O Amor e o Perdão tudo Alcança
Nem sempre pedimos a vida que temos, nem mesmo carregar todos os nossos pecados, alguns agem de forma terrível e outros de forma imperdoável. Talvez nenhum de nós sejamos dignos de perdão, alguém um dia terá que decidir isto, mas por enquanto somos apenas dignos um do outro e isso já é muita coisa para se possuir em um mundo vazio de amor.
Páscoa e paixão de Cristo
É sempre Páscoa quanto temos a paixão de Cristo brotando em nossas ações, palavras, sentimentos e em nossas atitudes perante a nossa jornada, nessa vida 🤝🙏
2. “Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito.” (Mateus 28:6)
A ressurreição de Cristo é o coração da Páscoa cristã. A palavra grega usada para “ressuscitou” é ēgerthē, que significa “foi levantado”, “ergueu-se”. Isso revela que a ressurreição não foi apenas um retorno à vida, mas uma elevação gloriosa. A tumba vazia não é apenas um sinal de vitória sobre a morte, mas o marco de um novo tempo, onde a esperança supera o medo e a vida triunfa sobre a escuridão.
Eu gostaria de tentar entender como funciona o cérebro dos fugazes, pois o coração não dá para entender
Se me perguntarem... existiu um momento na minha vida em que me senti desamparado, sem a menor esperança e confiança. Porém, algo grandioso demais para ser entendido aconteceu e tudo mudou para sempre!
Se me perguntarem... eu conheci Jesus Cristo, um amor tão puro e poderoso que eu nem sabia que existia. Mas, que me guarda desde antes do meu nascimento e sempre esteve me esperando.
Se me perguntarem... Ele também te ama e é a solução para toda a sua angústia e dor. Eu não estou falando de religião, mas de amor... e Deus é amor!
Se me perguntarem... não importa onde e nem como você esteja... ore a Deus e peça, em nome do Senhor Jesus Cristo, para Ele te ajudar. Deus está perto e, não importa o que você tenha feito, vai te ajudar... o sangue de Jesus garante a benção. O Seu amor não muda e é para sempre! GLÓRIA A DEUS!
E hoje o nosso filho, Gabriel, completa 7 anos. Não sou de ficar olhando para trás, mas hj me peguei olhando algumas fotos de quando eu era casado contigo e me veio à mente o “Mito da Caverna”, de Platão.
Em toda a minha vida adulta, vivi acorrentado no interior da minha própria caverna (na cultura policial militar com os benefícios e malefícios que o ethos guerreiro me proporcionou), vivia um cotidiano louco, que era um misto de coisas extremas, como homicídios (provenientes de auto de resistência), orgias (4x4, Mistura Certa) e bebedeiras (Mariuzinn, Lapa 40º, Furacão 2000 na Quadra do Salgueiro, etc), típicas dos tenentes do 1º BPM à época.
Em meados de 2007, eu conheci você, a paixão que senti, forçou-me a sair da minha caverna, foi forte o bastante para quebrar as minhas correntes e querer descobrir o que, da minha caverna, eu só vislumbrava as sombras (família, cumplicidade, amor...), através de poesias, livros, filmes e até observando a vida de outras pessoas.
No início de 2008, nos casamos, finalmente saí da minha caverna, enxerguei, com os meus próprios olhos, o mundo que eu só vislumbrava as sombras. Ao sair da minha caverna, a luz do sol (o seu amor) ofuscou a minha visão de imediato (pra quem vive na guerra, o amor confunde), porém fui me habituando com a minha nova realidade e pude enxergar (vivenciar) as maravilhas da vida fora da caverna.
Naquele mesmo ano, fui alvejado por um projétil no meu joelho esquerdo, no Morro do Querosene (Complexo do São Carlos), você morreu de preocupação. Para te agradar, resolvi abandonar o ethos guerreiro e fiz a inscrição para o curso do, à época, Grupamento Especial de Salvamento e Resgate – GESAR (iria salvar vidas ao invés de tirá-las... kkkkk). Fui o primeiro colocado no processo seletivo, parecia tudo certo, mas comandando uma Operação no Morro da Mineira (Complexo do São Carlos), matei um vagabundo (teve gosto de vingança, já que era da mesma facção criminosa dos que me balearam) e o meu coração voltou a endurecer, eu me enchi de orgulho e vaidade, consequentemente, voltei a visitar a caverna da qual já tinha me libertado (sei que magoei você).
Na segunda metade de 2008, você engravidou, dessa vez, a luz fora da caverna foi tão forte (nunca senti tanto amor, eu conversava com a barriga) que me cegou. Logo eu, que sempre me senti tão forte e corajoso, tive medo e, sem explicação, deixei vocês. Corri de volta para a minha caverna e de própria vontade, eu me acorrentei... Covarde!
Não me sentia digno e nem capaz de ser pai. Não atentei para Nietzsche, que já dizia: “Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”. E não só olhei para o abismo, como mergulhei de cabeça nele. Usava o fato de não ser dado à corrupção, para justificar as minhas crueldades.
Especialmente hoje, passei a imaginar como teríamos sido os três juntos. Etienne, o fato é que você me trouxe paz, em uma vida de guerras. O seu amor sempre foi a minha fraqueza, paz é para os fracos, no entanto, espero que esse sentimento seja somente hoje e que, amanhã, eu volte a ser o mesmo FDP de coração gelado de sempre!
Na penumbra da noite, onde os suspiros ecoam e os corações revelam seus segredos mais profundos, há uma história singular de amor e desconexão... Era uma vez um filho cujo coração era um labirinto de emoções contraditórias, um intricado emaranhado de amor e desafios.
Ele amava sua mãe, não por escolha, mas por destino. Nos laços intrínsecos que os uniam, nas memórias entrelaçadas de sua infância, ele encontrava o calor reconfortante do amor maternal. As noites em que ela o embalava com histórias de encanto, os dias em que suas palavras eram bálsamo para as dores infantis, tudo isso tecia os fios invisíveis do amor.
Contudo, em meio às sombras dos anos, cresceram as distâncias. Os caminhos da vida os levaram por trilhas distintas, onde as pedras da incompreensão se erguiam como muralhas entre eles. Os dias se transformaram em anos, e o entendimento se perdeu nas entrelinhas do tempo.
Ele amava sua mãe, mas não gostava dela. Nas complexidades da relação, encontrava-se um enigma de sentimentos que desafiava a lógica do coração humano. Pois, enquanto o amor fluía como um rio infindável, a simpatia tropeçava nas pedras da discordância.
E assim, na tapeçaria da vida, eles teciam uma história de amor imperfeito, onde os fios do afeto se entrelaçavam com os nós da discordância. Mas, apesar das sombras que pairavam sobre suas relações, havia luz nos recantos mais profundos de seus corações, uma luz que brilhava com a esperança de entendimento, de perdão e de aceitação mútua.
Pois no coração humano, mesmo nas sombras mais densas, há sempre espaço para o amor, mesmo quando o gostar se torna um desafio. E na jornada da vida, talvez seja nessa imperfeição que residam os laços mais verdadeiros e profundos, onde o amor, mesmo confrontado com a discordância, encontra seu lugar para florescer.
Mãos dadas, mãe que alimenta o filho, beijo que aquece as veias, que leva a vida ao coração e neste imenso jardim, mãos de mães que grudam, me vejo pequenina no colo da minha mãe .... Saudade aumenta... O tempo não espera é hora de pedir perdão , é hora de dizer uma palavra de amor....Natalirdes Botelho
Por hoje e sempre desejo...
Que a Paz de Espírito transborda em nós
Que a Felicidade na família nos uni mais
Que a Saúde do corpo da Alma e da mente se renova com o ar respiramos
Que a Sabedoria de Deus venha no momento certo todos os dias
Que a Vitória sobre as lutas sejam imediatas
Que o Amor de Jesus Cristo tome conta do universo
Que o Perdão abra caminhos da Gratidão para enxergarmos a Abundância de Deus em nós .
Deus Pai Filho e Espírito Santo esteja Contigo e Comigo hoje e sempre . Amém
Terapeuta Natalirdes Botelho
Acostumar com o errado, nos incapacita de forma doente pelo erro e nos vitimiza como coitados. A esperança atrofia e nos distancia de qualquer possibilidade do acerto para vivermos um dia, pelas melhores mudanças felizes que merecemos naturalmente por vida.
Não tenho o menor direito de me sentir próximo ao perfeito mas sou bem mais poucos erros e muito mais acertos.
Deus é vida e transformação. Meu maior milagre, ocorre baixinho e devagarzinho todos os dias, dentro de mim mesmo, toda vez que por fé, me perdôo e supero as contradições.
O estudo da vida e da medicina são ciências de conhecimento inexatas. A cada caso e movimento a natureza autônoma interfere a seu jeito. A logica não faz parte do entendimento.
Poucos percebem com gratidão, todo esforço e bondade passadas de uma velha amizade. Cada vez mais as pessoas são efêmeras e preferem, por comodidade, mesmo que artificialmente viverem na superfície das relações do agora.
Semeio amigos verdadeiros pela vida todos os dias e os inimigos, perdôo e rogo a Deus que sejam muito felizes mas bem distantes de mim.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
