Nunca Desconfie de Mim tenho Carater
Estou Procurando Motivos Para Não Lembrar Você
Tenho tentado fugir desse sentimento
Fugir dessa loucura que tem me consumido
Não tem jeito, não tem como não lembrar
Quanto mais eu tento, mais eu lembro
Procurei Em Meio As Lembras Encontrei Você
Onde Quer Que Eu Vá, O Que Quer Que Eu Pense
Só Consigo Pousar Em Você
No Teu Abraço, No Teu Beijo, No Sorriso Mais Lindo Que Já Vi
Tenho um lado doce e outro bem apimentado!
"E cada um recebe aquele que provoca e conquista."
#Andrea_Domingues
"Tenho que discordar do ditado que diz "em terra de cego, quem tem um olho é rei". Na verdade, quem tem um olho acaba se tornando escravo de todos os filhos-da-puta que não sabem cuidar do que tem.
Já de há muito tempo tenho, para a minha vida, que a importância de um fato acontecido, será grande ou pequeno dependendo do encantamento que ele produziu em mim. E o resto são apenas devaneios!
Pedro Marcos
Incertezas...
Eu já não tenho mais
aquela certeza
que caminhava comigo
e de mãos dadas,
me fazia ir sem medo
retirando os explosivos
que ficavam encobertos
em meu caminho.
Tudo parece camuflado,
as cortinas brancas
e transparentes,
agora são de cor cinza
e de trama fechada.
Os dias,
estão menos ensolarados
e as noites,
trazem lembranças
que pareciam esquecidas.
Minha primavera
parece se distanciar
e o inverno,
insiste em morar aqui
e tenta me fazer acreditar
que não há mais sol
para aquecer meus dias,
mas eu abro as portas
e todas as janelas para que
ele entre
e me envolva em seu calor,
trazendo de volta
aquela vontade de viver
que sempre morou em mim.
by/erotildes vittoria/2013
Não tenho falado com você em uma quantidade inconfortável de tempo. Me distanciar talvez não fosse o certo, mas não pude evitar.
[Em seu diário, sobre sua aversão a troca de favores] Não tenho tido nem tenho validos[...] Dizem que por esse nímio escrúpulo, não poderei criar amigos; melhor, não os terei falsos quando os haja granjeado.
Diga para uma criança:
Tenho um segredo pra contar: - e diga que você solta pum e sai de fininho...
...Ela ira ganhar sua confiança e te dirá os maiores medos dela
Eu penso no acerto, eu aceito o acerto, mas tenho receio do erro, então porque não penso no erro como um preparo para o acerto?
"As pessoas que refutam a minha fé, o melhor que tenho é me manter afastada. Não tenho nada a perder."
Eu não tenho pena das pessoas porque Deus não criou nenhum lixo.
Use sua força ou procure outra pessoa ter pena de você.
Boa noite,
amargo poema.
Tanto te evitei,
me escondi e fugi, mas agora tenho um pedido:
Esqueça só por hoje meu desprezo por ti, finja que dupla perfeita somos.
Deixe-me nos dedos,
o gosto dos versos mais profundos, verdadeiros, fortes, mas que seja de efeito rápido e sem muita dor.
O dia está quase nascendo, faça que os saibam,
tão bem que vos cite e em linhas eu possa descrevê-lo,
como quem tê-lo seja uma necessidade acima de meu querer,
a quantia feita para minha medida.
Faça-me aceitar.
Amargo poema, tente me convencer...
GULA
Tenho fome. Sempre. E me disseram que é pecado sentir gula. Não me considero culpado por ser um esfomeado. Meu apetite é voraz. Ele consome absolutamente tudo, não cessa a digestão. Principalmente dos limites. Devora qualquer aresta ou parede. Talvez seja melhor chamar de corrosão. Sou avesso a passar vontade.
Falaram que eu precisava seguir uma dieta. Evitar gordura, açúcar e farinha branca. Pessoas tóxicas e más línguas. Os receituários se esqueceram da própria maledicência, pelo visto. Quem julga com seu juízo sabe diferenciar o bom e o mau? Recomendaram atividade física três vezes por semana, para me auxiliar a queimar as calorias. Mas nem de frio eu gosto, por qual razão abandonaria minha quentura?
Insistiram em ressaltar meu sobrepeso. Condenaram minhas medidas, alegando que não entrariam no tamanho ideal do manequim. Eu prefiro a nudez, não entendem. A fome, por vezes, também a devora. Nada parece me servir, nem minha pele. Concordo, nesse aspecto. Tudo muito pequeno.
Me empanturrei demais. As relações ficaram apertadas. A carência delas marca minha cintura. Não desejo caber em dois números a menos. Me sufoca. Necessito de vestes folgadas mesmo. Comer seriedades, porque as besteiras são minhas e classifico-as como bem desejar. Considero-as importantíssimas. Gosto de sentir o gosto. Saborear o sabor. Salivar a liberdade. Engolir com ou sem casca.
Mandaram eu temer o que não é embalado. Confiar na indicação nutricional. Mas dispensei há tempos os amores de tabela, ricos em sódio. Meu apetite é orgânico, aderi ao natural. Rompi as fronteiras do industrializado, dispenso alimentos e pessoas pré-fabricadas.
Não é o que entra pela boca que faz mal, mas o que sai, dizem as escrituras. Minha dieta vai bem, obrigado, mastigando qualquer coisa capaz de me alimentar. Estou obeso das minhas decisões, sim. Eu me rendi à minha gula. Estou pesado, confesso, o suficiente para me manter no chão. Na verdade de quem sou. Tenho fome, cada vez mais. Fome de mim.
17/11, sempre será marcado nos meus dias como um dia especial. Eu sobrevivo, eu me superei, eu tenho vencido, nem eu achava que ia conseguir. E aqui estou. Grata aos Amigos que caminham comigo nessa história que pra mim é de superação e conquistas diária. E para os que duvidaram, que venham mais 80 anos, ou enquanto eu respirar. Eu estou conseguindo, e não pretendo deixar de lutar. O caminho é árduo e solitário e a gente as vezes até sangra, mas mantendo a mente aberta, o corpo ocupado, e o intuito de melhora todos chegaremos lá.
Bom? Você não é bom. Você só sabe como esconder, como mentir. Eu não tenho esse problema, eu sempre digo a verdade.
Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.
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