceber mais requer domínio do próprio sentir para não se afogar no que se percebe.
Quer ser alguém na vida?
Não espere que seus amigos,
façam escadas para o seu sucesso.
Quer ser alguém na vida?
Então construa você mesmo, os seus degraus.
Não esqueça que o seu maior inimigo,
está colado com você; ao redor da sua mesa.
Seu nome é: Inveja e essa praga, se fez presente no Paraíso, e permanece entre nós. Dentro das salas de aulas,
nos locais de trabalho e até mesmo nos templos religiosos.
Por isso não revele seus sonhos para ninguém,
deixa que eles se realizem, porque infelizmente;
vivemos cercados de olhares malignos.
Lembre-se de José do Egito foi revelar seus sonhos para sua família, e acabou sendo vendido pelos seus irmãos.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA
A realidade não se entrega pronta; deve ser buscada com meticuloso discernimento. Muito do que ouvimos são opiniões, e muito do que vemos são aparências. A prospecção do real exige esforço e lucidez.
A Democracia ativa mostra para o povo que as Redes Sociais deve ser um local educativo e contribuinte de se mostrar a verdadeira realidade de uma cidade – estado e Pais. E não deve ser usadas como palanques de políticos se mostrar em obras publicas
