Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O EnCanto está na DifeReNça e não na semelhança.
Aja como os outros e será apenas mais um
pois, ser como os demais é fácil.
Difícil e virtuoso é desvendar o que há de melhor dentro de você, Pois Deus Te Fez Singular.
Seja Diferente! Crie, inove, transforme.
Pensamento do dia 20/08
Não podemos guardar um problema em um canto como um objeto, porém também não podemos deixar que se torne uma crise.
a vida é como um Michelangelo
que se observa de um nanocanto
da teia de aranha do canto
daquele ponto do vaticano
Ela o amava tanto ... tanto
Como amava o seu canto
Como amava os anjos
Como amava a lua
Como amava o alento ...
Ali ... sozinha
enquanto o mundo
lá fora adormecia ...
Aquele silêncio
vestia sua alma
de encanto
de sonhos
de fantasia
de calmaria
de poesia...
A vida é como um livro,não fora feito pra ficar parado no canto,e sim para virar suas paginas todos os dias.
Sinto tua face fria
sem sangue sem vida
me chama do além
a vida clama como a morte,
canto em tua morte
doce alem seja minha,
tocando o além,
sem voz que toca tua face,
sinta meus sonhos,
me pergunta se morte é doce
toque minha face
minha vida sem sangue
não lhe dará direitos
só o encanto imortal
tuas mentiras domam minha ira
tua vida é um gole
de sangue além dessa vida...
Como as rosas, há espinhos em cada canto, é preciso saber atravessar as curvas que fazem parte desse trecho onde enfrentamos instabilidades para o nosso crescimento e conhecimento das leis da vida.
by/erotildes vittoria/do meu texto/julho/1 de julho de 2014
As vezes me percebo a um canto da sala, encolhido como um cão a observar os movimentos da casa, como as pessoas se tratam, e me tratam...só aprendendo...
odair flores
Como a noite de hoje é tão linda suave como a sua beleza. Correndo em cada canto da cama para te beijar.
Ai, como é tão triste não poder ver você, nem o brilho do seu olhar iluminando meu caminho. Se for para morrer de tristeza, prefiro morrer de saudades de você.
Vivemos a vida como se fôssemos imortais, não temos ouvidos para ouvirmos o canto da eternidade ...
TEU SORRISO ME DÁ PAZ
Fiquei triste quando te vi
Num canto parado
Como se estivesse acuado
Semblante sério, sofrido
Olhando o nada, perdido
Não via mais o brilho
Nos olhos do meu filho
E mesmo sem entender
Sem saber o que fazer
Ajoelhei-me para orar
Mas precisei silenciar
Então, mediante aquele olhar
Triste, parecendo vencido
Deus atendeu o meu pedido
Te vi tranquilo, sereno
E o teu lindo sorriso
Voltou me dar a paz
Que tanto preciso
Sandra Leone
Em um canto.
No mesmo paradigma, paradoxo, na mesma merda de um paralelepípedo!
Como uma parede velha a ser demolida.
Feito um feixe de luz na mesma merda de parede.
Um paradoxo fixo, nada transita
Um nada!
Livre da insanidade, jamais queiras estar
Sem ti
Em um canto.
Sozinho num canto, não canto, não falo, não clamo. Apenas sinto, sinto como é penoso, qualquer canto sem ti...
Por Cá
Canto o meu cântico, qu'em minha alma está,
como sempre sai lindo, santo, puro e perfeito,
o meu ser, nesse acto tem para isso efeito,
Pois nisso, vim eu para cantar por cá.
Cantai comigo povo, este cântico, qu'eu sinto.
Então sentireis, alma vossa voando, vivendo,
e aos outros, vida esta sempre estendendo.
Sim! A isso eu no tempo, muito insisto.
E faço isto até que em vós haja, a música,
que a alma nossa, muito e sempre, educa,
e juntos demos as nossas unidas mãos.
Até que entre os homens, para sempre,
se cante este, sem que haja mau vento,
E os homens, sejam, de facto irmãos!
Peixes
Sou como o vento, do campo,
Que vai aos montes cantar.
Canto uma canção, do amar!
Diante das aves aí canto!
Vou, também, dançar,
Na praia, do mar selvagem.
Canto e danço sem, parar,
Nesta longa e linda viagem.
Ó mar de sal salgado!
Tu desde, tempos, navegado.
Deixa os peixes dormir,
E a bela música, ouvir.
Até que voltem a nadar,
Nas águas de manso, mar!
CANTO I
Vem aí o rei Dom Afonso, primeiro!
Vem num cavalo , branco…
Vem reinar como o derradeiro!
Voltará a Guimarães e vem ao meu encontro.
Vem ele e o rei de Salém!
Sim! Vem, também! Também...
Ele vem, oh Portugal! Meu pais natal!
Por isso , alegra-te, oh Portugal!...
E vós de Castela! Voltareis para lá…
E também , vós de Leão e Navarra!
E tu Tarique, de África, não ficarás cá!
Mas o Gibaltrar, esse estreito, teu barco afundará.
Canta! Camões canta!...
Meu amigo! Teu canto, entoa!
Nessa voz de poeta! O teu eco, ecoa.
Diz a Tarique, que Portugal é terra, Santa!
CANTO II
Sim poeta! Canta feitos heróicos!
Canta Portugal e aquela história,
De Inês de Castro, que morreu,
Por amar tanto, assim aconteceu.
Nos tempos, do passado, humano.
Nos actos , sempre históricos…
Canta! Desde o grande, lusitano,
Nesta Ibéria, terra, do deus Baco.
Canta e canta por minha alma.
E por a gente lusa. Sem que esta,
Venha a perder a paz e a calma!
Também por ti, Camões!… Oh poeta!
Continuarei o teu escrito e teu alerta!
Mas agora, é outro canto e cântico.
Vou contar a história de Portugal,
Num todo universal, e sem igual.
Porque, Portugal, nasceu, um dia…
Mas quem , o imaginaria ou diria?!
Que nasceu, em longes terras e tempos.
Nasceu, antes do sol e dos ventos!
Nasceu como eu, naquele princípio,
Em que eu e Portugal, na verdade,
Não éramos Mas ele era, antes tudo.
Antes do existente , mundo…
Nasceu lá, antes do céu…
Como do pensamento, de Deus, nasci, eu!…
CANTO III
Portugal, nasceu no céu , um dia.
No tempo em que Yavé, à terra disse:
Haja, entre luz e trevas, separação, sim isso!
E Deus, viu que era bom. O fruto do se dom.
E fez Deus a terra e céu. E também, o meu eu.
E as estrelas. E tudo o fez com amor! Amor!
Esse dia foi de resplendor, sem dor!...
Porque, ela não existia, de modo algum.
Nem , em Deus dor ,esteve no coração, sentimento.
Pois Deus é bom, eternamente, eternamente!
Vou-te contar, oh real rei de Espanha,
A história de Portugal, esse pais lindo.
Esse pais, que teus reis, nem sempre.
Na história do tempo e do vento…
Lhe deram o seu amar, ou seu estimar.
Estas terras, da ibéria, eram terras…
Onde os filhos, de Noé pela paz,
Fizeram, muitas guerras!…
CANTO IV
Vou te contar, oh real majestade de Espanha,
A história de Portugal. Esse pais lindo…
Esse pais, que teus reis, nem sempre lhe deram, amar.
Oh da península, dos gregos! E dos Fenícios, rei!
Rei da Hispânica terra e de Portucalen e da Galiza… do mar
Vossa majestade, sabei que vosso reino e este cá, onde fostes vindo,
São eternos e com muito encanto, de beleza tamanha!…
Por isso eu lhe canto, este canto. Sim para ti , oh rei, das Astúrias!
Portugal e Espanha, saíram do de Deus coração.
Meu rei e minha rainha! Ilustre, senhora, dessa nação.
Senhora da Espanha. Vós sois bela e linda, da Grécia.
Eis que de lá também, fostes nascida e ainda para cá vinda.
Pois então! Cantai, comigo, em pranto, canto e fado!…
Ao Deus do céu!… e ainda em oração, nesta canção.
Pois ele é o Senhor meu e vosso!… Que nos tira o enfado!
E os reinos do mundo, vieram do nosso bom pastor!…
CANTO V
Vou pois, te contar o que aconteceu,
No dia em que o tempo, também, assim, nasceu!
Sabe oh rei da Ibéria, que antes de Portugal
E Espanha! Era somente, Deus afinal!…
Era Deus, o Verbo e o Espírito, que sempre venceu!
E antes do tempo! Perdoa oh real majestade!
Mas tenho que parar, por agora, este narrar da verdade.
Sabe pois! Que minha alma está, tão cheia
De tanta Glória! E de tanta água , ainda que também, pranteia!
E alma minha tem tanta mágoa, mais que toda do teu reino, água.
Por isso, os factos se amontoam e tantos e todos querem, sair,
Para a ti chegarem e a teu ser dar, um eterno, sorrir!…
Assim, estes… Por mim, já ao sair, não, já cabem!
Porque deste ser meu eternas verdades , ainda, saem!...
CANTO VI
Meu rei e senhor! Vou continuar, a contar!
Neste meu , tanto a vós amar e estimar
A história , destas terras do azul mar…
Sim! Ilustre rei, de Portucalen e da Galiza!
Onde Plágio, lutou contra Tarique!
Lembra-te! Então que és rei, da terra, que de Deus, desceu.
A ti , oh rei eu amo!… E teu filho ou neto, subirá ao trono.
Assim , Portugal! E Espanha, são o teu reino, que Deus te deu.
Meu rei do eterno bem!… Tu és rei, desta terra, linda…
Cuja paz, nuca dela haverá, outro, como de Deus , o dono…
Tu reinarás eternamente… Com o «Ancião, de dias», de Jerusalém.
Sabe oh rei! Que abaixo, de Jerusalém! Terra do além…!
Será Espanha e também Portucalen. Isto no tempo eterno!…
E o Egipto de Deus e nosso também, será, para sempre.
E o Deus do céu, reinará connosco eternamente. E então, haverá, sem findo, bem!
Ao centro de Portugal
Estás no teu canto plantado.
Como tu não há igual
Ribatejo amado.
Forcados, toureiros e campinos
Te prestam grande ovação.
Exaltem-se os hinos!
Cantemos com emoção!
Santarém, tua capital,
Leva ao colo rio inquieto,
Envia-me um postal,
Para conhecer esse teu neto.
Oh meu querido ribatejo,
Das lezirias a bulir,
Leva-me a ver o tejo
E à leve brisa sentir.
Reliquia velhinha és,
Estimação tens de ter,
Tudo se rende a teus pés
Porque como tu querem ser!
Neste teu recanto
Aqui eu estou.
Escrito todo este meu canto
Dedicar-te-o eu vou!
Ribatejo à beira Tejo - Guilherme Pereira (13.12.2019)
Se por um momento você se sentir pisado como um tapete, Jogado no canto como uma almofada,Amarga como uma cerveja quente.Faça o seguinte:Coloque o tapete no chão com as almofadas por cima,e me chame para eu ir tomar uma cerveja gelada com você.
Tua voz é como sonho
Toda noite aqui está
Mas ao acordar me reponho
Ouço o canto do sabiá
Aonde fores eu irei
No trem na barca no mote
Levo comigo meu rei
Com coroa e toda sorte
Essa cigana engana
Não vê amor decerto
Nem enxerga só quer grana
Estou aqui bem de perto
O encanto não quebrou
Nem de leve arranhou
Coração já requebrou
Mendigando teu amor
Nosso destino é assim
Amando todos os dias
A mensagem vem por fim
Quero tua companhia
É como se, querida eu já pudesse,
Alçar em pensamento qualquer parte
Do espaço em que o prazer assim se tece,
Alçando uma alegria, assim, destarte,
Agradecer a Deus, em louca prece,
Alvíssaras risonhas que reparte
Amor em nossos corpos, cada vez
Que a noite nos impele, insensatez...
