Nosso Amor como o Canto dos Passaros
..."Existe uma necessidade básica que a evolução humana não se apercebeu ou não considerou como sendo de muita importância: a de que o homem precisa se alimentar para inventar outras coisas fúteis." ... Ricardo Fischer.
seu sorriso brilha como os raios de luz do sol, seus olhos brilham como diamante, seu cheiro é igual de lavanda, suas características superam o "perfeito"!
Nunca pensei que encontraria alguém como você: animada, divertida, bonita, cheirosa... e nunca pensei que encontraria um amor igual a esse!
Faça chuva, sol, calor, frio. Seja qualquer tempo.
Estou aqui por ti como nunca estive por mais ninguém. Até tentei estar, mas sabe como é. Alguns caras só precisam de companhia para suas horas vagas.
Assim, como a cobiça e a ganancia habitam no coração da pessoa estúpida e sem entendimento. De igual modo, aqueles que renunciam a sua própria vontade por amor e em favor dos menos favorecidos, semeiam o favor e prosperidade de Deus por onde passam.
A diferença entre atrair abelhas ou moscas em sua vida tem mais haver como você se senti, como favos de mel ou um monte de merda.
Como o Covid-19 pode mudar a história do mundo?
Haverá grandes mudanças, nem estou falando da politica, da economia ou desigualde. Mas mudanças no meio social.
Os valores, os hábitos, ao que damos importancia muitas das vezes coisas futeis.
Não só as coisas vão mudar, mas as pessoas principalmente.
Aquilo que parecia ser o fim do mundo agora talvez se torne mais simples de resolver.
Ficar o fim de semama longe das pessoas que gostamos e estamos acostumado a ver, é normal. Agora ficar meses sem vê-los pessoalmente é dificil. Ainda bem que temos nossa amiguinha internet, que depois dessa pandemia tambem será algo não tão importante quanto abraçar quem você ama.
Os encontros teram mais valor, ajudar o outro talvez agora seja mais comum.
Passar por um quase apocalipse (porque não é) faz com que as pessoas entendam o valor das pequenas coisas a que não damos importancia.
Viver a vida de verdade sem dar prioridade ao que tras alegria temporaria, ao inves de ficar preso a sua própria maneira de pensar compreender a forma que o outro pensa. Ajudar, ser gentil por entender que todos estamos enfrentando isso juntos. A coletividade tambem vai aumentar. Posso só ter falado vantagens mas pra que ver a vida só pelo lado ruim não é?
A vida é como um jogo de xadrez, seu oponente é a pior versão do seu destino, você pode trocar várias peças e até mesmo realizar alguns xeques, porém se começou o jogo errado o destino será implacável, procure não desistir e avance seus peões, dê oportunidades, quem sabe o destino te de uma chance e você consiga transformar um peão em Rainha.
Qual é a finalidade da filosofia? Como vamos explicar nossa razão? Nossos sentimentos? Qual é o alfa e o ômega? Onde vai acabar a aventura? Será que alguém vai explicar o sentido da vida? Por quê a filosofia foi criada?
Penso eu, reflito.
Você
Possui uma beleza única
Como uma joia rara
Lapidada de dentro para fora
De maneira simples, delicada
Digo que de todas as luzes que já vi
Nenhuma delas a teu brilho se compara
A ignorância (no sentido de saber) nos faz escolher como se estivéssemos jogando "pedra, papel e tesoura".
Aqui dentro da minha casa está uma bagunça, parece uma rebelião.
O coração está saltando de um cômodo para o outro tentando achar seu lugar ou um lugar que seja mais aconchegante para descansar, a mente ta inquieta falando o tempo todo, sem parar.
Tem uma tonelada de frustação entulhada, sonhos abandonados, expectativas assassinadas a sangue frio.
O Estomago está exausto tentando por pra fora as mágoas.
São noites mal dormidas, cabeça fervendo.
Tem palavras presa no cano da garganta, entupidos.
O peito sente dor e da janela dos olhos parece apenas chover e do nariz trovejar.
O pulmão só sabe gritar, está explodindo e não é de gargalhadas, pois elas partiram com malas imensas.
A ilusão apenas brinca com todos.
O diafragma já está exausto de tentar segurar as pontas por ali....
Nosso alimento principal, esperança...está faltando na dispensa.
A luz está cortada, está escuro aqui dentro. E acho que a vizinha percebeu, a dona felicidade clandestina, fica rodeando nossa porta e tentando entrar.
Estamos nos fechando aqui dentro, trancando as portas e janelas, já sinto abafamento da angústia ecoando por todos os cantos.
Saudade dos motivos que visitavam com notícias boas, parece que eles evacuaram a city.
Mas nosso líder está tentando, está lutando com todas as suas armas...e espero que ele consiga resgatar aquele gerador empoeirado lá no sótão e que ele gere muita esperança e que essa esperança venha acompanhada de força, de entusiasmo, de vontade, de novos projetos, metas, sonhos, saúde, novas perspectivas e que todos eles ainda consigam trazer as gargalhadas de volta pra balançar o pulmão e fazer os lábios sorrirem a ponto de os dentes acenarem das janelas, que os olhos fiquem apertadinhos e escorra aquela agua parada em forma e felicidade, que as mãos apertem a barriga de tanto rir.
Que sejamos felizes.
Esta noite, como boa caçadora...
Exija-me, persegue-me,
Encurrala-me, deseja-me
E, se puder, me
Enjaule, porque se não o fizer...
Eu te devorarei!!
"Noche de Luna Llena"
Não fique aí parado! Vagando pela vida como se fosse uma pequena semente levada pelo vento.
Viva com intensidade, construa sua história, encontre um propósito e insista nele até que floresça e dê frutos!
A fé, segundo o Catecismo da Igreja Católica, é definida como "a adesão voluntária e segura à revelação de Deus" (Parágrafo 142). Em vez de ser um subterfúgio para a ignorância, a fé é apresentada como um ato consciente e comprometido, que vai além da mera aceitação passiva.
O Catecismo destaca que a fé não é oposta à razão, mas sim complementar a ela (Parágrafo 154). Ela envolve a mente, a vontade e o coração, convidando as pessoas a uma busca constante de compreensão e conhecimento, mesmo diante de mistérios que ultrapassam a capacidade plena da razão humana. A fé, portanto, não é um refúgio para a ignorância, mas um convite à busca do transcendente, uma busca que envolve tanto a mente quanto o coração.
Além disso, a fé cristã não é baseada em meras conjecturas ou crenças arbitrariamente escolhidas, mas sim em uma revelação divina. O Catecismo destaca que a fé tem como fonte primária a revelação de Deus em Jesus Cristo, transmitida por meio das Escrituras e da tradição da Igreja (Parágrafos 80, 81). A fé, assim, é uma resposta consciente e comprometida a essa revelação, uma resposta que implica um relacionamento pessoal com Deus.
Ao contrário da visão simplista que reduz a fé a uma espécie de escapismo para a ignorância, o Catecismo sublinha que a fé católica encoraja a busca do conhecimento, da verdade e da sabedoria (Parágrafo 158). Ela não nega a importância da razão, mas convida a uma razão iluminada pela fé, que busca compreender os mistérios da existência e encontrar um propósito mais profundo na vida.
Portanto, à luz do catecismo católico, reafirmo que a fé não é uma fuga para a ignorância, mas uma jornada de descoberta, uma resposta ativa à revelação divina e um convite à integração da razão e da espiritualidade. Essa perspectiva enriquece a compreensão da fé como algo que vai além de um simples subterfúgio, destacando seu papel na formação integral da pessoa e na busca constante pela verdade.
É crucial reconhecer que, de acordo com o catecismo católico, a fé é também compreendida como uma graça divina, um dom generoso concedido por Deus. O Parágrafo 153 destaca que "a fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele." Essa perspectiva ressalta que a capacidade de crer não é meramente uma conquista humana, mas um presente do amor divino, uma resposta à iniciativa de Deus que nos atrai para Si mesmo.
Os versículos bíblicos corroboram essa visão da fé como uma dádiva de Deus. Efésios 2:8 nos lembra: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus." Essa passagem enfatiza que a fé não é resultado de nossos próprios esforços, mas é concedida como parte do plano redentor de Deus para a humanidade.
Dessa forma, a compreensão da fé como graça divina destaca que a busca espiritual não é apenas um esforço humano, mas uma resposta à iniciativa divina. A fé, portanto, transcende a simples racionalidade ou conhecimento humano, elevando-se a um encontro pessoal com Deus. Ao reconhecer a fé como um dom gracioso, somos chamados a cultivá-la, nutrindo esse relacionamento íntimo com o Divino, confiantes de que Ele é o autor e consumador de nossa fé (Hebreus 12:2). Assim, a fé se revela não apenas como uma construção intelectual, mas como uma resposta amorosa à graça abundante de Deus.
Essa perspectiva da fé como um dom de Deus se alinha com as palavras de Jesus registradas em Mateus 11:25, onde Ele agradece ao Pai por revelar as verdades do Reino aos pequenos: "Naquele tempo, Jesus pronunciou estas palavras: ‘Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos.’" Esta passagem destaca que a fé não está necessariamente vinculada à erudição ou sabedoria humana, mas é acessível a todos que acolhem a simplicidade e a humildade do coração.
Paralelamente, o apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses (3:8), oferece uma reflexão profunda sobre o valor da fé em Cristo. Ele declara: "E mais, considero tudo como perda, pela sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por ele, perdi tudo e considero tudo como esterco, a fim de ganhar Cristo." Essa afirmação ressalta que, diante do conhecimento da verdade pela fé em Cristo, todas as outras conquistas e saberes se tornam insignificantes. O apóstolo reconhece que a verdadeira riqueza está em conhecer a Cristo, e a fé é o meio pelo qual essa comunhão é estabelecida.
Assim, tanto as palavras de Jesus quanto a experiência de Paulo sublinham a humildade e a renúncia necessárias para abraçar a verdade revelada pela fé. Ao considerar tudo como esterco em comparação com a excelência do conhecimento de Cristo, Paulo demonstra que a fé não é apenas um conjunto de crenças, mas uma relação transformadora que redefine as prioridades e valores da vida.
Em última análise, a fé, como graça divina, nos conduz a uma compreensão mais profunda de nós mesmos, do mundo e de Deus. Ao aceitar esse dom, somos chamados a acolher as verdades reveladas aos pequenos, reconhecendo a simplicidade e a humildade como virtudes que abrem a porta para a verdadeira sabedoria. Assim, a fé não apenas ilumina nosso caminho espiritual, mas também nos orienta a repensar e reavaliar as prioridades em nossa busca por significado e plenitude.
