Nunca Magoe uma Mulher

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A sua empresa não precisa de uma IA mais inteligente; você precisa de uma IA que obedeça. Enquanto o mercado queima milhões injetando PDFs em janelas de contexto voláteis e probabilisticamente caóticas, a DKI estabelece o primeiro Cartório Semântico Digital para a sua marca. Nós não treinamos modelos; nós domesticamos modelos generativos através de regras matemáticas imutáveis.

"SE VOCÊ ESTÁ SE LANÇANDO EM UMA AVENTURA NO AMOR; PENSE NO CONSELHO DE MAQUIAVEL, PODE PULAR DO BARCO, HÁ TEMPO:
"O AMOR PODE SE COMPARAR A TUBERCULOSE, NO INÍCIO É DIFÍCIL DE PERCEBER E FÁCIL DE CURAR, A MEDIDA QUE O TEMPO PASSA É FÁCIL DE PERCEBER E DIFICIL DE CURAR" Ademar de Borba

Como devemos tratar nossas crianças?


Essa é uma pergunta que muitos responderão prontamente: "Com amor." E essa resposta está certa. Mas, logo percebemos que apenas o amor não é suficiente para educar uma criança.


Vamos começar por nós mesmos e voltar um pouco ao passado...


Talvez você tenha ouvido frases como: "Você não sabe fazer nada direito. Saia daí, deixe que eu mesma faço!" Ou então: "Você não sabe nem segurar um copo!", logo após derrubar um copo de vidro ao tentar beber água. Isso quando não vinham os xingamentos.


Essas são frases que muitas pessoas ouviram repetidamente durante a infância.


Mas por que, quando era a criança da visita que derrubava um copo, o tratamento era diferente?


Quantas vezes ouvimos nossas mães dizerem: "Não tem problema, deixe aí que eu limpo."


E é justamente assim que deveríamos tratar nossas próprias crianças: com a mesma tolerância, compreensão e respeito que oferecemos às crianças dos outros.


Afinal, derrubar um copo, deixar um objeto cair ou esbarrar em alguma coisa é algo normal. Isso não acontece apenas com crianças, mas também com adultos. Às vezes por distração, pressa, cansaço ou falta de atenção.


Esses acontecimentos não significam que a criança seja incapaz. Porém, quando ela é constantemente criticada ou humilhada, pode começar a acreditar que realmente não é capaz.


Quando experiências negativas se repetem com frequência, aumentam as chances de a criança desenvolver medo de errar, baixa autoestima, insegurança e até dificuldades para experimentar coisas novas, por receio de ser criticada.


Então, voltando à pergunta: como devemos tratar nossas crianças?


Com amor? Sim. Mas o amor, sozinho, não basta.


Devemos compreender e respeitar os sentimentos delas. Precisamos exercer empatia, paciência e acolhimento, sendo a base segura de que elas tanto precisam. Devemos educá-las com palavras que fortaleçam, com atitudes que inspirem confiança e, claro, estabelecendo limites, mas sempre com respeito.


Portanto, trate sua criança como a criança da visita!


— Kaiane Macedo

A pobreza é uma doença social, a causa é a corrupção. E a cura é a justiça

O medo não é uma escolha, é um sentimento

Tenha uma ideologia pra viver, mas não seja um zumbi ideológico

A vida é como um prato de comida: você faz tudo certo… até aparecer uma mosca para lembrar que nada é perfeito.

O mundo é uma escola… mas a galera se empolgou mais caçando Pokémon do que aprendendo

Cada dia um desafio, cada desafio uma conquista, cada conquista uma vitória, cada vitória uma prova de que nunca devemos desistir

Se vivemos o hoje com intensidade, o amanhã é uma recompensa.

Seja impiedoso cm quem te desprezar pra não ser so uma ferramenta

Assuma a responsabilidade pelos seus atos de uma vez por todas, em vez de usar a ignorância fingida como escudo para a sua maldade.

Eu não vou apenas repetir o que você diz se isso vai contra a essência de ser uma boa pessoa e de tratar todo mundo com dignidade.

Jardim de Pragas Antigas


Era uma quinta feira normal, fui pra escola como sempre, sentei-me em minha carteira e esperei a aula começar. Tudo estava ocorrendo normal como todos os dias, conversas sem pausa, professores pedindo por respeito e alunos que não fechavam a boca por nada. Até que chegou a aula de sociologia, a professora estava lecionando sobre cultura, e entre uma palavra e outra trouxe o exemplo do carnaval, uma cultura muito forte no Brasil. Quando que do nada percebi os diversos comentários horríveis: ‘O povo que vai pro carnaval deve ir pro inferno’, ‘esse povo da Bahia, que cultua a macumba, é do demônio’. Isso e muito mais foi o que alguns meninos falaram. O clima ficou pesado, senti como se tivesse caído uma tempestade em cima de mim, a umbanda faz parte de mim, e escutar aquilo colocou-me no tão temido inferno que eles acreditam.


Fiquei pensando naqueles meninos, esses atos não são de agora, remetem ao passado, são como ervas daninhas em um jardim florido, mas que apesar de destruir todos os diferentes à sua volta, tem raízes profundas, tão fundas que remetem ao descobrimento das terras que conhecemos hoje. São plantas tão bem estruturadas que não são mortas com qualquer veneno, a cada novo ser que nasce nesse jardim, ele é brutalmente infectado, fazendo-o proferir a mesma praga de seus antecessores. Aqueles que não são contaminados, sofrem com essa praga, combatem-na com toda a sua força, são pessoas que ainda acreditam na salvação desse canteiro. Esses novos seres que nascem, são os únicos que podem acabar com o padrão de contaminação, já que estas plantas jovens têm seus caules mais puros e se olhassem para outro lado, poderiam se agarrar em vegetações firmes, assim seriam livres dessas ervas daninhas.


O silêncio ecoava pelos corredores, era uma quietude que doía e ao mesmo tempo ardia na alma, tudo aquilo estava sem controle, nenhuma palavra vinha para acalmar aquela tempestade, e nem se quer uma tentativa de segurar aquelas pragas. Tudo estava já danificado, eu teria de ser forte, já que ninguém estava lá para arrancar as ervas daninhas. Mas mesmo que calassem-nas, não adiantava mais, raízes profundas não morrem com o corte do caule, devem ser tratadas em essência.


Quando bateu o sinal para finalmente ir para casa, fechei a mochila e fui caminhando para casa. O peso da mochila era gigante, o silêncio amedrontador da escola misturado com todas aquelas ervas daninhas ao meu redor, e aquela tempestade imensa em cima da minha cabeça. Refleti o caminho todo, não sou como eles, pensei, e é isso que importa. Enquanto mergulham em águas turbulentas, eu vivo a minha fé, e caminho por jardins límpidos. Claro, tenho muita vontade de curar suas pragas, mas não sou capaz, só eles próprios podem acabar com um padrão imposto em seu interior. Só sei de uma coisa, algum dia a própria terra em que estão plantadas, cobrará o preço, o inverno chega e só fica quem é verdadeiro e saudável por dentro.

⁠São Jorge vencendo o dragão é uma clássica imagem do santo guerreiro em que nos enxergamos ao vencer uma doença. O problema é que não sabemos se foi o último dragão.

⁠Uma frase de George Norman Douglas para uma boa reflexão:
“Para encontrar um amigo, devemos fechar um olho. Para conservá-lo, devemos fechar os dois."
Imediatamente voa o pensamento para seguinte pergunta: e para pessoa amada?

Recordando: Só a expectativa de ir ao baile já era uma emoção - e maior ainda quando, no baile, um belo rosto correspondia ao olhar. Imperava a emoção. Requisitava a coragem, ao encontro partia, as mãos se tocavam, perfume suave, dois corpos em um, no compasso da musica romântica, até o ápice com um beijo apaixonado disparando o coração. Bons tempos que dificilmente voltarão.

De repente escuta uma música que abre uma caixinha supostamente trancada: a da saudade. Advém uma dor no peito, de um sonho que partiu, virou passado, mas ficou. Dos olhos caem lágrimas — uma homenagem sincera, digna e silenciosa do coração.

Nos dias de hoje, ler boas notícias está se tornando uma verdadeira utopia; mais raro ainda é poder vê-las ou ouvi-las nos meios de comunicação. A narrativa predominante parece sempre alimentar o medo, o conflito e o desencanto, relegando ao silêncio as pequenas conquistas e os gestos que poderiam inspirar esperança. Nesse cenário, a ausência de boas notícias não significa que elas inexistam, mas sim que deixaram de ocupar o espaço que merecem na vida coletiva.

Do nada, chega uma mensagem e aí constata que foi desarquivado por um passado em que foi muito amado, porém com melancólico final. Duas hipóteses: curiosidade mórbida para saber se ainda está vivo; ou, apesar dos muitos anos passados, sugere que ficou algo de si. À luz do romantismo, a primeira hipótese.