Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Quando o silêncio fala mais alto.
Ouço uma voz dentro de mim.
Que não fala coisa com coisa.
Nem mostra marcas do fim.
Quando o silêncio afeta a alma.
Sinto vontade de gritar pra dentro.
Mas, não é lícito perder a calma.
Gritar, falar, qualquer pensamento.
Quando o silêncio vence a fala.
Sinto que tenho que me calar.
Qualquer sofrimento me abala.
É impossível me controlar.
Quando o silêncio não tem nada a dizer.
Sem motivos é simplesmente silêncio.
Me pergunto toda hora o porquê.
Porque se apossou de mim o silêncio.
Quando para o silêncio não existe resposta.
Quando não parece ter sentido a vida.
E no silêncio se ouve o abrir de uma porta.
E Deus te diz: Eis aqui Tua saída.
Uma das coisas que eu aprendi na vida é que quem quer alguma coisa, não cria dificuldade, porque sabe que isso não é desculpa pra continuar na merda. Assume responsabilidades, honra compromissos, supera limites, quebra barreiras, têm interesse e se esforça.
Quem tem objetivos honestos, não se freia por medo e nenhum vício.
Todo mundo sabe exatamente o que está fazendo.
Recomeçar é dar uma nova oportunidade a si mesmo, é renovar as esperanças na vida, criar novas metas, projetar novas conquistas e o mais importa, acreditar que você será capaz de superar todos os obstáculos.
Existe uma diferença entre passar por um problema e viver sistematicamente no problema. Quando gera aprendizado significa que foi superado, senão, torna-se gotas diárias de tortura.
Mais uma semana começando...
Que venha trazendo
A paz que precisamos.
O amor, que desejamos
O respeito que merecemos
O nosso consolo, é que uma hora tudo vai passar.
O dor passa, o choro passa, a agonia passa e o mal estar.
A ferida cicatriza e para de sangrar.
Pois, não há mal que dure quando a gente acredita na força do amor, do perdão e da fé.
✍🏻Se a vida tem uma lógica, é essa; em cada passo dado, um novo passo é criado de acordo com a sincronicidade dos pensamentos em virtude de sermos todos energeticamente interligados.
👣👣♾️☸️🕉️💟🩷
Olhar nos seus olhos e dizer cuida do meu coração ele está em tuas mãos, mostra ele uma direção, pois na primavera eu colherei uma bela flor, no verão serei o seu suor, no outono comerei do seu fruto e no inverno serei seu cobertor.... E se ao acordar você não está.
Mesmo se eu não te ver mais
A saudade vai marcar a tua imagem no meu coração
Rai Mota
A minha vontade agora é de sair caminhando em uma estrada sem
Saber onde vou chegar, sem tempo pra retornar, sem que ninguém esteja a me esperar.
A minha vontade mesmo era sumir do mapa ate mesmo dos pensamentos das pessoas dos sentimentos, da vida, como se pudesse ser desfeita toda minha história na terra, que eu pudesse voltar de onde eu vim.
A minha vontade no momento era ir pra um lugar que eu nunca fui mais eu sei que eu vim de la, eu nao sei oq tem la mais com certeza é melhor do que o que tem aqui, é um paradoxo sem fim, parece embaraçoso, mais eu sinto saudade do que eu nunca apalpei, como ser ja tivesse vivido intensamente.
A minha vontade mesmo era sair voando pelo espaço vendo coisas novas sem preocupar com o tempo, pq o tempo ja ficou pra traz e nao me governa mais, estarei a cima do jugo do tempo que tanto me aflinge.
Se o dia amanheceu pra você, lembre-se
de agradecer.
Pois, mais uma vez você tem a chance
de fazer o que ontem você não fez.
Esta manhã nublada e chuvosa, me fez pensar : Ah… como eu queria te ver mais uma vez.
Sentir teu toque, firme o bastante para me fazer sentir segura,
suave o suficiente para me desfazer inteira em teus braços.
Conversar sem perceber o tempo passar,
rir como quem esquece o mundo,
ouvir um rock ou um samba; pouco importa o ritmo, porque, quando estamos juntos,
tudo passa a seguir o compasso do nosso sentir.
Que esse reencontro deixe de existir apenas nos meus pensamentos
e encontre o caminho do real, do toque, do agora.
Sinto tua falta em cada detalhe,
em cada silêncio que insiste em gritar teu nome.
Todas as minhas células sentem a tua ausência,
como se o meu corpo e o meu coração
ainda soubessem exatamente onde pertencem.
Os dias e os meses passavam depressa enquanto eu cursava a escola normal. Havia uma pressa no tempo, como se a rotina puxasse os ponteiros para frente sem pedir licença. Quando percebi, já era época de provas finais — e que provas! Pareciam ter sido sopradas diretamente da cabeça do capeta. Uma mais difícil que a outra, exigindo não só conhecimento, mas nervos firmes e fé.
No último dia de prova, acordei mal. O corpo pesado, o estômago embrulhado, a cabeça latejando. Tudo em mim pedia cama, silêncio e descanso. Mas era o último dia. Faltar significava recuperação, e eu não queria, não podia. Levantei-me como quem se arrasta contra a própria vontade, vesti-me no automático e fui.
Naquele dia fiz três provas. Cada questão parecia sugar o pouco de energia que ainda me restava. Quando eu já enfrentava a última, tentando manter a letra firme no papel, a inspetora apareceu à porta da sala. Chamou a professora e as duas começaram a conversar em voz baixa, num cochicho que gelava o ambiente. De repente, da porta, ela ergueu a voz:
— Ana, falta muito para você terminar a sua prova?
Olhei para ela como quem encara um inquisidor. A sala inteira parecia prender a respiração comigo. Com a voz trêmula, respondi:
— Não, senhora… faltam três questões.
Ela assentiu, ainda da porta:
— Pois bem. Quando acabar, vá até a minha sala e leve suas coisas.
Um silêncio pesado caiu sobre a turma. Todos me olhavam com olhos de compaixão. Nós sabíamos — quando alguém era chamado daquele jeito, algo sério havia acontecido.
Terminei as três questões com cautela, respirando fundo, lutando contra o enjoo e o aperto no peito. Entreguei a prova, recolhi meu material e segui até a sala dela, exatamente como havia sido orientada. Bati à porta. Ela nem esperou que eu falasse.
— Ana, pode ir embora. Aconteceu algo na sua família. Como hoje é o último dia de prova, fique tranquila. Eu mesma ligo para avisar sobre o resultado.
Minhas pernas viraram bombas. Um zunido tomou conta da cabeça. O que tinha acontecido? Saí da escola sem sentir o chão. O ônibus demorou mais do que o habitual, e o motorista dirigia tão devagar que tive a impressão de que, se fosse correndo, chegaria antes. Na minha mente, só vinham pensamentos ruins. Ninguém nunca tinha ligado para a escola pedindo para eu ir embora.
Quando cheguei em casa, o portão estava aberto. Minhas tias estavam lá, meus primos também. Choravam. Choravam muito. Meu tio falava ao telefone, mencionando algo sobre uma van. A casa, que sempre fora abrigo, estava tomada por uma dor densa.
Minha mãe veio da cozinha, caminhou até mim e disse, com a voz quebrada, a notícia que eu não queria ouvir:
— O vovô Jorge faleceu.
Na mesma hora, um filme começou a passar na minha cabeça. Lembrei-me do avô maravilhoso que ele era. Aquele avô garotão, pra frente, que ria alto, contava histórias e bebia uma cervejinha com os netos como se fosse um deles. A minha memória fez uma retrospectiva apressada dos nossos melhores momentos, e eu me recusei a aceitar que ele tinha ido, que nunca mais nos veríamos.
Meu Jorge.
Meu Jorge Amado.
Ele tinha partido — e, com ele, uma parte inteira da minha infância também se despedia.
Se você também sente algo — mesmo que seja uma fala venha conversar. Não peço promessas imensas, apenas presença honesta: um encontro, uma carta, um telefonema. Se não houver retorno, guardarei o que restou com gratidão; se houver, prometo escutar antes de falar, cuidar antes de julgar, e tentar, com toda a paciência que me resta, reconstruir o que for possível.
"A poesia é algo tão nosso e tão intimo, que chega a ser uma pouca vergonha o hábito de a mostrar "
