Nunca Magoe uma Mulher
A mulher que buscar a dureza no homem como valor será reduzida a nada. Frieza não traz felicidade, parceria e cuidado.
Mulher; "Deus tem um Boaz, um resgatador para sua vida, não aceite menos do que isso", e receba o cuidado de Deus para seu coração.
Mulher; há um amor que não exige sacrifício do seu coração, que respeita a sua fé, valoriza quem você é, e acolhe seu passado sem julgamentos.
As lágrimas tocam o coração de Deus, mas a fé move a mão d’Ele.
A mulher do fluxo de sangue não precisou chorar diante de Jesus, ela precisou crer. E ao tocar na orla do manto, pela fé, ela recebeu cura (Mc 5:34).
Lázaro estava morto, Marta chorava, Maria chorava… mas foi a fé na palavra de Jesus que trouxe vida novamente (Jo 11:40-44).
"Termino o ano, não preocupado com o mundo, mas sim com o valor do Homem e da Mulher!"
Otávio ABernardes
Goiânia, 29 de janeiro de 2026.
Mulher não trai, se vinga
Helaine Machado
Mulher não trai.
Ela se cansa.
Cansa de dar tudo
e receber quase nada.
Cansa de acreditar,
de esperar,
de insistir sozinha.
Você acha que ela vai fazer igual?
Não…
Ela vai é sumir.
Vai parar de mandar mensagem,
de perguntar,
de se importar.
Vai tirar você da vida dela
como quem tira um peso.
Sem grito.
Sem cena.
Sem explicação.
A vingança dela
é o silêncio.
É você procurar
e não encontrar mais.
É perceber tarde demais
que perdeu alguém
que só queria ser amada de verdade.
Mulher não trai…
ela acorda.
E quando acorda,
não volta mais.
Helaine Machado
Mulher de 50
Ser mulher de 50 é carregar no olhar a história que ninguém vê por completo.
É ter cicatrizes que já não doem, mas ensinam.
É entender que o tempo não levou a beleza — apenas a transformou em presença.
Ser mulher de 50 é não pedir mais permissão.
É escolher ficar, partir, amar… ou simplesmente se bastar.
É silenciar o mundo quando a alma pede paz.
É olhar no espelho e reconhecer não só o rosto,
mas a coragem de quem sobreviveu a si mesma.
E, mesmo depois de tudo, ainda floresce.
Ser mulher de 50…
é não ter pressa de nada,
porque finalmente aprendeu o valor de si.
Helaine Machado
Não é sobre, é por que ser mulher
Helaine Machado
A mulher já nasce raiz,
moldada no ventre de sua mãe.
Carrega em si o início de tudo,
força que ninguém vê, mas sente.
É feminina, mas vira leoa,
quando o mundo ousa desafiar.
Sonha alto, com os pés no chão,
sem nunca deixar de acreditar.
É tempestade, é caos, é mar,
é silêncio que grita por dentro.
Mas quando se torna mãe,
renasce maior que o próprio tempo.
Não ouse pisar em seus passos,
nem duvidar do que ela é capaz —
porque dentro de uma mulher
existe um gigante em paz.
Helaine Machado
Mulher Quando Sai do Eixo
Helaine Machado
Tem dias que ela se desencontra de si,
como quem se perde no próprio caminho.
O sorriso falha, a voz se recolhe,
e o coração já não encontra ninho.
Quando a mulher sai do eixo,
o mundo ao redor também se inclina.
Nada mais cabe no lugar de antes,
nem a dor que insiste, nem a rotina.
Ela cansa de ser fortaleza,
de sustentar o que ninguém vê.
Por dentro, um grito contido:
“Quem cuida de mim, se não eu mesma, por quê?”
É no limite do silêncio
que ela quase se desfaz,
mas é também nesse abismo
que descobre o quanto é capaz.
Porque quando ela se rompe,
não é o fim — é transição.
É Deus ajeitando os pedaços
e devolvendo direção.
Helaine Machado
Coisas de Mãe, Jeito de Mulher
Helaine Machado
Mãe é detalhe que ninguém vê,
mas sustenta tudo sem aparecer.
É mão que guia, é voz que acalma,
é colo que cura rachadura da alma.
Tem cheiro de casa, gosto de cuidado,
olhar atento mesmo estando cansado.
É pressa por dentro e calma por fora,
é quem se doa inteira… toda hora.
Coisas de mãe são feitas de silêncio:
um “vai dar certo” em meio ao sofrimento,
um joelho no chão quando ninguém vê,
conversando com Deus por você.
E ainda assim, é mulher — inteira, viva,
com sua dor que quase ninguém cativa.
Guarda vontades, adia desejos,
mas nunca economiza nos abraços e beijos.
Se reinventa em cada fase da vida,
mesmo quando se sente perdida.
Porque dentro dela existe um poder
que só quem é mãe consegue entender.
É raiz profunda, é vento leve,
é quem nunca solta, mas também não prende.
É amor que ensina, corrige e acolhe…
é mãe sendo mulher,
e mulher sendo forte.
Helaine Machado
Gosto de ser sua mulher, porque você me faz sentir a mais especial do mundo.
Mesmo quando meu corpo mostra imperfeições — por eu ser gorda e não ter seios —, você me enxerga de um jeito único.
Todos os dias, você me conquista novamente.
Me traz café na cama, me deseja como se fosse a primeira vez, como lá no começo, há 28 anos atrás.
Você, Osmar, é o homem que me faz sentir amada, desejada e completa.
Ao seu lado, eu me sinto, de verdade, a mulher perfeita.
Helaine machado
Chega
Chega de feminicídios.
Não dá mais pra fingir que é normal.
Ser mulher não pode ser
um risco diário,
um medo constante,
um silêncio imposto.
Quantas vozes ainda vão ser caladas
antes que o mundo escute?
Quantas histórias interrompidas,
quantos sonhos arrancados
no meio do caminho?
Não, não é “só mais um caso”.
É uma vida.
É uma ausência que nunca se preenche.
Ser mulher deveria ser liberdade —
não sentença.
Chega de medo.
Chega de dor.
Chega de perder mulheres
para uma violência que já passou do limite.
Porque existir
não pode custar a vida
Helaine machado
Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.
O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.
A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.
Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.
O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.
Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.
Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.
A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.
Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.
O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.
Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.
O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.
Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.
A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.
O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.
Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.
Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.
Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.
Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.
E talvez seja isso o que realmente importa.
O padrão de mulher com o corpo perfeito...
Quem disse que a mulher tem que obedecer a um padrão de estética do seu corpo...
Estipulado por mídia ou terceiros, que querem que a sociedade tenha um padrão de corpo perfeito, mas na verdade o que esses egoístas querem e a tal falsa perfeição da mulher ,querem que elas obedeçam a um padrão sugerido por esses que a definem para a sociedade uma mulher perfeita.
Magra, sarada, magrela, gordinha ou popozudas...
A mulher é linda mesmo com suas imperfeições.
Deus não estava muito criativo ao criar o Homem, mas Deus foi perfeito ao criar a mulher que são tão lidas mesmo com suas imperfeições.
Sou menina, sou mulher, sou esposa e amante
Sou mãe e filha, nesta vida viciante
Amo as artes
Minha paixão é dançar
Escrever é meu refúgio
Para a alma relaxar"
Mulher de março ou de Marte
Janeiro, é fila na creche
Anotação no diário
Vem fevereiro,
as contas não fecham
Culpa é o salário
No dia 8 de março
temfesta da Mulher!!
Só alegria!
Depois, vai levar
Filho à escola
Corre para o trabalho
Chega pouco atrasada
E a desculpa não cola
Tem a reunião agora!
Termina arrasada,
Corre ao banheiro
e chora .
E os meses acontecem....
Julho,vem notas de boletim
Agosto vai ter plantão sem fim
Ser Mulher é ser rio perene
Tem ação na correnteza
E na sua nascente a delicadeza
Mas o corpo que sofre
Como um segredo no cofre
Reclama baixinho
Dê-me pausa!
Um pouquinho.
Mulher energia marciana
Faz arte a vida inteira
Você não veio de cratera
Mas sim de trincheira
Seu olhar até declina
Mas sua fala nos ensina
Você tem marca acreditada
É símbolo da Cocriaçao
Fórmula de vida assinalada
Pelo registro da Criação
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