Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Você está preso no presente e como será o seu futuro?
Somos prisioneiros de nós mesmos.
Somos condicionados a uma prisão cibernética.
Permitimo-nos isso!
O que aconteceu com os relacionamentos interpessoais?
Olho no olho, um abraço sincero, um bom bate-papo.
É o que esta faltando no Presente!
ARTE.
Redigir é uma arte, mas, como quase tudo na vida, receber reconhecimento, é preciso o exercício da paciência.
Poema para Valesca
Para vir homenagear
Esses versos encomendei
E deixar como legado
A linda mulher que encontrei
Desde filha dedicada
E mãe sempre presente
Profissional bem respeitada
Amiga de tanta gente
Estes versos vão falar
De alguém de competência
Que vive no movimento
Respeitando a própria essência
Em toques e alinhamentos
Despertando sentimentos
Estando sempre a remar
No balanço das águas
Ou no ritmo de esticar
Alongando músculos, treinando corpos
Aliviando dores, salvando vidas
Valesca nos envolve
Afaga almas, nos dá calma
Porto seguro, nessa ilha veio aportar
E a natureza contemplar
Muitos vivas para você
Nesta data e sempre mais
Como cidadão compreendo ser discutível a ideologia marxista, como cristão não aceito. Não é difícil de entender.
Os olhos veem mas quem enxerga é a consciência. Assim como, escutar e ouvir, provar e apreciar, sentir e sensibilidade.
Deus é bem mais complexo do que deus. Se você não entender nem esse texto, como você espera entender Deus?
UM PEQUENINO POEMA
Um pequenino poema...
Transcende do coração
Como filme de cinema
Sempre em exibição...
Entre o riso e o dilema...
Entre o desejo e a aflição
Tanto arde quanto queima
Pois vive na inquietação...
Prefere no amor ser tema...
Preenchendo sua emoção
Contrariando todo sistema
O igual anseia com devoção...
(UM PEQUENINO POEMA - Edilon Moreira, Agosto/2022)
As fontes negativas vão nos atingindo, como gotas de água em pedra que em algum momento perfuram.
É a vida!
Os fracos sucumbem.
"Mais uma discussão boba, em que não percebemos como ideias sem sentido puderam estragar uma relação que durou anos. Como expressões ditas de boca pra fora em pleno nervosismo nos afastaram um do outro. Mas, darling, ainda é cedo pra colocar um ponto final nisso. Essa história que começou sem querer não pode acabar da mesma forma. Os seus dedos ainda estão sobre os meus cabelos, e eu aqui sozinho nesse cenário triste povoado por milhares de fantasmas que você deixou quando me deixou. Eu fui ao supermercado hoje de manhã, e foi estranho pagar a conta e falar com aquela senhora idosa que sempre fica lá, porque ela é sua, e isso de falar com as pessoas também é seu. Não soube exatamente o que comprar. Agora eu tenho aqui um monte de frascos que podem ser veneno de ratos e que têm desenho de tomates mas que pode ser sangue. Isso era seu. E esse quarto agora é um mundo sem você aqui. E eu estou perdido nele com essas sacolas repletas de comidas que nunca chegarei a cozinhar, porque não sei. E o meu pijama do Bob Esponja como se eu tivesse sempre a acordar mesmo sem dormir. Ontem te procurei por todas as ruas, te liguei em todos os telefones, e além disso, mergulhei sozinho nessa cama que ainda tem o seu cheiro e tudo o mais que você deixou. Darling, não permita que a magia que encontrei nos seus olhos pertença a alguém que nunca vai te conhecer como eu. Nem que outra pessoa venha cozinhar para mim essas comidas desses frascos que parecem sangue. E depois, o que será de mim sem ti...? o que será dessas paredes em cinza e amarelo que pintamos no natal, o que será dessas luzes que intermitentemente acendem e apagam como se te chamassem de volta aqui, o que farei com as músicas em inglês que tocarão no rádio se não sei dançar sozinho, o que fará aquela dona do mercado ao lado com as conversas que ficaram pendentes, e com a tristeza de não te ver mais, o que será de mim sem ti, darling, se não sei viver sozinho nesse mundo que cada vez mais cresce... because i miss u!"
" Amigos são como um tesouro são difíceis de achar e quando achamos são as nossas maiores conquistas"
O que é a depressão nesse mundo sem visão, apenas frescura de quem não tem ambição. Como explicar uma doença que parece não ter uma razão, fica o dito pelo não dito e o doente submisso. Submetido a críticas e apontamentos, como sendo fracos e sem nenhum alento. Depressão existe sim mas só quem tem pode sentir. Angústias, medos, incapacidades, nada compreendidos pela sociedade. Resta ao depressivo se esconder, deixar de viver, para satisfazer a hipocrisia de quem faz sofrer. Condenar e criticar só leva ao mau estar, um mau tão grande que só faz pensar, deixar de existir talvez seja o caminho a seguir.
D.L
A dor as vezes é tão grande, rasga a alma faz chorar todo instante. Como navalha que corta, dilacera e não se importa. O coração sangra, verte sangue mas continua pulsante, deixa ofegante como se deixasse de bater no peito, sobe a garganta tranca o ar as vezes espanta. Sem o ar que faz o pulmão inflar, parece que enfim a morte vai chegar. Mera ilusão a ansiedade não quer matar apenas torturar. Mas até quando aguentar sem poder gritar, ecoar a dor que não quer passar. Como tratar, qual remédio tomar, se para a dor da alma não existe um curar. O desespero toma conta, o ser não se dá conta, mas a dor só aponta para o caminho que vai findar toda a afronta. Caminhos de espinhos, escuros e vazios, como o coração do ser que está ferido, acoado e reprimido, perdido no labirinto da solidão, perdeu a razão, segue sozinho por não ter mais esperança nem redenção. Pobre coração.
D.L
Num dia de chuva como hoje, um sonho. Sonho de ser, existir, renascer. Nos projetos colocados no papel uma esperança de chegar ao céu. As asas ainda curtas não permitem sair do chão, mas o coração pulsante parecia dar rasantes em rumo daquele sonho emocionante. Mas a chuva molha as asas, as lágrimas o coração, pesados não conseguem voar, resta apenas parar. Os rasantes se cessaram, o emocionante se findou, estatelado ao chão, o sonho acabou. Mas o vivido não é esquecido, vira marca, ferida, num anjo caído. A ferida escorre sangue, o líquido vital desenha o final, o céu sonhado, agora nublado, pois a chuva passou, deu as costas para o que devastou, anjo caído grita sua dor, sente que o fim chegou. O sangue marca o chão, como tinta num cordel, resta só a sombra num pedaço de papel. A morte de um anjo caído que ousou chegar ao céu.
D.L.
São três horas da manhã, procuro pelo sono, mas ele como um menino rebelde brinca de se esconder. Procuro por ele no labirinto formado dentro de mim, e no vai e vem nos caminhos tortuosos encontro um a um, o medo me diz que a noite vai ser longa, a ansiedade ri me dizendo que não vou conseguir, mais a frente a tristeza, muda, parece só contemplar minha fraqueza, mais adiante e um pouco mais ofegante a incerteza parando por um instante dizendo que por mais que eu tente não verei mais a beleza, sigo, e como um fantasma me deparo com o desânimo, esse me diz que não tenho mais pra onde ir, que o caminho chegou ao fim. A agonia me faz companhia, e só me lembra que já vai nascer o dia. O coração acelera parece mais uma cerra, rasgando o peito, trazendo a tona todos os meus defeitos, e no fim do labirinto, como por instinto a lágrima rola, olhos marejados aguardam o romper da aurora. E na brincadeira de pique esconde o sono ficou para uma outra hora.
D.L.
Precisamos mais de momentos mágicos, um conto de fada real, para que os olhos possam brilhar como as estrelas.
Eu quero que você me ame como nunca amou outro alguém. Não quero que todas as nossas desilusões do passado nos frustrem ao ponto de sermos frios um com o outro, quero que a chama ardente do amor nos queime e que tudo pegue fogo para que possamos viver algo belo e novo. Vamos escrever uma nova e linda história, viver intensamente sem ter medo do futuro, sorrir, abraçar, viajar, beijar, fazer amor e tudo o aquilo que nos faz bem. Venha logo, não demore se entregar, pois estou aqui louco querendo te amar!
Como pode imaginar, minhas governantas exerciam pouco controle sobre mim – uma garota mimada a quem um pai viúvo permitia praticamente todos os caprichos.
Como amaldiçoo o ceticismo de que tanto me orgulhava, meu abjeto sentimento de superioridade, minha cegueira e minha obstinação (...).
