Nosso Amor como o Canto dos Passaros
É como se estivesse perdida no seu castelo, que por onde passa encanta e fascina com sua beleza digna de rainha, mas é apenas uma princesa... E que princesa.
Reflita!
Se tu leva a vida
como espelho empoeirado
com ar enevoado
como água turva
com olhos rofos
e alma escura,
Não vives, sub-existe.
A paciência é uma das maiores estratégias do ser humano, tendo o silêncio como arma infalível mortal.
Devemos encarar a vida como um eterno aprendizado. É importante aprender com todas as pessoas que nos cercam, sejam exemplos de comportamentos a serem seguidos ou não. É preciso assimilar aquilo que possa contribuir para o nosso crescimento pessoal.
Recorrer ao passado é como mergulhar em um mar de ilusões, poderemos rever tudo que passamos na vida, mas jamais poderemos voltar a tê-las como antes, então devemos lembrar sempre que o momento é o agora, o passado sempre nos causará nostalgia.
César Ribeiro
O LADO RUIM DA VIDA NÃO EXISTE..
Vamos viver como se deve pois essa história que existe um lado bom e outro ruim da vida não existe pois nossa vida só tem um lado e é este ao qual podemos ser oque quisermos por isso fazemos com que sejamos lembrados por bons atos,deixando lembranças de sorrisos que fizeram doer a barriga,até a chorar que os que ficarem sentirão felizes ao recordarem de nossa amizade, e assim teremos realmente vivido o único lado da vida que se foi bom ou ruim foi escolha nossa,depois disso já será outra história...
Nunca na historia da humanidade foi tão fácil enganar as pessoas como hoje em dia, e olha que o conhecimento esta ai disponível pra quem quiser buscar, mas mesmo assim a ignorância ainda impera impressionantemente.
Catorze versos me recebem com festa, numa alegria que poucas vezes vi.
Como é maravilhoso chegar ao poema e ser recebido assim.
Descobri que o soneto e dócil e que seus versos, apesar de carrancudos são muito amáveis.
Conheci uma artista que faz desenhos e pinturas como ninguém . Nem ela sabe que seu maior dom artístico é esbanjar felicidade. Arte pura. Conheci uma artista.
Quando eu casar e tiver filhos, quero ter netos e quando ficar velhinho quero lembrar de como foi divertido ser avô.
Eu ainda queria que você estivesse aqui. Ah! Como se não estivesse [ei aqui, dentro de mim] Eu estou aqui sonhando com o que poderia ser. Sonhando com um retorno inesperado. Sonhando com seu coração sentindo falta de me ter por perto. E pedindo a Deus pra que não encontre em outro alguém o que encontra em mim. O que me resta, por hoje sonhar...e ao longo dos dias torcer pra vida te trazer pra mim mais uma vez, por um leve escorregão do destino.
Não sei o que escrever
Nada sei para escrever
Sem saber escrever
Como vou escrever?
Não aprendi escrever
Vou insistir
Aprender escrever
Falta inspiração
Vou insistir
Até saber como
E o que escrever!
Ao andar de mãos dadas, você não somente transmite a mensagem de que não está sozinho(a), como ainda envia, sutilmente, fragmentos do seu estado de espírito. É como se ao ser observados andando juntinhos, entrelaçados pelos dedos (e almas), os olhos alheios percebessem que ali não vão duas pessoas, mas sim o resultado da união deles. Seria como uma transformação instantânea de "ele e ela", para "eles".
E isso acaba sendo um incentivo/exemplo do que outros podem querer para suas experiências, também.
Existe coisa mais bonita e motivadora, para jovens casais, do que ver um casal de idosos, andando, ainda que com dificuldades impostas pelo tempo, de mãos dadas e com um sorrir estampado no rosto? Aposto que sua resposta também é um sonoro "Não!".
Andar de mãos dadas, ao menos pra mim, é uma espécie de garantia de um porto seguro sempre ali, pra mim e pra ela, quando a gente vier a precisar. É deixar registrado que a gente até pode adiantar o passo ou retardá-lo, que ainda assim aquela pessoa que escolhemos para estar ao lado e ser nossa companhia, continuará perto o suficiente para que possamos nos sentir seguros o bastante para encarar qualquer obstáculo que possa surgir.
Quer saber? Você fica tão mais linda quando sorri assim, distraidamente. É como se inconscientemente você fizesse uma homenagem aos tantos olhares que ligeiramente atravessam teu caminho sem nem suspeitar do que existe por trás de tanta harmonia nos passos seguros que escondem com tanta perfeição os sintomas das noites - por vezes - mal dormidas.
Larga mão deste espelho e me olha nos olhos. Eles quase sempre farão festa ao lhe contar como você realmente é e frequentemente não nota.
Será que não percebe como eles se iluminam como farol na beira do mar, sempre que eu lhe vejo? Será que você nunca reparou no quanto eu fico sem jeito quando você me devolve o olhar e neste instante eu estremeço por dentro, e permaneço alguns segundos inerte, sem saber bem o que dizer, já que minha atenção está voltada inteiramente para sua boca que me dá mil explicações pelo interminável atraso de 10 minutos?
Preste mais atenção nos meus sinais. Assim você perceberá, por exemplo, como eu sempre abro um sorriso bobo quando lhe ouço falar com tanta veemência sobre o aterrorizante defeito no seu nariz, que só você vê enquanto eu perduro sorrindo do seu jeito acanhado de dizer que eu só posso estar cego por não notar. Ou quando me diz que de tão inquieta, mais uma vez cortou o cabelo e se arrependeu amargamente de ter se desfeito dos enormes 2 centímetros.
Ah, se você pudesse ver a si mesma através dos meus olhos!
Já ouvi dizer que existem pessoas que são como trilha sonora. E que só de pensar nelas ou até mesmo ouvir a voz, nosso corpo, de alguma forma, reage.
Eu sinceramente me amarro nessa ideia de ter em quem pensar e sentir que nossos olhos se encheram de luz por conta do flash de memória que nos rouba um riso contido ou uma gargalhada, porque essas pessoas nos inspiram a enxergar a vida com olhos de criança, sem mácula. E nisso a gente acaba optando por valorizar o que há de mais bonito nelas, mesmo tendo consciência de que são tão imperfeitas quanto nós.
Embora eu seja apaixonado por música, a tal ponto de em determinados momentos chegar a sentir a pele arrepiar-se quando algumas delas em especial entram em execução, minha atração maior é pela leitura.
Se algumas pessoas encantam tanto a ponto de serem taxadas de trilha sonora que nos move, imagina que delicia é ter alguém para quem se possa dizer: Você é meu livro de cabeceira.
Pois eu prefiro assim. Ler. Descobrir em cada capitulo o quanto eu poderia estar errado na primeira avaliação da capa, e maravilhar-me com as infinitas possibilidades de expansão daquele universo que eu ainda estaria desvendando, página por página, inclusive tendo que – invariavelmente – voltar algumas ou ler mais devagar, para só então compreender o contexto do momento.
Eu gosto de sentir que a cada parte concluída, me reconheço ainda mais impulsionado a explorar o que ainda está por vir, a tal ponto de, dependendo do fascínio despertado, chegar a perder a noção do tempo e acabar indo dormir bem mais tarde que o normal, só porque eu não conseguiria ficar em paz sem decifrar certos mistérios...
E como sempre digo, o importante é entrar em contato. Estabelecer um laço entre quem observa e quem é observado, de modo que o processo seja agradável tanto para quem lê, quanto para quem é leitura.
Espero que um dia eu possa sentar num banquinho desses de praça e tenha a tarde inteira como testemunha dos meus sorridentes flashs de memória de uma vida realizada.
Vida essa que eu tive o prazer de compartilhar com uma Mulher que sempre soube como transformar um momento qualquer, na parte mais feliz do dia em cada um dos seus ínfimos detalhes, ainda que por vezes ela nem fizesse ideia disso.
Que no decorrer deste diálogo gostoso entre a saudade e a gratidão, possamos rir com gosto, dos tantos tropeços que feriram os nossos pés mas não nos impediram de continuar caminhando juntos, lado a lado, como se a menor possibilidade de afastamento resultasse num provável tombo pela falta de uma parte de nós mesmos que coabita a existência alheia.
Que a cada dia possamos olhar nos olhos do outro e perceber que continuamos sendo a trilha sonora que embala nosso melhor sorriso-cúmplice. E que ele jamais permita que as amarguras externas nos tirem a alegria de ver no outro, a razão para sempre agradecermos por mais um despertar com aquela voz gostosa promovendo os risos sempre tão soltos e leves.
E que tenhamos, apesar dos dias cinzentos, a certeza de que valeu a pena ter acreditado, um dia após o outro, que estivemos sempre no lugar exato. Que o nosso sim foi o responsável por hoje termos consciência de que o tal final feliz, talvez seja apenas o seguir em frente, quando tudo parece estar por um fio, mas logo retoma sua estabilidade e consistência, porque permanecer é coisa de quem não tem medo de ficar.
