Nunca Diga que Ama uma Pessoa
A justiça e a verdade andam sempre juntas. Uma jamais conseguirá existir sem a outra. Mentiras pequenas são até aceitas nos tribunais brasileiros, mas somente com a verdade é que conseguirá alcançar o improvável.
Enfermeiros com educação superior possuem uma relevância elementar na docência, ajudando na formação de técnicos de enfermagem, enfermeiros graduados, contribuindo também para formar médicos quando ensinam em graduações de medicina em universidades e em alguns centros universitários.
A enfermagem forense é uma área nova em ascensão. Logo, enfermeiros forenses são autoridades técnico-científicas atuando na linha de frente e no acolhimento de vítimas de violências e acidentes traumáticos.
Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?
Uma qualidade tão rara e importante que se perdeu na sociedade. Igualdade parece simples, até que a biologia, a cultura e a religião colidam. Algumas diferenças não podem ser discutidas, outras são moldadas pela mídia pró-feminista. Somos iguais em essência, mas não em papéis.
Você me disse que mudou bastante nesses meses… Mas não foi exatamente uma mudança. Foi só o tempo deixando enxergar com mais clareza quem você sempre foi. Aquela maturidade que você sempre teve, aquela forma de priorizar a paz, aquele jeito de pensar que parece “chata” perto de muita gente… Tudo isso já estava aí. Só demorou um pouco pra você se reconhecer nisso. E o mais bonito é que, quando você finalmente se encontra com o que realmente é, fica bem mais fácil de se aceitar.
E assim você consegue ser mais feliz consigo mesma.
O mundo humano é como uma grande escadaria, depois que você chega no último degrau não tem outra opção, que não seja descer novamente para voltar à subir... A eternidade se repete, por falta de criatividade... Eis uma escravidão!..
Para um cidadão médio é bem mais fácil criar um nome, um título, uma só palavra que represente uma idéia abstrata qualquer, do que ter uma boa base de saber fundamental, para criar novas argumentações e perspectivas...
O fato consumado é sempre a verdade materializada, de uma incógnita presumida... O homem comum não tem a capacidade, de identificar a verdade real...
A culpa não é um tema adequado para ser discutido dentro de uma sociedade caótica, que possui seus erros instalados na programação como algo natural do sistema vigente... Se todos lavássemos a roupa suja, teríamos que conversar por anos à fio...
Uma filosofia motivacional qualquer, está longe da verdadeira sabedoria que não busca conforto e felicidade, mas tão somente o saber nú e crú, sobre tudo o que pode ser compreendido pelo homem um dia...
Falar de competência ou incompetência dentro de uma sociedade caótica que vive de atribulações, é propaganda falaciosa devido a imprevisibilidade natural dos seus efeitos...
O tempo é uma ilusão mental compartilhada pelo todo, satisfeito em uma vida teatral medíocre de pequenos feitos corriqueiros... A busca por ser grande, já foi abandonada.
E assim se foi mais uma noite de solidão, minhas noites não tem sido fáceis e meus dias tem sido como minhas noites. Tentei seguir em frente mais uma vez, mas de novo a droga do amor apareceu na minha frente. Me entreguei achando que dessa vez seria diferente, que eu teria alguém para conversar, para rir, enfrentar as dificuldades junto... Mas novamente o amor me pregou uma peça e mostrou-se um amor platônico.
Tento buscar em minha memória... será que cometi algum erro? Mas nada encontro.
A conclusão é que sentimentos devem ser guardados para si mesmo, pois se forem expostos, certamente usarão contra vc.
E se os seres humanos não fossem apenas uma criação de Deus, mas partes literais dele?
E se, ao criar os primeiros humanos, Deus tivesse dividido uma parte da sua própria essência para dar origem a seres verdadeiramente conscientes e independentes? Talvez quisesse testar a sua criação, observar o universo através de outras perspetivas, ter companhia ou simplesmente deixar de existir sozinho. Mas e se não tivesse previsto completamente as consequências dessa decisão?
E se cada novo ser humano precisasse de receber uma pequena parte dessa essência divina? Quanto mais a humanidade crescesse, mais fragmentada ficaria a força de Deus. O seu poder continuaria a existir, mas estaria distribuído por milhares de milhões de pessoas incapazes de agir como uma só consciência. Deus não teria desaparecido, mas estaria progressivamente mais fraco enquanto entidade individual.
E se os animais tivessem sido uma experiência anterior, criada com fragmentos menores ou sem a mesma liberdade e consciência? E se os dinossauros tivessem sido uma das primeiras criações a crescer para além do equilíbrio esperado? Talvez Deus tenha permitido que dominassem o planeta durante milhões de anos, até perceber que já não conseguia controlar a sua expansão e teve de recorrer a uma solução extrema para recomeçar.
E se os humanos fossem a tentativa seguinte? Seres fisicamente mais pequenos, frágeis e com vidas mais curtas, que aparentemente seriam mais fáceis de controlar. No entanto, Deus teria subestimado a inteligência, a capacidade de adaptação e a velocidade de reprodução da humanidade. Com a agricultura, a medicina e a tecnologia, os humanos começaram a ultrapassar quase todos os limites naturais, tal como os dinossauros tinham feito, mas de uma forma muito mais rápida e difícil de travar.
Nesse caso, e se aquilo a que chamamos “mal”, como doenças, catástrofes, epidemias e outros acontecimentos destrutivos, não fosse apenas castigo ou crueldade? E se fossem tentativas cada vez mais imperfeitas de abrandar o crescimento humano e recuperar parte da força divina? Ou, pelo contrário, e se essas tragédias fossem consequências involuntárias do enfraquecimento de Deus, que já não teria poder suficiente para manter o mundo completamente estável?
E se Deus já não conseguisse controlar com precisão aquilo que criou? Talvez apenas fosse capaz de influenciar forças naturais, originando acontecimentos demasiado grandes e indiscriminados. Isso explicaria por que motivo as catástrofes não atingem apenas pessoas consideradas más e também destroem vidas inocentes. Não seriam julgamentos perfeitos, mas ações desesperadas de uma entidade que está a perder o controlo.
Mas o que acontece à parte divina de uma pessoa quando ela morre? Regressa a Deus, fortalecendo-o novamente, ou permanece separada para sempre? Se regressar, talvez a vida e a morte façam parte de um ciclo de distribuição e recuperação de energia. Se não regressar, então cada nascimento aproximaria Deus de uma fragmentação definitiva.
E se Deus não puder simplesmente eliminar a humanidade porque isso significaria destruir partes de si próprio? Talvez tente apenas limitar o nosso crescimento, esperando que encontremos equilíbrio antes que a sua consciência original desapareça por completo.
E se a razão pela qual Deus parece silencioso não for a sua ausência, mas o facto de já não estar concentrado num único lugar? Talvez Deus esteja presente em cada consciência humana, observando o mundo através dos nossos olhos, sentindo através das nossas emoções e agindo através das nossas escolhas, mas sem conseguir reunir todas essas experiências numa única vontade.
E se os nossos impulsos para criar, proteger, amar, conquistar e destruir forem manifestações diferentes dessa mesma entidade fragmentada? Talvez o conflito humano seja, literalmente, Deus em conflito consigo próprio.
Nesse cenário, será que a humanidade está lentamente a destruir Deus, ou está a transformar-se numa nova forma dele? E se o verdadeiro objetivo não for obedecer a uma entidade exterior, mas aprender a unir as partes distribuídas por todos nós? Talvez Deus esteja cada vez mais fraco enquanto ser individual, mas possa tornar-se novamente poderoso se a humanidade algum dia conseguir agir como uma consciência coletiva.
E se Deus nos criou para ter companhia, mas acabou dividido entre todos nós? E se agora estiver à espera que as suas próprias partes percebam aquilo que são e encontrem uma forma de voltar a unir-se?
