O Amor Nao Morre apenas Adormece
A força interior não somos nós que a fazemos. Ela já está armazenada esperando apenas ser ativada por aqueles que desejam vencer, enquanto outros que se entregaram na mesmice é porque a desconhecem e nunca buscaram por resultados vitoriosos
Guerreira, amorosa, dedicada e sempre presente. Mulher, não importa sua cor ou raça, apenas o presente que sai de seu coração
Há homens que não querem apenas viver no mundo. Querem possuí-lo.
O primeiro erro de quem deseja governar o mundo é não compreender que o mundo não é um trono, é um organismo. Não é um objecto de comando, mas uma soma viva de vontades, culturas, interesses, medos e resistências.
Quem tenta governar tudo, precisa controlar tudo. E para controlar tudo, precisa destruir o que não controla. Assim começam as ruínas. A história ensina que o desejo de domínio absoluto sempre terminou em cinzas.
O mundo não se curva; ele absorve, desgasta e, por fim, derruba. Basta lembrar o colapso do projecto imperial de Adolf Hitler ou o império expansionista de Napoleão Bonaparte ambos tentaram moldar o mundo à sua imagem e encontraram a resistência da própria realidade.
Governar o mundo exige eliminar diferenças. Eliminar diferenças exige violência. Violência constante gera medo. E o medo nunca constrói, apenas adia o colapso. Quem tenta governar tudo acaba por destruir o próprio espaço que deseja comandar. Porque o mundo não é um território. É um equilíbrio frágil.
Juro, não pensei como eu poderia errar, eu quis apenas cuidar, mas aquela proteção, mesmo tanto amor, eu a machuquei quando achei ser o melhor; querendo poupar você de quem me deu a luz, alguém que perseguia você, não me queria com você; talvez não saiba, mas quantos anos eu vivi guerras, éramos menores, eu só queria estar com você, mas este alguém não deixava e mesmo assim, tantas vezes eu passei por cima; todo inferno que vivi, eu vivi para encontrar meu céu em você.
Lembra daquele cara, aquele que deixou o curso, quando você mandou mensagem querendo ajuda, querendo falar comigo; você podia ter escolhido qualquer pessoa, tantos amigos você tem, tantas pessoas que te amam; mas você me quis, você me pediu chorando: preciso de você; e eu disse estou indo, saí do curso e voltei; quando vi você chorar, meu coração rasgou, eu quis abraçar você, cuidar de você; sem querer que soubesse de onde eu vim; saberás um dia, eu vim por amor e sempre por você: eu deixo tudo.
Não quis que pensasse errado; quando tudo que faço por você, eu fiz por amor; cada mensagem sua, cada palavra sua, cada olhar seu me dá paz e me faz o coração gritar e dizer como sou louco, simplesmente alucinado de amor por você, minha menina; tudo que eu mais quero na vida, tudo que eu mais pedi há Deus é vê-la feliz, nada me importava mais que sua alegria; eu querendo pedir você do meu lado, mas não vou errar novamente, o egoísmo é meu castigo; por amar tanto você, desejo que encontre o amor que não há machuque como o meu te machuca.
Por me afastar querendo cuidar, não querendo deixar: quem me deu a luz machucar você; eu abandonei você e sem dizer a razão, me afastei; quando achei estar protegendo você, não pude perceber, o quão imaturo fui; não pensei em você, o quanto sofreu sem mim e quando percebi, nunca na vida foi tão doloroso estar vivo; quis tantas vezes me matar, nunca haverá perdão para mim; mas vou amar você; o tempo não vai importar, por você vou amar e, falar dessa dor com amor.
Escrita Autoral!
Porque sucesso sem significado pessoal é apenas desempenho. Você chega lá, mas não se reconhece no caminho.
Incentivar a ler não é apenas ajudar o indivíduo a evoluir, mas deixar um legado beneficiente à sociedade.
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.
A resistência ao que é não acontece apenas nas situações difíceis; ela também aparece na tentativa sutil de prolongar experiências agradáveis. Observar isso com honestidade revela que o apego e a aversão são movimentos da mesma raiz: a incapacidade de permitir que a experiência seja livre. A liberdade não está em escolher melhor, mas em não estar preso à escolha.
“Uma sombra nunca pode impedir alguém de viver — ela não toca a vida, apenas a parede onde a luz decide não brilhar.” ✨
“O problema do tráfico não se combate apenas nas ruas, mas na raiz — é na educação das crianças que se corta o ciclo e se planta um futuro de escolhas, não de correntes.”
“Mais um ano nasce não apenas no calendário, mas em nós: um novo começo onde os sonhos deixam de ser espera e passam a ser caminho.”
“Na origem, o corpo era apenas verdade, não motivo de culpa. Adão e Eva não sentiam vergonha porque ainda não havia separação entre quem eram e quem pareciam ser. A desobediência não criou o corpo nu, criou o olhar que julga. A vergonha nasceu quando a inocência foi perdida, não quando a pele foi revelada.”
A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma.
A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história.
E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.
No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo.
E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia.
Tatianne Ernesto S. Passaes
