Nunca Vou te Esquecer Filha
Existe um problema nas igrejas há mais de 2.000 anos que nunca foi solucionado: diz uma coisa e faz outra completamente diferente.
O amor é tão lindo.
Vi este amor na minha mãe.
Que nunca deu-me o amor, e nunca mostrou -me o amor.
Se o amor é tão lindo como a minha mãe, mostrou -me ,
Neste exato momento
Estaria com a minha mãe e o meu pai.
A falta da minha mãe , e o meu pai,
Mostrou -me a malícia disfarçada em amor nas pessoas.
Estas pessoas nunca amam ninguém.
É impossível ficar sem elas
Elas estão em todos os lados🥺
Estão nos ônibus
Estão em casa
Estão nas ruas
Temos que ficar com olhos abertos
Fui maquinista de trens que nunca foram meus, acelerando sem controle até o estrago acontecer; tentei mudar de caminho, mas quase me perdi de vez, até entender que nunca devia ter conduzido trens que não me pertencia
o olhar de ressaca,
que tu, oh Capitu leva,
Se o casmurro vesse,
que tu, o bela
nunca foi de trair,
ele nunca teria feito oque fez,
mas, ao ouvir a voz do dias,
ele se cegou..
tu o bela musa dos olhos de ressaca,
não chores por casmurro,
sendo quem é,
manipulador de primeira é.
tuas palavras, a sabedoria sua,
o assusta...
Então não leve oque ele diz,
pois moça dos olhos de ressaca,
tu nunca foi a mentirosa do conto...
-Por que escapa de mim, tempo?
-Nunca fugi de ti, é que você corre igual uma gazela pra chegar aonde quer, mas não percebe passar por mim, garoto. Então te aconselho a parar um pouco de correr contra e sentar-se a tomar um café comigo no orion, o que achas?
-Tá bom, aceito.
O dinheiro é algo necessário para a sobrevivência humana. Mas ele nunca vai comprar o amor verdadeiro. Você pode até comprar uma companhia, mas carros caros e celulares de luxo não te farão uma pessoa rica de amor. Muito pelo contrário pessoas interesseiras irão se aproximar de você e irá construir relações rasas com pessoas frias e vazias. Animais domésticos não são dotados de grandes fortunas, mas conseguem transmitir mais amor do que certas pessoas. Quem consegue beijar os olhos de alguém e mergulhar fundo dentro de uma alma irá descobrir o verdadeiro sentido de amar.
Quem é o aluno ou aluna que nunca se apaixonou por um professor ou professora na universidade que atire a primeira pedra. Isso é normal e pode significar ter sanidade mental. Anormal é se apaixonar por celebridades, ir sempre atrás dessas pessoas famosas querendo ter algo com elas.
Não seja uma pessoa ingênua. Fique atenta. Se uma pessoa nunca te viu contando dinheiro, nunca olhou seu telefone, seu carro, nunca viu sua casa ou o que tem dentro dela, e ela não sabe quanto ganha ou quantos empregos você tem, e essa pessoa fala que gosta de você, acredite. Caso contrário, duvide.
Já senti essa dor antes, por alguém que nunca me enxergou de verdade, mas agora dói mais — porque é você. E eu não suportaria ver a mesma história se repetir, não com você.
Se a beleza fosse realmente importante nunca acabaria,Pois nada que seja importante um dia acaba,sempre sobram lembranças e isso as revive.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Nunca me disseram que a ausência de amor poderia cavar subterrâneos dentro da alma.
Apenas fui percebendo, dia após dia, que algo em mim se retraía sempre que o afeto era negado ou a presença me era retirada sem explicação. E assim nasceu o porão.
Um porão não se constrói de uma vez.
Ele começa como um canto escuro da memória, onde jogamos o que não sabemos lidar: o abandono, o desdém, as palavras não ditas, os olhares que desviaram de nós no instante em que mais precisávamos ser vistos.
E quando nos damos conta, já estamos vivendo ali dentro.
Silenciosamente.
No meu porão, não havia janelas.
Apenas lembranças repetidas como ecos:
“Você é demais.”
“Você exige muito.”
“Você espera o que ninguém pode dar.”
Um dia, desejei ser amado. Verdadeiramente.
E, em meu desejo, ofereci tudo o que havia guardado.
Entreguei minha sede, minha esperança, minhas cicatrizes.
Mas do outro lado, veio o silêncio.
Ou pior — uma rejeição educada.
E então, fiz o que aprendi a fazer: voltei para o porão.
Fechei a porta por dentro.
E culpei a mim mesmo por não ser digno das cores do outro.
Mas ali, no escuro, algo começou a mudar.
Percebi que a dor que tanto me esmagava, não era apenas pela ausência de amor…
Era pelo peso de ter construído minha identidade com base na validação alheia.
Era pela minha tentativa constante de provar que merecia ser amado.
E foi então que compreendi:
O porão não é um castigo.
É um chamado à reconstrução.
Um convite da alma para que deixemos de implorar luz dos outros… e comecemos a criar a nossa.
O arco-íris não se forma no porão porque não há janelas.
E não há janelas porque, por medo de sermos feridos, tapamos toda e qualquer fresta por onde o amor pudesse entrar — inclusive o próprio.
Agora eu sei.
Não é que ninguém quis me amar.
É que eu me abandonei na expectativa de ser salvo.
E a verdade é esta:
Não há arco-íris no meu porão…
porque fui eu quem escondeu o sol.
Mas hoje — hoje eu quero recomeçar.
Talvez eu ainda não saiba como abrir as janelas.
Mas já tenho nas mãos a chave do trinco.
E isso… isso já é luz.
Reflexão final:
Você não precisa de alguém que desça até os teus porões para te amar. Precisa, primeiro, ser quem decide não viver mais neles. A partir daí, tudo começa a mudar. O arco-íris não virá de fora. Ele nasce quando você ousa sentir orgulho da tua própria coragem — mesmo que ninguém esteja aplaudindo.
CAPÍTULO II – O COLÓQUIO DOS QUE NUNCA PARTILHARAM A LUZ.
“Foi apenas um sorriso... mas a eternidade se abriu por um instante e teve medo.”
I. O Sorriso que não Sabia Ficar.
Era uma noite sem lua — mas com vento. Camille desceu ao porão mais uma vez, como se a noite lhe pertencesse, como se a escada soubesse o peso da alma dela. Joseph já a esperava, não como quem aguarda alguém, mas como quem reconhece o inevitável.
Ele estava com as mãos sujas de tinta seca. Rascunhava em uma parede uma frase:
“Deus não nos condena — nos observa em silêncio.”
Quando ela chegou, ele se virou com a lentidão dos que não se acostumam à presença.
— “Trouxe as flores?” — perguntou ela, com a voz baixa, quase como um lamento que queria parecer alegria.
— “Roubei-as do cemitério da rua de cima. Ninguém sentirá falta. Estão todas mortas lá... inclusive os vivos.”
Camille sorriu. E o sorriso dela doeu.
II. Colóquio no Escuro.
Sentaram-se frente ao outro. Ele a fitava como quem se vinga da luz, por amá-la demais e ao mesmo tempo temê-la. Ela recostou o queixo sobre os joelhos.
— “Sabe o que me assusta, Joseph?”
— “A vida?”
— “Não. O que há dentro de mim quando você sorri.”
— “E o que há?”
— “A vontade de viver. Isso me assusta mais do que morrer.”
Ele engoliu em seco.
Camille segurou uma de suas mãos, não para apertar, mas para impedir que fugisse de si mesmo.
— “Prometa que se eu morrer antes, você não escreverá sobre mim.”
— “E se eu prometer, você viverá mais?”
— “Não. Mas saberei que ao menos você me amou em silêncio, e não em frases soltas por aí.”
III. Instante Suspenso na Poeira.
Joseph sorriu. Não muito. Apenas o suficiente para que o mundo inteiro parasse por um milésimo de eternidade.
Camille, deitada agora sobre um lençol rasgado, observava os traços dele à meia-luz de um lampião antigo.
— “Por que você sorriu?” — perguntou.
— “Porque me senti feliz.”
— “E por que o medo veio logo depois?”
— “Porque a felicidade não é para nós, Camille. É como o fogo para quem vive em papel.”
Eles não falaram mais por um longo tempo.
Só o ruído do lampião, e o rangido suave da escada apodrecendo com os anos.
IV. Promessas no Fim do Tempo.
Antes de subir de volta à noite, Camille parou no degrau mais alto, olhou para ele como quem olha do fundo de um abismo invertido — do alto para o que está enterrado.
— “Joseph...”
— “Sim?”
— “Prometa que você não sobreviverá muito tempo depois de mim.”
— “Você quer que eu morra?”
— “Quero que não me esqueça. Nem mesmo para viver.”
Ele assentiu. Não era promessa. Era sentença.
V. Felicidade Medrosa: O Amor que Pressente a Perda.
Eles foram felizes naquele instante.
Mas era uma felicidade assustadora, como a criança que descobre por um momento que os pais podem morrer.
Ou como o prisioneiro que vê uma fresta de luz — e teme que ela revele que o mundo lá fora nunca o esperou.
Camille e Joseph sabiam:
Quanto mais se amassem, mais doloroso seria o silêncio que viria depois.
E ainda assim... sorriram.
Com medo.
Mas sorriram.
“Diziam que era apenas um romance soturno... mas era um universo inteiro tentando amar sem voz.”
Fragmento atribuído a Camille, encontrado sob um retrato queimado.
O mundo vai te machucar de varias maneiras, isso eu posso lhe garantir. Devido eu nunca saber me dar com isso, vivia na escuridão, uma escuridão tão densa que não conseguia ver a luz. Mas olho para as pessoas que convivi todos esses anos, pessoas importantes pra mim, minha mãe, meu pai, meus irmãos e o principal de todos meu filho, todos eles foram a luz quem encontrei queimando no meu coração, a minha luz na quela escuridão. por isso,hoje vivo apenas pra minha família .
As vezes pego me imaginando,
como seria se o amanhã nunca chegasse pra mim!?
será que ela sentiria falta, será que meus amigos sentiriam!
será que meus pais!?
será que eles saberam o quanto eu os amava?
eu sempre tentei de todas as maneiras demostrar.
E se meu tempo na terra estivesse terminado,
e essas pessoas fossem levando a vida,
e com o passar do tempo que as batalhas chegassem
e percebecem que eu não estava mais ai lado deles pra
ajuda-los, como se sentiriam?
Imaginem se amanhã nunca chegar ?
