Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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A verdade pode ser um murro na cara! Porém a mentira sempre será uma apunhalada nas costas!

Oliver: Viver sem um amor não é viver de verdade. É só uma forma de existir.

Eu quero uma vida de cabeça pra baixo...
Sentir aquele friozinho na barriga, mais só por coisas boas...
Nela só serão possíveis os sentimentos que eu desejar..
Amor, Alegria e acima de tudo Felicidade!
Entrada proibida de qualquer tipo antídoto para esses sentimentos.!!

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

"Cada amanhecer é uma convocação à coragem."

Você é uma mulher linda e maravilhosa. Cuide de você, porque do seu coração alguém vai cuidar. Liberte-se da escravidão, ninguém além de nós pode libertar nossas mentes.

Aproveitando o domingo para escrever mais uma página da minha vida. As vezes é bom estar só, para poder pensar um pouco mais em mim mesma, pensar em como agir melhor a cada dia, em como ultrapassar as barreiras que a vida me impôs. É bom estar só para rever as minhas falhas e meus acertos durante a minha jornada, quero viver cada momento, quero desfrutar da vida intensamente, não quero que ela passe sem eu ter dado um significado a ela, quero poder abraçar todos que amo, estar de bem com o mundo e compartilhar com todos a vontade de viver!💕🍀🌹🌈❤😍

Confiança é uma coisa frágil. Uma vez conquistada, nos dá uma tremenda liberdade. Mas uma vez que a confiança é perdida, pode ser impossível recuperá-la. É claro que a verdade é que nós nunca sabemos em quem podemos confiar. Aqueles que são mais próximos podem nos trair. E estranhos podem vir em nosso resgate. No final, a maioria das pessoas decide confiar apenas em si mesmas. É realmente a maneira mais simples para evitar ser magoado.

Da alergia para a alegria é uma questão de mudar o r para o outro lado do g. Também entre a antipatia e a simpatia há pouca distância. O obstáculo está na comunicação. -

Olho gordo é uma fera das trevas que te persegue por toda a vida.
É igual alergia, não tem cura, apenas controle!

Hoje senti uma vontade imensa de agradecer à Deus por tudo o que tem feito em minha vida. Agradecer pelo sorriso, pelo olhar sincero, agradecer por cada momento feliz vivido e pelos que ainda virão. Agradecer também pelas lágrimas que me ensinaram muitas coisas e serviram para o meu amadurecimento. Agradecer pela minha família e pelos amigos verdadeiros. E sobretudo agradecer por sempre estar ao meu lado, por guiar meus passos, me indicar a direção, segurar minha mão, me confortar, me levantar após o tombo, me entender, me escutar, atender a minha súplica, escutar e responder as minhas orações quando já estou cansada, enxugar minhas lágrimas, acalmar meu coração e me amar como eu sou. Te agradeço Deus, por sentir tua presença aqui comigo em todos os momentos da minha vida. Eu lhe entrego minha vida, meu coração e minha alma Senhor. Eu confio, eu acredito, eu tenho fé, eu nasci pra te seguir e te adorar Pai.

Com certeza devo ser uma excelente atriz, devo disfarçar muito bem minhas emoções, pois mesmo estando em pedaços por dentro, ainda sim , amigas me procuram para pedir conselhos... será que não enxergam no fundo dos meus olhos a minha tristeza?? Me olho no espelho pareçe que meu rosto esta desfigurado, pq a tristeza tem o dom de nos deixar feias , envelhecidas. Eu que preciso de consolo tenho que consolar.....
E não consigo ver alguém precisando de mim e não fazer nada, acho que Deus me colocou nesse mundo para isso, sabe que quando estou fazendo isso, esqueço um pouco de mim... que bom............

Fica uma pergunta:
- teus lábios, flores molhadas
ou taça de cicuta?

Eu tinha tocado em uma ferida...

Você sabe muito bem o que eu quero.Então encosta aqui,cola em mim que eu te mostro o que uma menina cheia de mistérios é capaz de fazer.

Pensei muito em me vingar hoje, séria a vingança perfeita, então, me ajoelhei, orei e uma voz em minha cabeça me fez pensar: vingança é coisa do mal, não pague o mal com o mal, não faça parte do mal. Obrigado Senhor por ser o meu juiz, prefiro o seu julgamento do que uma vingança.

O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

É só uma sensação. E você tem a impressão que não está caçando, mas sendo caçado.

Quando imagino uma espécie de homem que repugna a todos os meus instintos, o resultado é sempre um alemão.

A propriedade privada dos meios de produção deve ser eliminada, não toda de uma só vez. Mas através do imposto de renda progressivo. Esse processo poderá levar várias gerações.