Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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Adonai é a única liderança
Faz com ele uma aliança.

Estou em uma fase da vida em que não aceito estagnação,
minha meta é evolução, disciplina e transformação.
Tudo aquilo que já não ressoa com a minha energia,
eu corto sem medo, sem culpa, sem nostalgia.
Na minha caminhada só permanece quem vem para somar,
quem tem foco, propósito e vontade de prosperar.
Quem vibra na mesma frequência, permanece na direção,
quem escolhe o atraso, fica pelo caminho, sem continuação.
Minha alma e minha vida pedem avanço, não regressão,
pois nascer para crescer sempre foi minha maior missão.
A jornada aqui é clara, e o destino já está traçado:
seguir sempre em frente, nunca para o passado.

Apoiar uma ideia fora da curva é o investimento de maior retorno do planeta: você transforma uma visão isolada em um império global.

Igreja, seu nome é hipocrisia e salvação é uma palavra vazia.

Notas de uma realizadora

O tempo passa devagar,
vinte e quatro horas não são vinte e quatro,
são relógios intermináveis
quando penso em ti.

O que poderia ser escrito ao teu lado
se perde no vazio da distância.
Nada faz sentido —
só nós, nossa bênção, nosso lar.

Viajar sem você não faz sentido.
Sair sem você não faz sentido.
Sim, estou dependente,
e assumo com alegria:
você me faz bem.

Você é o que eu esperava de Deus,
meu combo de presente.
Temos tantas semelhanças,
e é isso que nos aproxima.

Tenho certeza que Deus quis isso,
junto com seus anjos,
suas estrelas,
e até os extraterrestres.

Depois de uma grande tempestade, até o silêncio parece carregar outro significado.

Quando o simples se torna difícil, cada pequena conquista passa a ter o tamanho de uma grande vitória.

Poema - Falsidade


É uma coisa na minha frente
E outra quando estou ausente
Maior inimigo da verdade
Se chama falsidade
Decepção não tem nome
Maldito o homem que confia no homem
Se decepção matasse
Talvez eu não estaria aqui mais
O que mais sai da boca
É que uma mão lava a outra
Escuto isso toda vez
Mas quando chega a minha vez
A água acabou, o que restou
Decepção de novo
Falou que era nós
Mas só ficou na voz
A palavra atitude
É um personagem ilustre
Muitos fingem ter
Procurei, mas cadê?
Muitos não têm
Poucos que têm
Não usa máscara
Mas tem duas caras
Do tipo assim
Fala mal dos outros pra mim
E de mim pros outros
No fim fala de todos.

A beleza de uma flor não reside em sua aparência, mas em sua efemeridade. Uma flor de plástico engana o olhar, mas não tem nenhuma essência.

Que Animal Você Está Sendo Hoje?
Era mais uma corrida de aplicativo. Assim que a passageira entrou no carro, cumprimentou-me com um sorriso, colocou o cinto de segurança e, depois de alguns minutos de silêncio, perguntou:
— Senhor, posso fazer uma pergunta um pouco estranha?
— Claro! As perguntas estranhas costumam ser as mais interessantes.
A senhora sorriu.
— O senhor acredita que podemos comparar as pessoas com animais?
Olhei pelo retrovisor e respondi:
— Acredito. Fazemos isso o tempo todo, mesmo sem perceber. Quando alguém tem dificuldade para aprender, chamamos de burro. Quando é traiçoeiro, dizemos que é uma cobra. Quando é esperto, uma raposa. E, quando demonstra coragem, lembramos de um leão.
A senhora ficou pensativa.
— Então cada animal representa uma característica humana?
— De certa forma, sim. Mas um mesmo animal pode representar qualidades e defeitos. A cobra pode simbolizar traição, mas também transformação. A raposa representa inteligência, embora possa usar a esperteza para enganar. A tartaruga é lenta, mas também paciente e persistente. E o leão representa coragem e força, embora possa nos lembrar da arrogância.
A senhora riu e perguntou:
— E o senhor? Que animal escolheria para representá-lo?
Pensei por alguns segundos.
— Talvez o peregrino.
A senhora franziu a testa e caiu na risada.
— Mas peregrino não é animal!
— Eu sei. Mas talvez um peregrino carregue um pouco de vários animais dentro de si: a paciência da tartaruga, a persistência da formiga, a visão da águia, a coragem do leão e, às vezes, a esperteza da raposa. Mas também precisa aprender a não agir como uma cobra quando alguém lhe faz mal.
A senhora ficou em silêncio por alguns instantes e perguntou:
— E qual animal o senhor acha que eu sou?
Olhei novamente pelo retrovisor.
— Ainda não conheço a senhora o suficiente. Mas, se tivesse que escolher agora, diria que a senhora é uma coruja.
— Por quê?
— Porque observa antes de falar. E fez uma pergunta que acabou me fazendo pensar.
Depois de alguns quilômetros, ela voltou ao assunto:
— Sabe de uma coisa? Talvez passemos boa parte da vida tentando descobrir que animal são os outros, quando deveríamos primeiro descobrir que animal estamos sendo.
Aquilo me chamou a atenção.
— Essa foi boa.
— Pense comigo — continuou a senhora. — Às vezes somos leões quando precisamos enfrentar os nossos medos; tartarugas quando precisamos de paciência; formigas quando precisamos trabalhar e persistir; cães quando demonstramos lealdade. Mas também podemos ser cobras quando traímos alguém, pavões quando deixamos a vaidade falar mais alto e burros quando insistimos em não aprender com os nossos erros.
Sorri.
— Então talvez a vida seja uma espécie de zoológico.
— Talvez — respondeu a senhora. — Mas com uma diferença: os animais simplesmente seguem a sua natureza. Nós podemos escolher qual comportamento vamos alimentar e qual animal vamos deixar aparecer.
A corrida estava terminando. Quando paramos em frente ao destino, a senhora olhou para mim antes de abrir a porta.
— Hoje eu aprendi uma coisa.
— O quê?
— Que não devemos perguntar apenas: “Que animal é aquela pessoa?”. Talvez a pergunta mais importante seja:
A senhora abriu a porta, sorriu e completou:
— “Que animal eu estou sendo hoje?”
A senhora se despediu e seguiu seu caminho. Fiquei alguns segundos parado, pensando naquela conversa. Talvez aquela passageira tivesse razão. No fundo, todos nós carregamos um pequeno zoológico dentro de nós. Em alguns dias, somos leões; em outros, tartarugas. Às vezes, formigas, cães, águias ou corujas. E, infelizmente, também podemos ser cobras, pavões ou burros.
Mas existe uma diferença importante entre nós e os animais: eles simplesmente seguem a sua natureza; nós podemos refletir e escolher mudar. Podemos trocar a arrogância pela humildade, a falsidade pela sinceridade e a teimosia pela vontade de aprender.
E talvez essa seja uma das maiores viagens que podemos fazer: não aquela que nos leva a lugares distantes, mas a que nos conduz para dentro de nós mesmos, em busca de descobrir quem somos e, principalmente, quem estamos escolhendo ser a cada novo dia.
Peregrino Nino Carneiro

Sempre haverá uma luz no fim do túnel para quem estiver disposto a acender a própria lanterna.

“Tenho marcas que ninguém vê, histórias que poucos conhecem e uma força que eu mesma ainda estou descobrindo.”

CATÁLOGO RACIONAL DAS OBRAS QUE PODEM SERVIR PARA FORMAR UMA BIBLIOTECA ESPÍRITA.

- Allan Kardec, publicado originalmente em 1869.
O ESPIRITUALISMO PROGRESSIVO EM ALLAN KARDEC: A DOUTRINA ABERTA AO ESTUDO, À RAZÃO E AO APERFEIÇOAMENTO DA HUMANIDADE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Resumo aprimorado:
No Catálogo Racional das Obras que podem servir para formar uma Biblioteca Espírita, Allan Kardec revela um aspecto essencial do Espiritismo: o seu caráter progressivo, fundamentado no estudo constante, na análise criteriosa e na união entre ciência, filosofia e moral.

Kardec demonstra que a Doutrina Espírita não deveria permanecer isolada, mas dialogar com os conhecimentos capazes de contribuir para a compreensão do Espírito, da alma e das leis divinas. Por isso, seleciona obras antigas e modernas que apresentavam princípios semelhantes aos ensinamentos espíritas, fatos importantes ou reflexões úteis ao progresso humano.

Um dos pontos mais marcantes é a valorização da pesquisa e da razão. Ao incluir inclusive obras contrárias ao Espiritismo, Kardec demonstra confiança na força da verdade examinada pelo pensamento crítico, permitindo que cada pessoa compare ideias e forme sua própria convicção.

Outro aspecto progressivo está na compreensão de que o conhecimento espiritual acompanha a evolução humana. O Codificador não rejeita contribuições externas quando elas apresentam elementos compatíveis com os princípios espíritas, como a imortalidade da alma, a reencarnação, a pluralidade dos mundos e o progresso indefinido do Espírito.

Assim, Kardec apresenta o Espiritismo como uma doutrina dinâmica, destinada ao crescimento intelectual e moral do ser humano, onde a fé deve caminhar junto à investigação, à experiência e ao aperfeiçoamento contínuo.
Pontos salientes do aspecto progressivo em Kardec:
Estudo permanente: a Doutrina incentiva a formação intelectual por meio de livros, pesquisas e observação.

Conciliação entre fé e razão: a fé espírita não teme o exame racional.

Abertura ao conhecimento universal: Kardec aproveita elementos úteis de diversas áreas do saber.

Progresso espiritual contínuo: o Espírito é visto em marcha constante rumo ao aperfeiçoamento.

Educação moral da humanidade: o objetivo final é o melhoramento humano e a fraternidade universal.

Fonte-base: Catálogo Racional das Obras que podem servir para formar uma Biblioteca Espírita -
Allan Kardec, publicado originalmente em 1869.

OBRAS E AUTORES QUE EVIDENCIAM O CARÁTER PROGRESSIVO DO ESPIRITUALISMO SEGUNDO O CATÁLOGO RACIONAL DE ALLAN KARDEC (1869)

No Catálogo Racional das Obras que podem servir para formar uma Biblioteca Espírita, Allan Kardec reuniu obras de diferentes épocas e áreas do conhecimento que, segundo ele, poderiam auxiliar nos estudos espíritas, pela afinidade de princípios, pelos fatos relatados ou pelas reflexões filosóficas apresentadas.

ALGUNS EXEMPLOS:
1. O LIVRO DOS ESPÍRITOS — ALLAN KARDEC (1857)
Obra fundamental da parte filosófica da Doutrina Espírita, apresentando os princípios dos Espíritos, como imortalidade da alma, reencarnação, lei de causa e efeito e progresso espiritual.

2. O LIVRO DOS MÉDIUNS - ALLAN KARDEC (1861)
Obra dedicada ao estudo experimental dos fenômenos mediúnicos, apresentando a teoria das manifestações espirituais.

3. O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO — ALLAN KARDEC (1864)
Explicação das máximas morais do Cristo e sua concordância com os princípios espíritas.

4. O CÉU E O INFERNO - ALLAN KARDEC (1865)
Estudo da justiça divina e da situação dos Espíritos após a morte, com exemplos da vida espiritual.

5. A GÊNESE, OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO - ALLAN KARDEC (1868)
Obra que relaciona espiritualidade, leis naturais, ciência e interpretação racional dos fenômenos considerados extraordinários.

6. REVISTA ESPÍRITA — ALLAN KARDEC (1858–1869)
Jornal de estudos psicológicos dirigido por Kardec, reunindo pesquisas, debates e observações sobre o desenvolvimento das ideias espíritas.

7. DEUS NA NATUREZA - CAMILLE FLAMMARION (1867)
Kardec incluiu esta obra entre as complementares ao Espiritismo, demonstrando a aproximação entre investigação científica e questões espirituais.

8. PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS - CAMILLE FLAMMARION (1862)
Obra relacionada ao estudo dos mundos e à ampliação da compreensão humana sobre a criação.

9. PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS DA ALMA - PEZZANI (1865)
Tratava do princípio das múltiplas existências da alma, tema relacionado ao progresso espiritual.
10. O ESPIRITISMO DIANTE DA RAZÃO — V. TOURNIER (1868)
Obra voltada à reflexão racional sobre os princípios espíritas.
CONCLUSÃO:
A seleção de Kardec demonstra que o Espiritismo, em sua visão, não deveria ser uma doutrina fechada, mas um campo de estudo permanente, capaz de dialogar com a filosofia, a ciência, a história e a moral, acompanhando o progresso intelectual e espiritual da humanidade.

Uma música pode não mudar o mundo inteiro, mas pode mudar completamente o mundo de alguém.

Uma canção que nasce no silêncio tem o poder de transformar multidões.

O pecado original é uma manobra narrativa para culpar a criatura pelos erros do Criador.

O ser humano é uma fagulha do Absoluto, presa numa experiência criada por um agente limitado.

Um ponto final onde deveria existir uma vírgula....

A noite refletia as dores e esclarecia a confusão que estava em meu coração, ⁠"perdida" essa é a palavra chave, perdida em um mundo provisório cercada de indecisões cuja a ideia principal é procurar refúgio ou será um esconderijo, não quero decidir agora, más se não for agora quando? Eis a indecisão! Não posso ignorar o que eu acumulei dentro de mim não sei como acabar com isso, talvez por ironia os sentimentos sejam dores disfarçadas de alegria, momentos são apenas acontecimentos felizes e momentâneos que te assombram e te destroem, doi sentir tudo o que um dia eu jurei não usufruir mais! Porque é tão fácil fingir está bem com um sorriso e difícil esconder com os olhos ? talvez seja a janela da alma Ou apenas um observador de pessoas! Perdida em lembranças ... Perdia em tuas palavras... Perdida em um ponto final que não coloca-te ... Perdia..perdia... E sem sinal de ser encontrada!

Para cada narrativa dominante, uma nova estátua.

A memória também é uma disputa de poder.