O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Vivemos em uma plácida ilha de ignorância em meio a mares negros de infinitude, e não fomos feitos para ir longe.
A graça não depende da existência do sofrimento, mas onde há sofrimento você encontrará a graça de inúmeras maneiras.
Não deve haver limites para o esforço humano. Somos todos diferentes. Por pior do que a vida possa parecer, sempre há algo que podemos fazer em que podemos obter sucesso. Enquanto houver vida, haverá esperança.
Eu não preciso ser Gay para defender a causa dos homossexuais, afinal, que eu saiba, quem morreu na cruz para defender os pecadores não foi um pecador.
A oportunidade, ela não bate em sua porta. É preciso se dedicar e se esforçar porque ela chega no seu colo.
Hoje em dia não me preocupo mais com o que os outros pensam a meu respeito e sim me preocupo muito com o que eu penso a meu respeito. Sinceridade em primeiro lugar comigo mesma, com meus sentimentos, com minhas opiniões, com meus credos, com o meu Deus. Aprendi que nessa vida não se pode delegar a ninguém a responsabilidade da nossa felicidade e paz interior.
Não fale da boca pra fora, não aja sem coração, não viva sem uma razão. Não deixe a vida passar por entre os dias sem te deixar emocionado(a) de alguma forma, sem te fazer mudar por alguém ou alguma coisa, sem te fazer correr na chuva nem que seja pra mostrar que você pode dizer que ama alguém.
Não espere ser recíproco pra amar, não espere não poder mais pra se arrepender.
Diga, faça, fale, mostre, ame.
"Alguém entra na sua vida e metade de você diz, que você não está nem um pouco pronto, e a outra metade diz, faça dela o seu para sempre."
- Estou cansado, pai.
- Cansado de quê? Se você não faz nada, de manhã à noite?
- Não viver é o que mais cansa.
Se os fracos não tem a força das armas, que se armem com a força do seu direito, com a afirmação do seu direito, entregando-se por ele a todos os sacrifícios necessários para que o mundo não lhes desconheça o caráter de entidades dignas de existência na comunhão internacional.
E não sei o que sinto, não sei o que quero sentir, não sei o que penso nem o que sou.
Verifico que, tantas vezes alegre, tantas vezes contente, estou sempre triste.
Não vejo, sem pensar.
Não há sossego - e, ai de mim!, nem sequer há desejo de o ter.
(Livro do Desassossego - Bernardo Soares, heterônimo de Fernando Pessoa)
