Nunca Desconfie de Mim tenho Carater

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Só tenho a Deus e isso me basta.


Benê Morais

*Tempo, tempo, tempo*


Estamos vivendo o momento do "não tenho tempo", ministros e pregadores da palavra usam estes termos frequentemente, pois estão envolvidos em atividades que os dispersam; reuniões, e outras fontes os tiram do seio da igreja com mais frequência e dedicação, levando a igreja a ficar alheia e a deriva em rudimentos e heresias humanas, acreditando em valores e crenças subjetivas da cultura secular. São pregações que distorcem o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, este cria-se uma base de fé e crença de que o saciar da alma só se alcança com eloquências e visões proféticas daquilo que a carne almeja e deseja alcançar, ensinando a teoria da prosperidade e o amor pela vida terrena. Assim, enfraquecendo o evangelho de Jesus Cristo e criando um evangelho humano que interpreta e coloca a capacidade e foco do homem na matéria como primazia em suas decisões. Neste contexto enfatiza-se homens amantes de si mesmo, que buscam "glória" e honra para alimentar seu ego, conspirando sentimentos na igreja de porfia por primazia e vangloria, levando-a uma fé abalada e efêmera, enfraquecendo a força espiritual e fortalecendo o espírito eletivo por preferências, cumprindo-se o que se lê em Romanos-1: 25, "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador[...]. Deus quer salvar a todos pela sua infinita graça e misericórdia, invista o teu tempo no evangelho, na mensagem de paz que te garante um valor moral e espiritual, e te enriquece como ser humano e escolhido de Deus. Escolha sempre a simplicidade e anonimato para propagar os feitos que manifestam em ti. Honra e Glória é dada a Deus, justificação e meritocracia compete a Ele, Jesus Cristo.


*Texto escrito baseado em Atos dos apóstolos, capítulo 13.*


Texto: Igo Couto

Se há 20 anos alguém dissesse que eu teria uma vida boa, estaria concursado e feliz com o que tenho hoje, eu diria que essa pessoa faltava com a verdade. Minha realidade era totalmente diferente.

Para alguns familiares, professores e até colegas, eu era o mais analfabeto, preguiçoso e vagabundo.

Hoje não sou o mais inteligente, nem o mais trabalhador, nem o mais enérgico no serviço. Entretanto, estou na média social — e posso afirmar que estou acima daqueles que me criticavam.

Só tenho a agradecer a todos e todas que me humilharam, que me negaram trabalho e que me expulsaram de suas casas. Tenho lembranças de uma surra que levei aos 12 anos, dada por minha mãe, com fio elétrico, por estar na casa de uma tia. Os familiares não me queriam ali e me expulsaram do local. Ela não gostou da situação e, naquele dia, me corrigiu. Sei que é errado agredir em forma de “peia”, mas aquilo abriu meus olhos para muitas coisas.

Aos 18 anos, depois de muitas desilusões familiares e de mendigar emprego, resolvi trabalhar. Com 21, iniciei minha primeira graduação — e nunca mais parei. Fui o primeiro filho a trabalhar, a ingressar em uma Universidade Pública e a ser concursado.

O “louco” para muitos, o que ninguém queria em casa e até evitava chamar de parente, hoje é convidado para muitas coisas. O mundo não gira, ele capota.

𓂃༅•Amor Próprio•༅𓂃
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Se tem algum bom na vida, tenho certeza que é o amor. Mas não é o amor corriqueiro ou melhor, o que deste sentimento fizeram.
O amor de que falo é o amor com verdade e alma que nasce no coração e se alastra em nós tomando conta de todo nosso ser; Amor Próprio!
Este é o amor que me refiro, o amor que permite então tudo o resto amar.
༺༻

Tc.01062025/082

🌱💫 Tenho recebido tantas mensagens de pessoas dizendo que foram inspiradas a acreditar nos seus sonhos… Isso me mostra que quando entregamos tudo a Deus, Ele faz as coisas acontecerem no tempo certo. 🙌✨.

Tenho um bebê. Sem ele, não há variação do verbo amar.
Encanta-me diariamente com tua risada insana,
e nos brilhos dos teus olhos quero sempre estar.

Se tudo fosse perfeito como o toque suave das tuas mãos,
e o redemoinho dourado dos teus cabelos claros,
o verbo “arriscar” seria o mais indicado,
pois contigo vivo aventuras de cavaleiros alados.

Um dia sei que sentirei saudade;
o tempo há de passar.
E mesmo que um dia nos separemos,
sei que ao meu colo sempre irás voltar. @meubebemetrola

Virei a página.
Deixei lá na página anterior.
Agora tenho uma nova história para escrever.
Aqui nesta página em Branco que você vê.
Deixei lá no passado as mágoas, os rancores e tudo que for de ruim.
estou bem melhor assim.
Simplesmente não volto lá naquela página dolorosa, tão difícil de lembrar.
Aquelas letras demonstravam toda a minha melancolia.
Vivia sempre em questionamentos e angústias.
Não esqueci apenas não lembro mais.
E de agora em diante tudo que for ruim eu deixo lá atrás.

Você é a inspiração que tiro as minhas idéias, tenho em você paz, te quero sempre...

A TRETA DAS REDES


Facebook gritou: "Sou mais velho e sábio,
tenho amigos, grupos e até um diário!"
Instagram riu: "Você é tão retrô!"
aqui é selfie, filtro e muito show!"


O Face insistiu: "Eu domino o debate,
sou terreno fértil para todo embate!"
Mas o Insta, leve, fez pose no ar:
"Sou só beleza, não vim para brigar."


No fim, os dois, com um mesmo patrão,
viram que juntos têm mais conexão.
E nessa disputa que parecia real,
viraram parceiros, final genial.


Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

Tenho cuidado pessoal por te amar, o nosso amor é frágil e delicado.

Tenho mil planos ao seu lado, cem gestos concretos e uma única razão: você.

Tenho a nítida impressão de que meu sucesso está próximo.

Vivo pensando em ti.
Já tenho minha resposta: sei exatamente o que podemos construir juntos.
Por isso, te faço uma proposta — de alma aberta e coração inteiro.

⁠Arrasada, acabada, maltratada, torturada
Desprezada, liquidada, sem estrada pra fugir
Tenho pena da pequena que no amor foi se iludir

Angela Ro Ro

Nota: Trecho da música Balada da arrasada.

Cada conversa que tenho planta sementes que florescerão em décadas que ainda não nasceram

Poema do solito.


Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.


Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.


Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.


Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.


Renato Jaguarão

Poeira Só o que me basta.


Se o que tenho no meu rancho é pouco,
Não sei o que é muito, então.
Tenho a China mais linda do mundo,
Parceira do chimarão.


Tenho um cavalo de lei,
As ensilhas de patrão.
Um campo não muito grande,
Mas tem mangueira e galpão.


Ando sempre de bombacha
E a velha boina encarnada.
Gosto de penca e bolicho,
Me agrada a genetiada.


Demais não me falta nada,
Nasci pra lida campeira.
Deus, ainda de regalo,
Me fez nascer na fronteira.


E no dia que me for,
Que o home chamar pra perto,
Me enterre de bombacha
Na terra a campo aberto.


Assim que voltar de novo,
Pois creio na encarnação,
Já tô perto da querência,
E fardado de peão.


Guarde todas minhas ensilhas,
Apetrechos e meu catre,
Cuidem bem do meu galpão,
Minha bomba e cuia do mate.


Sei que volto pra querência,
Pro velho fogo de chão,
Pra lidar com a cavalhada
E seguir a tradição.


E se acaso eu não volte,
Alguém siga meu legado,
De gaúcho de peão
Pra lidar no campo com gado.


E lembre que nessa terra,
Pros lados dessa fronteira,
Sempre haverá um gaúcho,
Rancho, galpão e mangueira.


Renato Jaguarão

Meu Cavalo


Tenho um cavalo
Que não conheço igual
Melhor que o meu bagual
Não hay ou não conheço

Já tive oferta
Duns quanto pila na mão
Todos sabem no rincão
Que meu pingo não tem preço

Foi um regalo
Do Vainer Gomes Silveira
Que trouxe lá da fronteira
E depois me presenteou

Já desde potro
Se criou pela mangueira
Depois botei nas cocheira
E de baixo se amansou


Quando eu puxei
Não fiz muita judiria
Bocal deixei poucos dias
E no freio se domou

Se eu me achego
Pilchado e bem perfumado
Já sabe, vamo ao polvoado
Pra alguma festa campeira

Se me emborracho
Comigo ele tem paciência
Me trás de volta a querência
Só para vendo a porteira

Por isso eu digo
E falo a bem da verdade
Não conheço amizade
Maior que desse meu pingo

Ele eu não vendo
Não empresto e não regalo
Pra muito mais que um cavalo
É o meu melhor amigo.

Por isso eu digo
E falo a bem da verdade
Não conheço amizade
Maior que desse meu pingo

Ele eu não vendo
Não empresto e não regalo
Pra muito mais que um cavalo
É o meu melhor amigo.

Renato Jaguarão.

Eu me sinto tão exausta como se já tivesse vivido tudo que poderia viver, mas eu ainda tenho 19 anos.

Não tenho, e justamente por não ter é que desejo... É a falta que me move, é a ausência que me consome e dá forma ao meu querer. Se eu tivesse, talvez o amor adormecesse na segurança da posse; mas é no vazio que ele se acende, como chama teimosa em meio à noite. Amar, para mim, é isso: sentir a ferida aberta da falta e, ainda assim, agradecer por ela, porque é dela que brota o fogo do meu desejo.