Nosso Amor como o Canto dos Passaros
“Não vejo os outros como inimigos.
Não transfiro responsabilidades.
Posso ser meu maior inimigo e meu melhor aliado. Tudo depende de mim e como reajo diante da vida...
Estarei sendo meu inimigo quando não acredito na minha capacidade. Quando aceito rótulos. Quando permito que me tratem mal e me coloquem rédeas. Quando aceito que a amargura alheia me desestabilize. Quando eu der mais importância para o que os outros pensam do que eu sinto. Quando eu digo sim, quando meu coração grita por um não.”
[28/10 21:43] Giovane Memeu: "A auto altivez, auto vaglória, alto exaltação, são como espinhos nas emoções, dor, sabor amargo."
Giovane Silva Santos
[28/10 21:43] Giovane Memeu: "A humildade testifica a honra, intentar este caminho a honra se multiplica."
Giovane Silva Santos
"O teu futuro está lá na frente te esperando, como ele será depende da maneira como você define o teu presente".
- Sabe talvez a gente seja como o Sol e a Lua.
- Como assim?
- Profundamente apaixonados um pelo outro, mas diferentes demais para ficarem juntos....
O que pretender onde não há nada exceto o desmorrer puro e límpido
de algo cujo fim é findar - como todo homem - um dia?
Como a tempestade com toda sua fúria, vem para despoluir o espaço geográfico. Assim mesmo, são com os períodos difíceis da vida.
O destino te trouxe pra mim, Como a maré trás uma concha do mar, Como a onda que quebra na praia, Você quebrou em mim, Não há mais o que fazer, Estava escrito você me encontrar, Eu te amava mesmo antes de nascer, E depois de morrer ainda vou te amar, Tudo que existe no Mundo de bom, Tudo o que te faz sorrir, Me faz ser música e tom, Faz a nossa melodia existir, Se tudo era pra ser assim, Se tudo sempre é igual, Não acredito nesta história de fim, Pra sempre é pra sempre e ponto final.
Cofres eram como quebra-cabeças. Quebra-cabeças que só podiam ser resolvidos por aqueles dignos dos segredos que guardavam.
Como conter as lágrimas diante de sua existência. Como descrever sobre o que não existe base ou argumentos.
Como não sentir este imenso, inefável e imutável amor.
Como não sentir este vazio que carrego em minha alma em meu ser e em cada partícula do meu corpo. Que sua ausência me causa.
Sei que tudo tem seu tempo determinado, tudo tem a hora certa de acontecer e saiba que mesmo distante você sempre foi e é minha primeira palavra do Dia.
Me perdoe somente, me perdoe por ser tão pequeno, tão falho, tão nada. Ainda que assim também eu seja aos seus olhos.
Mesmo assim cheio de defeitos; sempre será o suficiente para mim, por ser um amor verdadeiro que nunca vivenciei ou senti em outro lugar e de nenhuma forma...
Te amo...
Ricardo Baeta.
"para mim você é como se fosse uma pintura, uma obra de arte, mas toda pintura ou obra de arte, tem seus defeitos, só cabe à que está olhando e admirando, deixa as imperfeições de lado e enxergar o lado maravilhoso da pintura, deslumbrar a obra de arte, com ou sem imperfeições"
"Entendermo-nos como indivíduos normais dentro das anormalidades humanas imprevisíveis, é uma grande conquista existencial."
Poesia, como um vaso nas mãos do oleiro.
Somos a maior e mais sublime criação de Deus, e por nos amar de tal maneira ele nos deu a sua vida incriada, e o seu fôlego de vida. Um amor de tal maneira solícito e de uma graça infinita e sem par. E que com o seu olhar de graça, e misericórdia que nos constrange a cada novo relacionamento. Vemos, que a cada momento somos tomados em nosso ímpeto de adoração e louvor, voltando sempre a santidade e ao primeiro amor. Amor esse, o princípio da nossa nova identidade Nele, e que se perpetua em temor, graça e santidade. E nessa realidade de comprometimento em que estamos envoltos a cada nosso relacionamento com Ele, nos levando ao arrependimento e quebrantamento que nos faz livres a cada momento. Momentos esses, que no tempo da sua visitação nos remetem ao poder e a graça de cada um dos seus propósitos e vontade, cheios de amor e perdão. E por essa razão, quando olhamos para a sua misericórdia e graça que são a razão de não sermos consumidos pelos nossos próprios pecados.
Autor: Leonardo Pimentel Menin
A pandemia do corona vírus, bem como outras crises sanitárias, por conta de seu caráter invisível, invasor, multiplicador e transformativo é pautada pelo medo. O humano, não diferentemente de outros animais, quando se sente ameaçado pode atacar, atacar qualquer um que ele perceba como seu algoz. Que falta de criatividade desse suposto animal no topo da cadeia alimentar...
(...) Como não me ponho a perguntar, porquê tenho o poder de UNIR, e, esse UNIR tem o poder de separar...
A criptografia do corpo
Será, seria capaz, como sopro no ar.
A matéria, 7 bilhões de DNA.
A volúpia da sinapse.
A ciclagem química.
O tráfego sanguíneo.
Fisiologia alterada.
Mistério da biologia, teria alcançada.
Conseguiu a ciência chegar ao ápice, ao topo.
Junto com a tecnologia, as infras, ultras câmeras invisíveis, atravessa osso.
A nudez do esqueleto vivo, tecidos, artérias, fibras e órgãos.
Qual o poder dos sentidos.
O grafeno quântico, quântico molecular, um super computador, as ondas, energia, sabedoria milenar.
Vejamos o olho do martelo, quem ao céu faz o elo, o céu criptografa o que o homem não pode imaginar.
Giovane Silva Santos
