Nunca Diga que Ama uma Pessoa
O País do Amanhã Que Nunca Chega
O brasileiro é uma criatura fascinante.
Possui sonhos grandiosos, planos extraordinários e uma habilidade impressionante de adiar ambos para a próxima segunda-feira.
Quer a casa própria.
Quer o carro novo.
Quer viajar.
Quer empreender.
Quer mudar de vida.
Quer aprender outro idioma.
Quer emagrecer.
Quer economizar.
Quer investir.
Quer tudo.
Só não quer, às vezes, o compromisso diário que transforma desejo em conquista.
Existe uma diferença enorme entre querer possuir algo e querer construí-lo.
Muitos desejam a colheita.
Poucos se apaixonam pelo plantio.
E assim seguimos vivendo no país do "depois eu vejo", do "semana que vem eu resolvo" e do famoso "deixa comigo", que normalmente significa exatamente o contrário.
A enrolação tornou-se quase um patrimônio cultural.
Há quem passe mais tempo explicando por que não fez do que realmente fazendo.
E o curioso é que essa mania não prejudica apenas a pessoa.
Ela atinge a família, o trabalho, o sistema e, de certa forma, a própria nação.
Afinal, um país não é feito apenas por governos.
É feito também pelos hábitos de quem o habita.
Mas talvez a parte mais engraçada seja o discurso moral.
O brasileiro adora falar de honestidade.
Principalmente quando o assunto é a honestidade dos outros.
Critica a corrupção em Brasília enquanto procura um jeito de não emitir nota fiscal.
Indigna-se com os desvios milionários enquanto assiste televisão por uma ligação clandestina.
Condena os políticos por esconderem patrimônio enquanto mantém um dinheiro reservado que nem a esposa conhece.
Fala sobre transparência, mas possui segredos suficientes para preencher um arquivo inteiro.
Alguns levam uma vida matrimonial.
Outros levam uma vida paralela.
E há aqueles que conseguem administrar duas ou três versões de si mesmos ao mesmo tempo.
Uma verdadeira empresa de personalidade limitada.
O mais curioso é que todos conhecem a solução para os problemas do país.
Pergunte em qualquer esquina.
O especialista surgirá imediatamente.
Resolverá economia, educação, segurança, saúde e relações internacionais em menos de quinze minutos.
Mas quando chega a hora de organizar o próprio guarda-roupa, a consultoria encerra suas atividades por tempo indeterminado.
Existe também uma paixão nacional por observar a vida alheia.
O gramado do vizinho é sempre assunto.
A pintura da casa ao lado.
O carro novo da rua.
A promoção do colega.
O casamento dos outros.
Tudo desperta interesse.
Enquanto isso, o próprio quintal continua esperando uma limpeza prometida desde o verão passado.
E reclamar...
Ah, reclamar talvez seja o esporte mais praticado do país.
Se faz calor, o sol exagerou.
Se chove, a chuva não dá trégua.
Se esfria, o inverno passou dos limites.
Se melhora, certamente há algo suspeito acontecendo.
Nada parece suficientemente bom.
Ao mesmo tempo, pouco é feito para melhorar aquilo que está ao alcance das próprias mãos.
E quando finalmente realiza algo positivo, por menor que seja, inicia-se outra tradição nacional.
A divulgação.
O anúncio.
A cerimônia.
A autopromoção.
O cidadão troca uma lâmpada e quase espera receber uma medalha por serviços prestados à humanidade.
— Viu o que eu fiz?
— Percebeu minha contribuição?
— Notou meu esforço?
E assim, aquilo que deveria ser um gesto simples transforma-se em um documentário de longa duração.
Os anos passam.
As promessas envelhecem.
Os planos acumulam poeira.
As desculpas ganham experiência.
A esposa se cansa de ouvir que tudo mudará no próximo mês.
Os filhos crescem escutando projetos que nunca saem do papel.
Às vezes o casamento termina.
Às vezes a paciência termina antes.
Mas certas manias permanecem firmes e fortes.
O discurso continua.
As justificativas continuam.
As reclamações continuam.
As promessas continuam.
E o amanhã segue lotado de intenções que jamais chegam ao presente.
Talvez por isso o brasileiro seja, ao mesmo tempo, motivo de preocupação e de admiração.
Preocupação pelas oportunidades desperdiçadas.
Admiração pela capacidade de continuar acreditando que tudo pode melhorar.
Mesmo quando insiste em repetir exatamente os mesmos hábitos.
No fundo, somos um povo que sonha grande, trabalha muito, reclama bastante, improvisa demais e muda menos do que promete.
Talvez a verdadeira transformação comece no dia em que passarmos menos tempo observando os erros do mundo e mais tempo corrigindo os nossos.
Porque nenhum país se torna melhor apenas apontando defeitos.
Mas pode começar a melhorar quando cada cidadão resolve limpar o próprio quintal antes de fiscalizar o jardim do vizinho.
Até lá, seguiremos fazendo planos para segunda-feira.
Mesmo sabendo que hoje já é quinta.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
"Disseram-me uma vez: 'Nunca vais conseguir'. Na altura, pareceu uma crítica desanimadora, mas hoje olho para trás e vejo que foi o maior elogio e incentivo que recebi. Aprendi que o 'não' dos outros é apenas o início do meu 'sim'."
Podemos ter uma vida extraordinária, porém nunca será uma vida perfeita, pois a vida perfeita é formada na imperfeição.
O narcisista vive em uma realidade paralela e nunca vai entender o que você fala. Por isso, de se justificar, de argumentar e se explicar.
Existe uma verdade incômoda, mas libertadora, que todos nós precisamos encarar: você nunca vai agradar a todo mundo. A sociedade adora rotular cada passo, cada escolha e cada fase da nossa vida.
Se você decide desacelerar e focar em si mesmo, dizem que está estagnado.
Se você trabalha duro e abdica de momentos de lazer, dizem que virou refém da rotina.
Se você tira um tempo para descansar e recuperar as energias, é chamado de preguiçoso.
Essa mesma lógica distorcida se aplica à nossa imagem e comportamento. Se você está magro, criticam. Se ganha peso, apontam o dedo. E se você decide focar na sua evolução física e mental, transformando sua disciplina em resultados visíveis, o julgamento muda de foco, passam a dizer que foi fácil, que há algum segredo escondido ou que você está apenas sendo exibido.
A verdade é que o silêncio incomoda os tagarelas, a presença incomoda os ausentes e o esforço de quem vence esmaga a desculpa de quem prefere ficar parado.
Você me olhava com uma promessa imensa no sorriso, mas suas atitudes nunca saíam do papel. E eu, mergulhado na vontade de dar certo, confundi a sua falta de opção com reciprocidade. Dei palco para as suas desculpas porque queria acreditar que o problema era o tempo, e não a sua falta de querer.
Você usou a minha calmaria para abafar o caos da sua bagunça interna. Validou o seu ego com o meu cuidado, colhendo o melhor de mim enquanto me deixava apenas com as suas sobras. Fez com que eu me sentisse especial na mesma proporção em que me descartava quando a conveniência mudava de direção.
Você dizia que o nosso encaixe era raro, mas preferiu a pressa dos desapegos. Dizia que adorava a minha companhia, mas sumia sempre que a rotina exigia presença. Dizia que tinha medo de me machucar, mas usou justamente esse medo como escudo para não se comprometer.
E sabe o que deixa um nó na garganta?
É dar-se conta de que eu estava construindo bases sólidas para nós dois, enquanto você só queria um abrigo passageiro para os dias de chuva. Eu apostava no que a gente poderia ser, e você só se ocupava em ter certeza de que poderia ir embora a qualquer minuto.
Hoje, eu decido fechar essa porta.
Escolho resgatar a intensidade que gastei com quem era raso.
Escolho a certeza que você nunca soube me dar e a dignidade de não caber mais em espaços tão pequenos. Eu não aceito mais ser o rascunho de alguém que nem sabe o que quer escrever.
"A desorganização espiritual nunca é uma virtude; ela revela negligência para com Deus. Quem abandona a disciplina da oração, da Palavra e da comunhão torna-se relapso na fé, pois o Senhor exige que tudo seja feito 'com decência e ordem' (1 Co 14:40), exorta-nos a não sermos 'preguiçosos, mas diligentes' (Rm 12:11) e adverte: 'Sejam sóbrios e vigiem' (1 Pe 5:8). A verdadeira espiritualidade bíblica não floresce na desordem, mas na obediência, na vigilância e na perseverança diante de Deus."
Lindo é você se apaixonar por alguém que nunca tocou, lindo é você se apaixonar por uma voz, e não por um beijo. Lindo é você desejar alguém todos os dias e não perder as esperanças.
O amor é sempre, e somente sempre, irracional, nunca uma ovelha exporia seu pescoço para o primeiro que visse, pois enquanto possuir dentes pode estripá-la.
Sem fé há um vazio indescritível.
A fé é uma esperança que nos preenche.
Nunca estaremos sozinhos.
E quando parecer estar, haverá alguém especial para lhe estender a mão.
Neste momento vai sentir que Deus te amparou surpreendentemente.
#bysissym
Recomeçar sempre deve ser visto
como um ato de responsabilidade,
e nunca como uma promessa vã de mudança.
A vida sempre se renova
quando usamos sabedoria em nossas escolhas
e a esperança cresce pelo crivo da disciplina.
Pois quem retorna ao caminho
com a consciência do erro cometido
Já não repete o passado,
mas caminha com maior firmezadiante do Criador.
Toda mulher é uma heroína,
mesmo sem capa para voar.
Como um girassol, segue a luz
e nunca deixa de brilhar. 🌻✨
Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Está aí um princípio que nos dias de hoje uma "pedra" se resume em um like de um discurso de ódio por exemplo, uma injúria implícita ou até mesmo uma brincadeira de mal gosto curtida. Onde está a consciência cristã? Quando julgar as pessoas e determinar a vida sentimental dos outros se tornou opção?
Quem dá IBOPE para o ódio só mostra o que tem dentro do que ela sente. Curtir uma coisa que estraga a imagem do outro gera processo judicial. Porque não usarmos esta "pedra" para construir pontes entre as pessoas? Um like de uma notícia boa vale mais a pena.
O tamanho do palco nunca definiu a grandeza de ninguém. O que sustenta uma vida são as raízes que ela finca na terra. O extraordinário quase sempre veste o manto da simplicidade.
Às vezes, a gente olha para a lua e percebe que ela nunca está igual. Uma noite está cheia e brilhante, noutra é só um risquinho fino no céu, mas ela continua lá, firme.
O amor da gente é meio parecido com ela. Tem fases em que tudo parece transbordar de claridade, e outras em que a gente se esconde um pouco, só para se entender melhor. Mas o desejo de amar é o que faz a gente olhar para cima, mesmo no escuro, sabendo que a luz vai voltar.
DeBrunoParaCarla
O que acontece entre mim e ela, no silêncio das nossas noites, é uma linguagem que vocês nunca falarão. Ela é minha. Não como posse, mas como destino, como escolha, como a metade da alma que o mundo tentou corromper e eu resgatei. Quando o sol se põe e o mundo lá fora se cala, o que existe entre Bruno e a sua Musa é um santuário de pele e verdade onde a vossa maldade não tem autorização para entrar. As nossas noites são o nosso campo de força; nelas, eu renovo o meu exército e ela descansa sob a guarda do homem que daria a vida para manter a sua paz.
Ela é uma força da natureza em pequena estatura, uma mente perspicaz e autodidata que nunca cansa de florescer através do estudo. Embora o mundo tente diminuí-la para evitar a concorrência com sua luz, e muitos confundam sua doçura com fragilidade, ela finalmente compreendeu sua própria preciosidade.
Entre o coração genuíno e a determinação de aço, ela aprendeu a blindar-se contra julgamentos; hoje, ela não busca aprovação, busca o seu próprio bem. Quem vê o frasco não imagina a imensidão do conteúdo: uma mulher que aprendeu a ler a vida de forma diferente e que, ao olhar para trás, reconhece que sua trajetória é a prova viva de um potencial que ninguém, além dela mesma, tem o direito de medir
Se por uma rosa tiver que enfrentar o espinho, não a colha: defenda-a.
Porque nunca foi sobre a rosa, nem sobre os espinhos...
