Nunca Diga que Ama uma Pessoa
"Como afirma Warren Buffet, um dos maiores milionários do mundo: "É verdade que há uma guerra de classes, mas é a minha classe que está fazendo a guerra e ganhando".
Eu não sinto que eu sou sua amiga, sinto que sou uma estranha que é usada para matar o tédio quando você não tem mais nada para suprimir os espaços que tem na sua vida.
De novo, meus olhos se encheram de lágrimas, e fiquei triste por perdê-lo mais uma vez e, ao mesmo tempo, feliz, porque sabia, com certeza que ele ainda é único para mim.
"Há coisas na vida que nos marca profundamente, que nos fazem amadurecer, que nos fazem uma pessoa melhor, por mais difícil que seja e por todas essas coisa eu sou grata, todas as pessoas que me magoaram eu só tenho a agradecer, afinal quem continua um poço de ignorância são vocês, não eu."
Casar, para ela, não era negócio de paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos; era uma ideia, uma pura ideia. Aquela sua inteligência rudimentar tinha separado da ideia de casar o amor, o prazer dos sentidos, uma tal ou qual liberdade, a maternidade, até o noivo. Desde menina, ouvia a mamãe dizer: "Aprenda a fazer isso, porque quando você se casar"... ou senão: "Você precisa aprender a pregar botões, porque quando você se casar..."
A todo instante e a toda hora, lá vinha aquele -- "porque, quando você se casar..." -- e a menina foi se convencendo de que toda a existência só tendia para o casamento. A instrução, as satisfações íntimas, a alegria, tudo isso era inútil; a vida se resumia numa coisa: casar.
De resto, não era só dentro de sua família que ela encontrava aquela preocupação. No colégio, na rua, em casa das famílias conhecidas, só se falava em casar. "Sabe, Dona Maricota, a Lili casou-se, não fez grande negócio, pois parece que o noivo não é lá grande coisa"; ou então: "A Zezé está doida para arranjar casamento, mas é tão feia, meu Deus!..."
A vida, o mundo, a variedade intensa dos sentimentos, das ideias, o nosso próprio direito à felicidade, foram parecendo ninharias para aquele cerebrozinho; e, de tal forma casar-se se lhe representou coisa importante, uma espécie de dever, que não se casar, ficar solteira, "tia", parecia-lhe um crime, uma vergonha.
De natureza muito pobre, sem capacidade para sentir qualquer coisa profunda e intensamente, sem quantidade emocional para a paixão ou para um grande afeto, na sua inteligência a ideia de "casar-se" incrustou-se teimosamente como uma obsessão.
Não fui uma grávida bonita. Eu engordei horrores e senti dores a gestação toda, foi um caos. Eu fazia um esforço sobre-humano para dormir, pois todas as posições me incomodavam, e a única parte boa foi parir. Aquelas gestantes de revistas? Existem, mas não fui uma!
Há uma certa sensação de poder em controlar algo que pode causar tanta destruição, ou em controlar qualquer coisa, na realidade.
(Divergente)
"Brinque, dance, cante, corra, beije, namore, tome banho de chuva, faça uma oração de agradecimento, voe nos sonhos e na vida, abrace demorada e intensamente, entregue-se à chance de fazer tudo o que é bom e o que faz bem. Viva!"
Bom dia,
Mais um dia chegou e com Ele uma certeza levamos, pois as lutas sempre vem, mas o nosso Deus é quem nos faz vencer cada obstáculo da vida!
