Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Deus, proteja-me
Como um verdadeiro pai
Protege o seu filho,
Não me deixe andar
Por maus caminhos
Proteja-me das armadilhas
Dos meus inimigos,
Me dando sempre um ombro amigo
Pra que eu sempre ande
Pelos os bosques do teu abrigo.
Guie-me os meus passos
Por onde for,
Livre-me de todo sofrimento
E de todo tipo de dor,
Ouça-me sempre as minhas orações
E e o meu grande clamor.
É como se a dor tivesse sido coberta por um tipo de cobertor. Ainda está ali, mas as pontas mais afiadas estão... acolchoadas, ou algo assim. Então, às vezes, eu levanto uma ponta do cobertor, só para checar e – uau! É como se fosse uma faca! Não sei se isso vai mudar um dia.
Mandar um homem escrever um poema é como ordenar a uma mulher grávida que dê à luz uma criança ruiva.
E, como desde o início daquela história, a balança do destino. Para que uma família tivesse esperança, a outra precisava perder tudo.
O egoísmo é como um buraco negro devorando tudo ao seu redor, e quando menos espera, ele terá te consumido por completo, sobrando apenas o vazio.
Ao avançar da vida percebo que meu destino, pelas mãos do criador, já está selado, assim como foi o de D. Pedro II:
morrer amargurado por não ver meu país no lugar de grandeza que lhe cabe.
A meu ver toda mulher é rainha e porta-bandeira; homem que preza trata ela todo dia como seu mestre-sala, acima de alas e blocos.
As coisas correram mal nos últimos dias, mas talvez elas comecem a melhorar. Como vão melhorar você não sabe, mas é a possibilidade que importa...
As vezes fico pensando em como seria bom, se tivéssemos um livro em branco, e nele poderíamos escrever a nossa própria história.
Seja como o sol que aquece a terra e o coração da humanidade, se renovando e trazendo a esperança, a cada amanhecer.
É preciso erradicar da política o abuso do poder econômico e o uso da corrupção como forma de governar.
