O Amor tem que ser Alimentado
Você é como o Sol,
Quando nasce clareia,
O Amor e as cores do mundo,
Quando passa transforma,
A tristeza em arco-íris,
Mas quando se põe,
Troca com a lua,
E brilha de saudade
Quanto ao ciúme...
O ciúme é uma gaiola construída
Não se prende ou se impede
Do amor viver sua própria vida...
Apenas agradeça por poder amar alguém, o amor se faz de várias formas, de vários sentidos e você é a mistura de todos eles em uma só pessoa.
Saudades! Maurício Villas Boas
Se a saudades é o pedacinho do amor, eu sinto as duas coisas.
ô vontade de sentir aquecer o frio que invade o meu amago, é tão frio que chega arder, ele me corrói por dentro. machuca só de pensar. és minha linda pequena. minha princesa mulher. saudades de você...
Eu á amo com todas as minhas forças. saudades de você.
Ass. Maurício Villas Boas!
"O amor"
O amor e simplesmente incrivel.
Poder sentir a sensação de estar com alguem e incrivel
sentir seu corpo quente a o meu,
sentir seus labios tocando os meus,
sentir o prazer, e tudo mais
O amor e simolesmente incrivel quando eu estou com vc.
Quando contei de meu sucesso
Logo o brilho se perdeu
O amor que antes me tinha
Em segundos desapareceu
Pro amor é preciso tempo
Sempre ouvir sem muito acreditar
Pois quem diz que hoje não te ama
Difícil de amanhã vim te amar
Meu amor, grande amor que eu tive
Não era dela e sim somente meu
Se o amor dela era pequeno ou grande
Eu não sei, pois nada aconteceu
Me recuso a viver algo, que não seja um grande amor. Quero pele, olhares, toque, elo, sinergia de pensamentos e sentimentos; presença. Me recuso a estar com alguém na superfície, se quando sinto é profundo. Se não for para mergulhar fundo, não me convide, para ficar no raso, eu brinco sozinho.
Descobri que era você que ele sempre contemplava. Eu pude sentir o amor dele por você muito vividamente. Então, eu quis mostrar a você os sentimentos dele por você.
Quando fizer bem à alguem não espere algo em troca, afinal, o amor não busca seus próprios interesses.
Dialogo Nocturno -
Meu Amor, chegaste?
Sim Amor, cheguei ...
E a candeia, apagaste?
Sim meu bem, apaguei ...
E a porta Amor, fechaste?
Sim Amor, fechei ...
E que bulício é aquele?! Não sentes?!
Não sei Amor, não sei ...
Talvez seja a Vida a bater à porta
ou os deserdados, sem tino nem História
que vivem lá fora ...
Sem tino nem História?! Mas quem são?!
Tolos, amigos, parentes, qu'importa?!
Ó Amor - importa! - vai dar-lhes a mão ...
