O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora

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Hadil

Sinto saudade dos seus lábios,
que a minha boca ainda não sabe,
mas inventa em sonho
como quem adivinha o gosto
de um destino antes do beijo.


Saudade do seu olhar,
que nunca pousou inteiro sobre mim,
mas que eu já reconheço
como se houvesse em mim
um lugar antigo esperando o seu encontro.


Saudade do seu sorriso fácil,
esse sorriso ainda inédito,
que eu nunca vi de perto,
mas que já ilumina
os cantos mais silenciosos do meu dia.


Saudade dos seus braços,
dos abraços que ainda não vieram,
mas que o tempo, generoso e secreto,
parece guardar
como quem protege um instante sagrado.


Saudade da sua presença,
do som da sua voz perto de mim,
dos detalhes pequenos
que ainda não conheço:
o jeito de chegar,
de rir sem aviso,
de interromper o mundo
só por estar aqui.


É uma saudade absurda,
dessas que nascem antes da hora,
dessas que desafiam a lógica
e florescem mesmo sem memória.


Porque sinto falta
não do que vivi com você,
mas do que em algum lugar
já começou a existir em mim
antes mesmo de acontecer.


Tenho saudade adiantada,
invertida, impossível,
do instante exato
em que o tempo enfim vai ceder
e eu deixarei de imaginar
para finalmente te encontrar.

Quem abandona a família por motivos banais, não merece segunda chance. Certamente irá abandonar outra vez.

Troco agora a moldura,
não para apagar o que vivi,
mas para abrir espaço
ao que a vida insiste em florescer.
Cléber Novais.

Momentos ruins não definem nosso valor, eles revelam nossa força.

Triste estar se sentindo abandonada e só, mesmo rodeada de pessoas. "Não fale de seus sentimentos, vc tem que ser forte"...
Pior é não ter com quem falar... e as palavras se tornam lágrimas, pois não cabem mais no peito...

Quando você quiser ser
verdadeiramente justo,
não se esqueça de ouvir
os dois lados da história.

⁠Em busca de sabedoria é certo quê mais desafios serão travados e impostos a você, não para serem temidos mas sim, superados...

Se existem dúvidas, não é possível que tenhas à razão!⁠

Existem variáveis operando de forma independente e sistêmica que não dependem da sua intervenção direta. O amadurecimento de projetos e situações muitas vezes ocorre em ciclos de tempo que fogem à gestão imediata.


​A consistência operacional é fundamental, especialmente em cenários de incerteza. Continuar a entrega técnica, mesmo sem a visibilidade de resultados imediatos, é uma estratégia de longo prazo para mitigar riscos.


​Ações bem executadas tendem a gerar desdobramentos lógicos. Quando você mantém a qualidade e a direção, a probabilidade de os resultados convergirem para os seus objetivos aumenta estatisticamente. O que foi construído com base técnica e esforço contínuo tende a se consolidar através da lei de causa e efeito.

Não espere nada de ninguém.
Muito menos gratidão.
A maioria das pessoas tem interesse específico.
E você pode ser apenas mais uma peça no tabuleiro.

1° Soneto: A Voz Interna


Visão Embaçada


Oh não... Estou caindo.
Gritando até rasgar o peito.
A minha visão sumindo,
Revela-me que não há outro jeito.


Tudo o que tenho feito
Não terá nenhum sentido.
Sei que só tenho vivido
Acreditando ser imperfeito.


Agora não há mais
Como voltar atrás
E escolher outro caminho
O meu futuro está longe demais
O meu presente, agora, tanto faz.
Estou me afogando sozinho.


Tsharllez Foucallt.

A Lápide da Alma:


Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.

Negue para o mundo,
mas quando seus olhos encontram os meus… não negue nada.


Guarde segredos para as ruas,
para os nomes que você esquece nas esquinas,
para as bocas que provaram de você
sem entender o perigo do seu gosto.


Mas para mim…
deixe cair as máscaras,
como roupa esquecida no chão de um quarto silencioso.


Ainda sinto você
no limite da memória dos meus lábios,
um gosto doce demais para ser inocente,
um gosto que começa como vinho jovem
e termina profundo, quase amargo,
daqueles que a gente bebe devagar
só para prolongar o erro.


Maldito seja seu sobrenome
que encaixa tão bem no meu.
Maldito seja o jeito
que sua boca aprende a minha
como se já soubesse o caminho.


Há algo em nós que não pede licença
Não pede promessa
Não pede futuro


Só pede mais um instante


Mais um toque lento,
mais um segredo sussurrado
como quem acende um fósforo
sabendo que pode incendiar tudo.


Somos assim
um vício servido em taça cheia,
corpo envelhecendo em desejo,
cada encontro mais denso,
mais perigoso,
mais impossível de negar.


E mesmo sabendo
que outros sabores virão…

Se não puder ser sábio, seja prudente, pois o invejoso inventa história, o fofoqueiro espalha, o idiota acredita, mas o sábio só fala depois de ouvir os dois lados.

O tolo acredita EM boatos,⁠ mas o sábio não julga sem antes ouvir os dois lados da HISTÓRIA. 📚🧠🧑‍⚖️⚖️

Se você não entendeu nada dos textos abaixo e não sabe como praticar, volta para igreja e volte a ser religioso(a) novamente, reze, ore, faça jejum tudo de novo.

Eu sou uma mistura de... Calmaria, sangue quente, paz e adrenalina. Não é fácil me entender, e ainda mais difícil é permanecer na minha vida. Não poupo verdades, odeio mentiras, não disfarço o que sinto, não adio despedidas. Vivo intensamente, nos limites entre corpo, alma, coração e mente.

Estilo é como pessoalidade... Ou você tem, ou não tem. Só não pode se deixar influenciar por coisas que não te caem bem. Seja autêntico(a), ousado(a), ou ate mesmo largado(a)... Não ligue para tudo o que dizem as outras pessoas, pois, muitas delas são "Maria vai com as outras". Os gostos são seus, os sentimentos até podem ser os mesmos, mas e daí se eles forem diferentes? E daí se pra você o cinza te deixe alegre, ou que o preto te faça sorrir... Sentir-se bem, isso sim é importante!

A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)


Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.


É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.


Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.


E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.


Mas por quê?


Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.


Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.


Mas existe um custo.


Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.


E há uma tristeza nisso.


Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.


E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?


Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?


Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.


E essa é a parte mais dolorosa.


Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.


No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.


Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.


E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:


Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?


Porque existir de verdade exige presença.


E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.

Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.


Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.


Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.


E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.