O Amor Não Acaba, nós é que Mudamos
O amor é como o ar puro da vida, se a gente não se abre pra respirar, podemos acabar morrendo por falta dele.
REFLEXÃO
“O amor não termina no grito, mas na ausência, no tratamento raso, no descaso e na falta de cuidado. Não se desfaz na discussão, e sim na falta de compreensão, empatia e respeito, mas na indiferença. Quando dois corações já não se procuram no silêncio, não sentem mais saudades e não se declaram em palavras sentimentos de AMOR, é porque a desconexão chegou antes da despedida.
O triste é que, em alguns casos, não existiu tempo de dizer ADEUS.”
(Mestre Malaquias da Viola)
Às vezes, insistimos em ficar não por amor, mas por medo de admitir que o ciclo já terminou. Soltar não é fraqueza nem abandono — é reconhecer que algo cumpriu seu papel. A maturidade está em entender que nem toda permanência é virtude e que algumas partidas são apenas o respeito pelo tempo que passou.
AMOR GIGOLÔ
O AMOR ACABOU!
Como se isto fosse verdade... O amor não acaba, o que acaba numa relação é o INTERESSE.
O oculto não é revelado. Ter maturidade e perspicácia é importante para distinguir e descobrir QUAL É O INTERESSE DO OUTRO. Pois, o que sai da boca é tudo manipulação, a atitude é a verdadeira intenção.
O Amor é Sagrado
O amor não acaba…
Ele é essência divina, chama viva que nasce do espírito.
Mas até o que é sagrado, na matéria, pode silenciar…
O amor morre —
não por falta de destino,
mas por ausência de presença.
Morre quando o cuidado se ausenta,
quando o carinho se cala,
quando a atenção deixa de ser oração diária.
Amar também é servir…
é regar com gestos,
é sustentar com a alma aquilo que Deus um dia acendeu.
Sem isso…
até a chama mais pura se recolhe.
E o que antes era luz,
se torna apenas lembrança.
Por Simone Cruvinel
O amor, às vezes, não faz sentido. De que adianta se entregar por inteiro e acabar abandonado como se não valesse nada?
"o problema que a vida não é como no cinema
e se tratando de amor quase sempre termina naquele dilema"....
"O amor mais difícil não é o que termina; é aquele que continua vivo mesmo quando o mundo inteiro insiste que ele nunca deveria ter existido."
“” A distância não separa o desejo
Nem acaba com o amor
Apenas nosso beijo
Fica um pouco pra depois...””
Em muitas famílias, o amor acaba sendo substituído pela conveniência. Não existe o mais amado, mas o mais conveniente
Relações podem terminar mesmo existindo amor, especialmente quando duas pessoas não conseguem, naquele momento, transformar sentimento em equilíbrio. Mas, em razão do amor, uma reaproximação, tende a acontecer de forma mais sólida quando nasce de reflexão genuína, diálogo maduro e disposição concreta dos dois para reconstruir — e não apenas da saudade ou do sofrimento da perda.
O amor que deixa marca não é aquele que termina, mas aquele que se transforma em uma parte permanente de quem somos. É como uma tatuagem na alma: invisível para os outros, mas sentida em cada batida do coração.
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
