Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Passamos muito tempo reclamando do que vemos de errado e pouquíssimo tempo pensando em como corrigir o erro. No final não ajudamos em nada.
E quando num primeiro abraço você sentir como se estivesse retornando pra casa, certeza que em algum tempo, mundo ou vida, essa pessoa já foi o seu lar.
O passado é lugar de referência, não te permanência, não deve aprisionar, mas servir como direcionamento e evolução.
Ninguém precisa mendigar atenção e implorar por afeto. Se não se tratam como gostaria, é porque não te merecem!
O homem, um boneco.
Schopenhauer diz que às vezes conversa com o homem, assim como alguém que sente prazer pela comunicação, uma criança, conversa com seu boneco. Embora este não a entenda, ela se diverte pelo simples prazer apenas de se comunicar com ele e se divertir por poder usar as palavras.
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A vida desliza rápido como um skate. Você envelhece e o skate segue veloz nos pés de um jovem que um dia você foi. Max Pensador
Como vejo a vida intelectual
"Eis o observador do céu de uma noite cálida e outonal, tecido de milhares e milhares de estrelas, contemplado desde um lugar retirado, rodeado pela muda Natureza que recolhe-se sob o manto noturno e lôbrego, silêncio aterrador. O observador experimenta o dissabor de uma antítese que se deslinda na realidade de uma glória distante, mas que, ao mesmo tempo, parece tão próxima dele. Então, ele percebe o abismo entre sua pessoa e aquela glória, contudo seu espírito é impelido por aquela aparente proximidade".
"Diante dos meus olhos, sobre as coisas do mundo o inimigo pode tentar me amedrontar como bem entender. Deus não trabalha de fora para dentro e disso eu tenho plena consciência, é de dentro do meu interior que sairá a luz que extirpara as trevas, onde o Senhor fará a sua obra e cumprirá a sua promessa, pois o meu Deus achou sinceridade em meus caminhos e tudo quanto mais preciso me serão revelado."
A sabedoria serve de sombra, como de sombra serve o dinheiro; mas a excelência da sabedoria é que ela dá vida ao seu possuidor.
Um dia, lá no futuro distante, tendo como referência o presente vivido a cada instante, a gente descobre que, no transitar pelo tempo, fizemos além da conta, ou nada fizemos. Calamos em excesso e falamos menos do que deveríamos. Amamos mais do que o coração seria capaz de suportar diante do desprezo e/ou da conveniência dos amados, frente ao rompimento e, igualmente à acomodação natural, na relação, promovida pelo tempo. Doamos a nossa presença mais do que os outros seriam capazes de valorizar e nos esforçamos em demasia para fazer com que àqueles que amamos pudessem entender que os nossos sentimentos também são dotados de defeitos.
Sabotamos os nossos mais íntimos desejos em favor de terceiros, especialmente sanguíneos. Investimos nos sonhos de alguns que, no fundo, nem tinham a certeza que realizá-los seria, de fato, um prazer, uma felicidade sustentável enquanto muitos dos nossos sonhos foram engavetados.
Um dia, quando o futuro distante torna-se presente, perceberemos o quão poderíamos ter feito muita coisa diferente. Que poderíamos ter tido um olhar mais cuidadoso para dentro de nós e isto não se reverteria em danos que pudessem comprometer a construção dos nossos dependentes, das nossas bases, pois, naquele pregresso tempo, ainda nos restava tempo e saúde para mudar e nos preservarmos emocionalmente. Então, a gente se dá conta que, em grande parte do tempo, fomos mais dedicados aos acontecimentos do presente, estimulados por culpas, inseguranças, inexperiências, responsabilidades, bem como carências do passado, sem observarmos que os mais velhos, que agiraram da mesma forma, e que poderiam nos servir de exemplo, não tiveram o aval do futuro, tendo esta mesma atitude, quando chegaram a fase madura. O resultado, na grande maioria das vezes, não é compatível com a intensidade da entrega de nenhum de nós quando, no foco, não nos incluímos.
É quando a gente percebe que o Tempo passou. Que é hora de encontra tempo para refletir, mas não se culpar, muito menos de se acomodar. Afinal, ainda há tempo. É hora de tentar fazer com que o presente possa promover um futuro mais feliz e mais justo para o nosso interior.
Estando nós em paz com a qualidade do que doamos de nós, mesmo ainda tendo muitos compromissos materiais, é hora de deixarmos a vida acontecer dentro da gente, do nosso jeito, com mais leveza, menos preocupação com o pensamento dos outros, com o ambiente externo que vive nos assediando para nos tornarmos máquinas que possam atender as suas demandas pessoais e corporativas. Já não precisamos de muito. A qualidade do pouco é valiosa demais.
É hora de ouvir o tempo dizendo que a nossa vida, neste atual presente, tem menos tempo disponível para o futuro. E que o passado foi uma escola para o espírito que, no universo, é transeunte. Porém, ainda há tempo de fazer o corpo feliz. De dar paz para a mente. De sorrir, apesar das rugas - das marcas do Tempo.
De, enfim, reconhecer que fizemos o que podíamos, dentro da sabedoria acumulada naqueles momentos de decisões e ações que envolviam outros corações.
Agora é hora de descansar nossa estrutura humana, sem parar de se movimentar, mas dando uma conotação de repouso, porque este é o ciclo de todos nós. Em algum momento do Tempo, todos nós seremos convocados, pela consciência, a um novo tempo de ações. Até o apagar da íris, um segundo, uma hora, um mês, uma década ou um século todas essas partículas cronologicas do infinito possuem o mesmo tempo de valor, quando se busca mais felicidade para o nosso interior. E com a dispensa de plateia, registros ou companhia apenas felizes na paz pelo tudo que fomos sem maldade no peito.
Você veio como chuva de verão,
forma que apareceu inesperada for
como esperado, se foi
Com um mundo tão cheio, tão lotado
me sinto abandonado, por dentro me sinto esvaziado
na solidão, sozinho caminharei na escuridão
apenas largado, despejado, com coração calejado
Desamparado, de mãos atadas
ligações rejeitadas, cartas rasgadas
fotos deletadas, mensagens apagadas.
Afinal, é você ,apenas, por você
E quanto à chuvas de verão?
Por que nao ver seus bens feitos?
(Infelizmente o ruim já foi feito)
Ora, depois da chuva vem o arco-íris
como um símbolo de esperança, dar fé que tudo voltará ao padrão
ele aparece como uma forma de pedir perdão
Perdão pelos atos da forte chuva
que destrói e corrói tudo que está no seu alcance
sem dó nem piedade
alastrando caos por toda a cidade
por um longo e vasto terreno distante
Perdão pelos que morreram de coração partido
mortos pelo amor corrompido
banalizados pela gente
queimado pela chama ardente
a chama da paixão
"A paixão de um Verão"
Como reajo depois de ter perdido o chão?
Você continua. Continua não porque é forte, mas porque tem um Deus forte te sustentando. Você pode achar que perdeu o chão, mas na realidade ele te segurou no colo. Você já venceu tantas lutas, e essa será apenas mais uma, pra sua coleção na estante da superação. Você olhará e dirá: Essa foi difícil, mas eu venci. O Eterno me ajudou, Ele nunca me abandonou.
“Pode a mãe se esquecer do filho que ainda mama? Pode deixar de sentir amor pelo filho que ela deu à luz? Mesmo que isso fosse possível, eu não me esqueceria de vocês!
(Isaías 49:15)
Sócrates veio ao mundo antes de Jesus e foi condenado à morte por falar de liberdade, e não de como se manter preso na cela vazia, escura e covarde da manipulação.
No alcance de vitórias e derrotas os nossos dias começam e terminam, acomodando como memórias cotidianas lembranças construídas através dos caminho escolhidos, repletos de mágicas paisagens e rabiscado de imperfeições..
Não existe altruísmo em atuações que a solidariedade só tem como destinatário àqueles que podem retribuir. Note como "alguns altruístas" tratam quem nada pode oferecer.
- Não sei como fez isso,
mas me apaixonei pelo seu riso.
Sabe que me tem,
e sei que é recíproco.
Como pude me apaixonar assim?
- om você me sinto tão bem.
Não encontrei isso em outro alguém.
Me tem de uma forma,
queque me deixa acanhada
de tão deslumbrada.
- Me sinto exposta,
e ao mesmo tempo viva.
Não sei o que fez comigo,
mas mudou minha vida.
