Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O Divino em mim e eu
estamos sempre travando batalhas.
Como Ele não desiste, eu cedo e deixo Ele ganhar.
Mentiras são como covas rasas. Com o tempo o cheiro de carne podre se espalhará, se tornando insuportável. E cedo ou tarde, encontrarão o cadáver.
Exú Caveira.
Esse barulho na mente, soa-me como gritos me convidando a dançar. Gêmeos! Acalma teu ascendente em Áries antes que ele coloque tudo a perder
Não sinto mais vontade de nada. Cada dia que passa me sinto afundando mais nessa cama, é como se tivesse um buraco com gravidade reduzida e a cada dia eu vou descendo um pouco.
Deus!
Deus, será que eu mereço ela?
A menina mais bela
Como uma flor em uma primavera.
Céus, o que ela tem?
Para me fazer assim...
Tão bem.
Dona de uma alma meiga
Que tanto me alegra,
E que faz o meu ser brilhar
Como se estivesse em uma eterna festa.
Tempo ao Tempo.
Prafrentemente.
Como diria Odorico Paraguaçu: pondo de lado os entretantos e indo direto aos finalmentes, deixemos o pratrasmente e vamos ao prafrentemente.
Bom dia!
Há gente que vivencia a si mesmo, seus pensamentos, como algo separado do resto do universo – numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência.
E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas.
Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza.
Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.
Que Deus nos guie nesse caminho, ajudando-nos a cultivar amizade e respeito por todos ao nosso redor.
Que nosso dia seja repleto de bondade e entendimento, ampliando nosso círculo de compaixão e encontrando paz em nossa jornada.
Abraços calorosos e um excelente dia!
Fadiga das lesmas
Ser formiga em dias comuns.
Nos raros, como hoje,
Quero a fadiga das lesmas,
E um desmanche sapal,
A espalhar lentidão na pedra
Na melodia mole dos desenfados.
Muitos aspiram ser como Abel, porém, ao momento de abençoar o próximo, frequentemente se assemelham mais a Caim.
Escrever obviedades é função de legisladores. Aos pensadores, resta rebuscar o cotidiano, como se palavras fossem opioides.
Quando a saudade aperta, é como se o coração se tornasse uma sala de memórias, onde cada lembrança é um raio de sol que ilumina a escuridão da ausência.
