O Amor Nao Morre apenas Adormece

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O vento não assopra apenas em uma direção, mas sim em várias direções, como brisa ou forte. E isto pode ser bom ou ruim, dependendo do lugar onde se está.

O respeito que a Bíblia prega é apenas um adiamento do inevitável: a justiça divina não falha com quem já pertence ao abismo.

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".

"O burro não muda, ele apenas move a carroça de um lugar para outro."

"Eles não são mais sábios, apenas estão trabalhando com algo que gera lucros maiores."

"Moço, eu não morri não!
Eu apenas saí de cena.
Quando menos esperar estou de volta com meu dengo, meu banzo e meu Eu."
☆Haredita Angel -11.6.17 -.11.08h

"Eu não sou teimosa, apenas não é qualquer argumento que me faz mudar de idéia ou opinião."
☆Haredita Angel

Quero te amar
Amar e te levar.
Não apenas fantasiar,
mas presenciar.
Poder ver seus olhos
e com o seu sorriso me encantar.
Por que o que mais faria,
além de te amar?
Talvez poderia procurar,
mas igual você nunca iria encontrar
É com você que eu quero estar.

"Não sou complicada, quero apenas as coisas do meu jeito."

☆ Haredita Angel

Diferente

Não sou louca, sou diferente
Não sou metida, sou apenas o que sou
Não sou especial, sou única
Não sou linda, sou alegre
Não sou vulgar, sou verdadeira
Não sou simpatica, sou entusiasmada
Não sou curiosa, quero apenas saber de tudo...rs
Não tenho medo, tenho auto defesa
Não tenho inveja, sinto admiração
Não tenho amigos, tenho irmãos
Não amo, simplesmente paro de ser quem eu sou
para ser quem nunca quis ser...
Só porque sou uma apaixonada por VOCÊ !
Mas, sou feliz por ser assim!!!!

☆Haredita Angel

Não foi apenas uma formação, foi um propósito sendo moldado por Deus.
“Antes de te formar no ventre, eu te conheci.” (Jeremias 1:5)
— Lílian Arriel

Não foi apenas uma conquista.
Foi um chamado que venceu o tempo, o processo e as opiniões.
— Lílian Arriel

Não é apenas sobre chegar até aqui…
é sobre reconhecer que foi Deus quem me sustentou em cada detalhe.
Hoje, minha conquista tem nome: fidelidade.
— Lílian Arriel

A vida não é feita apenas de vitórias, mas de aprendizados. Superar é entender que cada queda tem um propósito e cada recomeço é uma nova chance.

Para Michel F.M., o fogo e o sangue não são apenas figuras retóricas; são elementos de uma alquimia existencial. Na trilogia Flores do Pântano, essas metáforas funcionam como o motor da criação.


Aqui está como esses elementos se manifestam na obra do autor:


1. O Fogo: A Transmutação da Dor
Na obra de Michel, o fogo cumpre dois papéis contraditórios e simultâneos: destruição e iluminação.
Autocombustão: Como visto no poema, o artista "incendeia o próprio coração". Na trilogia, isso representa a ideia de que, para aquecer (ou despertar) o mundo, o poeta deve aceitar o seu próprio consumo. A poesia é o resíduo desse incêndio.
A Forja: O fogo é o que transforma o "lodo" do pântano em "flor". Não há beleza gratuita; ela é forjada na alta temperatura de uma vida intensamente sentida.


2. O Sangue e o Miocárdio: A Poesia como Biologia
Diferente de poetas que buscam o "espiritual" ou o "abstrato", Michel F.M. ancora sua obra no corpo. O uso de termos como "miocárdio" ou "pulsação" revela:
O Sangue como Tinta: Escrever não é um ato intelectual, é uma hemorragia controlada. O sangue simboliza a herança, a ancestralidade e, principalmente, a vitalidade que o artista sacrifica para que o leitor sinta algo.
O Ritmo Cardíaco: A estrutura de seus textos muitas vezes emula a pulsação: frases curtas, cortes secos e uma urgência que parece vir de uma pressão arterial elevada. É a "anatomia do impulso".


3. A Dialética do "Pulsar"
O objetivo final dessa queima e desse derramamento é o mundo continuar pulsando.
Para o autor, a sociedade vive em um estado de "anemia emocional" ou "entorpecimento". O artista, então, atua como um desfibrilador: ele toma o choque para si para que o coração coletivo (a humanidade) não pare de bater.


Essa visão transforma o poeta em uma figura quase messiânica, mas desprovida de glória — ele é um "operário da dor".

Há sorrisos que iluminam o rosto,
mas servem apenas para não escurecer o olhar diante dos outros,
porque nem toda alegria é presença de paz,
às vezes é só a maquiagem silenciosa de um coração cansado,
tentando não desabar em público.

O luto não enterra apenas quem parte,
ele também sepulta versões de nós que existiam naquele encontro,
deixando a alma vagando entre memórias e ausências,
até que a dor, cansada de sangrar, vire saudade habitável,
e o amor aprenda a continuar sem presença física.

Quando colocamos nossos olhos no que é eterno e não apenas no que é passageiro, entendemos que as lutas são capítulos, não o livro todo.

O mais belo de esperar em Deus não está apenas no que recebemos, mas no quanto somos moldados no processo. A espera nos ensina paciência, fortalece nossa fé e nos transforma em alguém mais parecido com Jesus.

Ore não apenas para que Deus mude os outros, mas para que transforme seu coração a ponto de amar quem o fere.