Novela
Eu posso ser a rainha do planeta
O príncipe encantado
A vilã da novela
Eu posso ter um monte de dinheiro
Viajar o mundo inteiro
Te chamar pra ir comigo
Mas nada disso vai fazer você me olhar
Mas nada disso vai fazer você se apaixonar por mim
Se o que eu tenho e o que eu sou não valem mais
Não acho justo a vida me ensinar
De um jeito tão cruel
Como se fosse só assim pra entender
Que você não é pra mim
Eu acredito em amor e novela
Eu acredito no príncipe e na cinderela
Eu acredito nas mentiras
Que ela me diz
Eu também minto
Que sou feliz
As coisas boas da vida merecem ser vistas, várias vezes. E como na novela global, em vale a pena ver de novo. Pois, a cada vez que assistimos, vemos através de novos prismas e assim, extraindo novos aprendizados.
Neste universo verdadeiro tudo é falso. A existência é um teatro; a realidade é uma novela, a própria vida é uma mentira.
A minha primeira aula, no início da década de 60 do século passado, até parece coisa de novela: na época, jantava na casa de uma tia em Ponta Grossa, e, enquanto jantávamos, a luz apagou por duas vezes em razão do mau tempo - os mais antigos, certamente, lembrarão que, naquele tempo, a cidade era abastecida pela Companhia Prada de Eletricidade, não muito confiável. Minha tia uma pessoa excessivamente previdente insistiu em que eu levasse vela e fósforo, pois iria dentro em pouco dar a minha aula e poderia faltar energia durante a mesma. Recusei em princípio, mas, devido à sua insistência, resolvi concordar.
Começou a aula, eu tremia mais do que “vara verde”, passam 5, 10 minutos e, pasmem vocês, a luz apaga. Imaginem o olhar de surpresa na sala quando eu tiro do bolso uma vela e acendo, colocando-a no canto da mesa; a partir daí a primeira aula de minha existência ficou como tudo à luz das velas, mais fácil e, neste momento, senti que era aquilo que iria fazer o resto da minha vida.
Pedro Marcos
Tu me mostrou que a vida não é um prêmio de novela
Mas se fosse seríamos o casal do ano
Eu e tu no hawaii, jantar à luz de velas
Ou então comendo um dog lá no seu fulano
Confia em mim
Eu sei que sou a metade certa
E você tá afim, confia em mim
A novela da vida sem crítica
Baby, Baby.
Meu amor.
A floresta.
A praia.
A curva dela.
Pássaro cantador.
Na verdade se mata.
Águas poluídas.
Arregaço de madeiras.
Ave derradeira.
Mulheres suicidas.
Eu vivo clandestino.
Não posso comentar na globo.
A novela da vida sem crítica.
É assim desde menino.
Um cansaço descomunal.
A ignorância se aloja.
Ditado maneiras várias.
Ela moça envolve se com a fúria.
Esquece da sensibilidade.
Uma maneira covarde.
Tudo vira lamúria.
Aruanas em lutas.
Tietê em febre.
O peixinho não resiste.
Os miseráveis insistem.
A amargura de uma lebre.
Não há terreno que suporte o grito.
Os campos estão aflitos.
Eu me calo nessa poesia.
Mas é o cotidiano que revela.
A transa do brio e a injúria.
Até quando as mazelas?
Giovane Silva Santos
UMA VIDA NÃO É IGUAL A UMA NOVELA, POIS NA NOVELA O AUTOR ESCOLHE O FINAL E NA VIDA VAI DEPENDER DE VOCÊ !
Eu queria muito, fazer um teste para uma novela, queria éra fazer para a novela malhaçao, mais dae acho que quen vai terque paga as passagens e os gastos somos nos , queria muito ser atriz agora, mais acho que isso nao vai da muito certo !!
=[ =[ =[
