Nosso Amor como o Canto dos Passaros
"Como humanidade estamos a engatinhar quanto aos nossos semelhantes em condições não tão semelhantes!"
Um macaco viu um peixe dentro de um rio e como não conhecia este tipo de animal ele apressou-se a tirá-lo da água com receio que o peixe se afogasse. Então viu o peixe pulando e achou que estava feliz por tê-lo salvado mas em seguida percebeu que ele morreu e pensou “pena que eu cheguei tarde demais para salvá-lo”, nos ensina uma fábula africana a procurar sabermos se podemos realmente ajudar alguém, se querem nossa ajuda e se nossa ajuda realmente fará bem o outro, pois além de tudo temos que respeitar o tempo do outro e sua organização psíquica para que não promovamos mau maior.
Não importa como, se você exerce a bondade para o mundo e tem honra, você pode sorrir sem temer á nada.
O coração duro é como uma tábua dura:
Quando a tábua é dura, o prego não entra,
Quando o coração é duro, a palavra do Pastor não serve!
A liberdade de um pássaro
é como um cego que volta
a enxergar.
É o regozijar de uma vida
Sem se lamentar.
A liberdade de um pássaro
É muito mais que voar.
É o doce gesto de assobiar.
A liberdade de um pássaro ,
Se assemelha com cantos
Na beira da fogueira a luz do luar.
Mais quem não sabe se livre
Tampouco sabe amar.
Os homens nunca vão saber como é o sentimento de uma mulher que se sente humilhada por ser mulher.
Bem como os brancos nunca vão saber como é o sentimento do negro que se sente humilhado por ser negro.
Bem como os héteros nunca vão saber como é o sentimento do gay que se sente humilhado por ser gay.
A prepotência é a mãe de toda humilhação. E o pai é a soberba.
Ás vezes olho para o céu e me pergunto como vocês estão, e por um breve momento sinto a presença de cada um de vocês comigo, mas apenas sentir a presença de vocês não é o bastante,eu queria ao menos mais uma vez: ver vocês, ouvir vocês, tocar vocês e ter uma chance de lhes dar um último adeus, pois eu me lembro de que as últimas palavras vocês ouviram de mim foram "vai ficar tudo bem" pois mesmo naquelas circunstâncias eu acreditava que realmente ia ficar tudo bem,mas vocês se foram e eu não tive a minha chance de me despedir,então agora eu lhes digo "adeus",espero que aí de cima vocês olhem por mim e me proteja pois aqui... vocês estarão sempre em minhas memórias e eternamente gravados em meu coração.
Um poema é como nós; pode ter um corpo bem formado, rígido, mas se não tiver alma, não tiver essência, algo que ultrapasse esse corpo, que capture a beleza passageira num lapso de eternidade efêmera, o tempo, implacável, se encarrega de envelhecê-lo de dentro para fora, matando a alma e deixando as marcas no corpo. Porém, tanto a pessoa quanto o poema que preservam sua essência, envelhecem do lado de fora, mas por dentro continuam plácidos e radiantes como no dia em que vieram ao mundo.
É louco desejar tua pele, é louco querer teus olhos, tua boca...Como entender teu silêncio, tua voz ? É louco não decifrar tua alma, teu corpo...Tô com medo, tá perigoso...No final de tudo um abraço...Um sorvete pra te compreender, pra me compreender...Nós, nem sim, nem não !
A qualquer virgula disposta por mim, reflete em algo, como humor, vida, loucuras e tudo que os olhos veem a minha caneta reflete no papel.
O sentido maior de abrirmos novos caminhos é oferecermos estes como opção para que outros possam caminhar.
O que vemos depende de como olhamos para as coisas e que potencial associativo temos em nós para tal leitura.
sou como o magma que escorre perante as rochas criado em toda sua existência vulcânica, forma na qual se deu não somente nos momentos de fúria efervescente e a foca em atrito, mas também com a ação da leveza do vento e da chuva que vem na tentativa de acalmar e acaba fazendo daquilo tudo rocha..
Toda essa construção materializada em meu corpo cria estigmas, eu ser ígneo.
o fogo me fez.
Naquela noite ela não passou correndo pela passarela como sempre fazia, ao invés disso parou e pousou as mãos no guarda-corpo e olhou os carros que passavam por baixo e em alta velocidade enquanto o vento gelado chicoteava sua face.
Pela primeira vez ela entendeu o porquê não gostava de alturas. Não era medo de cair, era vontade. O tremor que sempre percorria seu corpo e as mãos suando frio, eram na verdade o resultado da briga interna de pular ou não.
Um “E se…” ecoava dentro de sua cabeça. Já era tarde e não havia quase ninguém por ali, não haveria quem tentasse fazer algo. Uma leve inclinada para frente, apenas para olhar melhor a distância que lhe separava do chão.
Tão súbito quanto havia sido sua parada, ela se foi. Soltou as mãos do guarda-corpo e retomou o caminho que a levaria até o ônibus que precisa tomar para casa. Cair era realmente tentador, mas não dessa vez
