O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Não se torture se você errou, apenas reflita. Se o prejuízo foi só seu, ninguém tem o direito de dizer nada, afinal, quem não erra? Os erros fazem parte da vida e a razão deles existirem é para que você aprenda.
Todo mundo erra, mas nem todos aprendem. Aproveite! Comece do zero de cabeça erguida, ninguém é perfeito, muito menos você, mas não seja bobo de repetir os mesmos erros.
Não espere que as pessoas entendam seus sentimentos. Espere, no mínimo, que elas apenas os respeitem.
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Os psicólogos interessam-se sobretudo por saber em que ocasiões há, ou não, tomada de consciência, mas negligenciam demasiadamente a outra questão, que lhe é complementar e consiste em estabelecer ‘como’ ela se processa.
Aproveite o hoje,se esqueça do passado e não planeje o futuro,porque o futuro pode não chegar e o passado não volta.
Quero uma chance
Quero uma chance pra ser feliz...
Quero alguém que me ligue,
Que não me faça ficar o fim de semana, todo esperando sua ligação.
Quero alguem que me de tranquilidade,
Que não irei ter dúvidas em relação ao seu setimento.
Quero alguém que me faça descartar a palavra Balão,
Do meu dicionário,que vai me procurar.
Quero alguém que va me ouvir,
Nos piores dias,quando simplismente não quero falar nada.
Quero alguém que va me fazer rir,
Quando estou ao ponto de quebrar tudo.
Quero alguém que me entenda,
Quando estou mal,que va entender quando fico carente
Que não va confundir com ciúmes ou insegurança.
Quero alguém que me ame,
Pelo que sou com meus defeitos e frustações.
Quero alguém,que cante pra mim,
Mesmo sendo desafinado.
que me ligue,
só pra dizer que sentiu saudades.
Quero alguém que me envolva de um jeito
Como nunca ninguém fez.
Só quero alguém que me faça feliz,
Que me de paz ao meu coração,e que esse alguem
Não tem que ser bonito ou corpo atlético so tem que ser inteligente.
Quero alguém que não me deixe mais marcas em meu coração,
Que me de paz,tranquilidade que me de o prazer de ser feliz sem medo.
Só quero alguém que me ame.
Não sou influenciável, tampouco quero influenciar alguém.
Não sou impressionável, tampouco quero impressionar alguém.
Tenho convicções que a idade e o estudo trouxeram-me.
Em um país em que o costume é esperar soluções vindas de terceiros, tenho auto estima suficiente para não esperar nada de ninguém.
O único compromisso que tenho é ser coerente comigo mesmo.
Quem Eu Sou?
Eu às vezes não entendo!
as pessoas têm um jeito
de falar de todo mundo
que não deve ser direito.
Em cada lugar que eu vou,
na escola, na rua também,
ouço dizerem assim,
quando se fala de alguém:
- Você conhece Fulano,
que chegou de uma viagem?
- O pai dele é muito rico,
tem dois carros na garagem!
- E o Maneco, lá do clube?
Pensa que é rico também?
Precisa ver que horrível
é o tênis que ele tem!
Aí eu fico pensando
que isso não está bem.
As pessoas são quem são,
ou são o que elas têm?
Eu queria que comigo
fosse tudo diferente.
Se alguém pensasse em mim,
soubesse que eu sou gente.
Falasse do que eu penso,
lembrasse do que eu falo,
pensasse no que eu faço,
soubesse por que me calo!
Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que eu tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou!
O que muitos interpretam como mau humor não é senão firmeza de espirito que só existe naqueles que, antes tarde do que nunca, encontraram um objetivo para suas vidas e o perseguem com a ferocidade causada pelo tempo desperdiçado em vão.
Não deixe as coisas criarem raízes para retirá-las de sua vida. Pois a dificuldade é maior depois para removê-la.
Era meio Dom Quixote, não que fosse cego para a verdade, mas insistia em enxergar bondade, onde os outros se recusavam a ver.
Amar é uma decisão, não é um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o Amor.
Sol da minha vida. É um misto de ternura. É doença e não tem cura. É paixão ou é loucura. Raiva e prazer.
Ninguém conhece minhas lutas. Portanto, eu não preciso provar nada, a não ser sapatos, roupas, vinhos e cachaça.
