Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Você foi como segurar na mão do diabo,
Que logo me soltou,
Quando comecei a falar em língua de anjos.
Fingir que não sente nada é como caminhar milhas num deserto,
Encontrar o mar, e evitar de se jogar com roupa e tudo.
Destino Não É Acaso
Diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido… ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas dores, pelas escolhas… e principalmente pelo amor.
A vida é imprevisível, sempre foi.
Ela tira, ela devolve, ela confunde…
Mas, no meio desse caos bonito, ela sempre encontra uma forma de nos colocar frente a frente outra vez.
Entre idas e vindas, quase despedidas e reencontros improváveis, eu aprendi uma coisa:
quando é verdadeiro, não se rompe — se transforma.
Não sei se é bênção ou se é prova.
Só sei que cada vez que a gente se reencontra, a gente volta diferente… mais maduro, mais forte, mais consciente do que sente.
É como se o destino dissesse: “Ainda não acabou. Ainda não é o fim.”
Talvez eu seja o incerto que nasceu pra provar que pode dar certo.
Talvez o amor não seja sobre estabilidade imediata, mas sobre resistir ao tempo, às dúvidas e ao mundo que gira rápido demais.
E no meio dessa mudança toda, eu encontrei alguém que me ama no máximo. (YOU)
E isso não é pequeno.
Isso não é comum.
Isso é raro.
Se for pra ser luta, eu luto.
Se for pra esperar, eu espero.
Se for destino… então eu abraço.
Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se for você, eu escolho ficar.
“Aqueles que se amam de verdade, o destino sempre os unirá.”
Pode até soar como loucura, mas a cada dia que passa eu acredito mais nisso. Quanto mais o tempo corre, mais eu percebo que algumas conexões não são simples coincidências — são encontros escritos em linhas que a gente ainda nem consegue enxergar.
As madrugadas sempre me pegam desprevenido. É nelas que o silêncio fala mais alto e meus pensamentos ganham voz. Fico refletindo sobre o que o destino tem preparado para mim, sobre os caminhos que ainda vou percorrer e sobre as promessas que a vida sussurra no escuro. Às vezes dá medo, às vezes dá ansiedade… mas, acima de tudo, dá esperança.
Eu não sei exatamente o que o futuro me reserva. Não sei quais obstáculos ainda vão surgir, nem quais batalhas precisarei enfrentar. Mas sei de uma coisa: eu sonho. E sonho grande. Sonho com um futuro construído com propósito, com amor verdadeiro, com estabilidade e paz. Sonho com uma vida que faça sentido, que tenha a essência do que eu acredito e do que eu sinto.
Se o destino realmente une aqueles que se amam de verdade, então que ele continue escrevendo nossa história com coragem, maturidade e fé. E que, quando eu olhar para trás, eu veja que cada madrugada de reflexão foi apenas o começo da realização de tudo aquilo que hoje eu só consigo imaginar.
No fim, eu só espero uma coisa: que meu futuro seja do jeito que eu sonho… mas que, se for diferente, que seja ainda melhor do que eu jamais consegui imaginar.
Depois do Acaso.
Existem coisas que não pedem explicação. Apenas acontecem...
Como aquele sentimento que chega devagar, sem fazer barulho, e quando você percebe já ocupou espaços que antes pareciam vazios.
Talvez algumas histórias comecem muito antes do primeiro olhar. Talvez alguns encontros sejam escritos em lugares que a gente nunca vai entender. Ou talvez o destino tenha suas próprias manias, seus próprios caminhos e seus próprios segredos.
Durante muito tempo eu acreditei que tudo era coincidência. As pessoas chegam, as pessoas vão embora, os dias passam e a vida continua. Mas, diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido. Ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas escolhas, pelas dores e pelos sentimentos que a vida coloca no nosso caminho. A vida é imprevisível, sempre foi. Ela tira, ela devolve, ela confunde. Mas, no meio desse caos bonito, às vezes ela nos coloca exatamente onde deveríamos estar.
No meio da correria dos dias, entre conversas simples e momentos que pareciam comuns, alguém começou a transformar o meu mundo sem perceber. E foi estranho, porque não aconteceu de uma vez. Foi um detalhe aqui, um sorriso ali, uma palavra no momento certo, um olhar impossível de esquecer.
Quando percebi, eu já estava admirando tudo. A intensidade, a doçura, a forma como você sente as coisas, a maneira como se preocupa e esse coração enorme que carrega dentro de si. Talvez seja cedo para promessas, mas não é cedo para ser sincero.
Eu gosto de quem você é.
Gosto da paz que você me traz. Gosto da forma como meu coração acelera quando penso em você. Gosto da ideia de conhecer seus sonhos, suas histórias, seus medos, suas manias e cada pedacinho do universo que existe dentro de você.
Não sei se isso é destino ou apenas uma coincidência muito bonita. Só sei que algumas pessoas passam pela nossa vida, outras deixam marcas, mas existem aquelas raras que fazem a gente acreditar que certos encontros não acontecem por acaso.
Talvez eu seja o incerto que nasceu para provar que pode dar certo. Talvez o amor não seja sobre ter todas as respostas agora, mas sobre escolher permanecer enquanto elas são descobertas. Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se existe uma coisa que eu tenho certeza neste momento, é que cada palavra escrita aqui encontrou o mesmo destino antes mesmo de nascer.
Você.
A minha Bruxa.
Toda arte e toda filosofia podem ser vistas como remédios para a vida. Elas ajudam a pessoa a crescer e servem de alívio nas dificuldades. Mas elas só existem porque há sofrimento e pessoas que sofrem.
A arte é um dos grandes tesouros da vida. Ela deve ensinar às pessoas:
Alexandre Sefardi
Vestes da Alma
Vista-se de sonhos
como quem veste a manhã de luz.
Leve nos olhos a esperança,
no coração, a coragem,
e nos passos, a serenidade.
Porque há caminhos
que só se revelam
àqueles que seguem adiante,
mesmo quando o horizonte
ainda parece distante.
Me leve onde as estrelas são o sol que reflete a luz da lua que ilumina a terra como a massa cósmica minha princesa vem me amar e vem pra mim. Você não é um sonho pra mim e nem meu desejo, você é o amanhace do dia como o surgimento do sol no horizonte enquanto tomo o café mais gostoso que traz você pra minha cama que só quer sentar pra nós que é vaqueiro e pleno conhecimento da minha consciência que me faz feliz como a dopamina mais energética que te deixa mais gostosa como o estilo das estrelas que brilham no meu céu. Pois, a realidade são a verdade do poder da palavra que diz o mais lindo pensamento que me alimento de amor, paz, sinceridade e dignidade na margem mais distante enquanto o meu destino no paraíso tropical como gramado de São Paulo vivendo e avançando na Harvand e Oxford. O primeiro dia é a verdade te levo ao Brasil na versão da criatividade você é a minha sabedoria. Pois, tenho a minha consciência plena digna de sabedoria.
• Djayr Freitas.❤️🔥
[Doce Prazer da Queda Livre]
a felicidade
não é real,
bem como
todos os outros
sentimentos
e emoções.
ela é apenas
uma percepção
criada por nossa mente,
através de um coquetel
hormonal
e uma poderosa dose
de neurotransmissores,
que ludibriam
nossa consciência,
nossas memórias
e projeções.
nada além de bioquímica.
mas apesar da física
ser impiedosa,
nem todo corpo
respeita a gravidade.
e te digo outra coisa,
é absolutamente fabuloso
estar entorpecido.
ainda que provavelmente,
estejamos equivocados.
10/04/23
Michel F.M.
[Habitantes do Ventrículo Esquerdo e o Manjar Diminuto em Banquete Gelado]
Como poeta era um ótimo filósofo
E como filósofo um ótimo poeta.
Isso significa dizer que nunca foi bom
Em nenhuma das duas coisas.
Mas a questão nunca foi ser bom
Em alguma coisa, a única questão
Que realmente importava, era ser.
Somente um rimante inescrupuloso
Pode especular estrofes
Sem receio de cair em prosa;
Um artífice premeditado da palavra,
Ou pós-ditado, aquele que diz,
Eis o ditador, um versenário,
Vil a cada oração;
Um expoeta que despétala, em camuflagem
Sorrateira, até ser lido e desferir o bote, certeiro,
Inflamado, fatal, injetando antídoto;
Um mero ente, alterado,
Que em algum súbito relance, havia tido o todo.
Então ele constata:
Um milhão e meio de razões para ir
Talvez uma ou meia motivações pra ficar.
Só tenho uma coisa a perder, a inspiração.
E se eu permanecer, ela se vai. Portanto,
Me vou, para que ela fique.
Espero um dia conseguir suportar a mim
E quem sabe muito esperançoso,
Conviver comigo mesmo.
Não precisa ser Esplêndido, mas às vezes é.
Não precisa ser Formidável e Magnífico, às vezes é.
Nossa ecolocalização capta
Os cardumes fartos em espiral
E o esquadrãovagalume
Inda pulsa estridente.
Ela era do tipo persistente insistente,
Não deixaria que nada a deixasse esfriar,
Ela era tipo encrenqueira valente,
Ficaria com tudo ou nada iria bastar.
(Michel F.M. - Pacífico em Brasas - Trilogia Mestre dos Pretextos - 2017)
Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar
E o Sol se entrega sem hesitar.
[Não só é possível,
como totalmente
plausível e factual]
Amar de igual pra igual,
numa paridade
matemática,
em proporções simétricas,
como somente os sapiens
sabem fazer.
harmonicamente
nesta sinfonia
melódica,
de intensidade
astronômica
e musical.
garimpando
a virtuosa
poeticidade,
como somente os sapiens
sabem fazer.
Amar de igual pra igual,
numa paridade cósmica.
alguns corpos celestes
esperam bilhões
de anos
para se chocar,
nós nos chocamos
desde o princípio
e muito antes disso.
(Bruno Michel Ferraz Margoni - 06/12/23)
[Dhenniffer]
Breve passagem,
Como tudo que é bom,
Durou pouco;
Sendo que o ótimo,
Dura menos ainda.
Extrapolava
Em consoantes,
Aprovada com louvor,
Inextinguível, num instante.
(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)
A Sala de Aula do Mundo Moderno
Outro dia me peguei pensando em como a escola mudou.
Não falo apenas das lousas digitais, dos computadores, dos aplicativos ou dos celulares que hoje parecem extensão das mãos dos alunos.
Falo das pessoas.
Dos comportamentos.
Das responsabilidades.
E, principalmente, da forma como passamos a enxergar educação.
Pertencente a uma geração que aprendeu que nem sempre a vida diria "sim", confesso que às vezes me sinto um turista perdido visitando o admirável mundo novo.
Hoje tudo parece delicado.
Tudo parece urgente.
Tudo parece motivo para preocupação.
Uma palavra mal colocada vira trauma.
Uma crítica vira perseguição.
Uma cobrança vira opressão.
Um conselho vira ofensa.
E o simples ato de contrariar alguém pode ser interpretado como um atentado contra a felicidade universal.
Não estou dizendo que os problemas emocionais não existam.
Eles existem.
E merecem atenção, respeito e tratamento sério.
Mas também me pergunto se, em alguns casos, não estamos transformando dificuldades normais da vida em diagnósticos automáticos.
A tristeza virou doença.
A frustração virou síndrome.
A ansiedade virou identidade.
E a responsabilidade, curiosamente, parece ter desaparecido da conversa.
Muitos pais, sobrecarregados pelas próprias rotinas, acabam transferindo para a escola funções que antes pertenciam à família.
Esperam que a escola eduque.
Ensine limites.
Corrija comportamentos.
Resolva conflitos.
Forme caráter.
Desenvolva valores.
Enquanto isso, o professor recebe mais uma missão para sua coleção já bastante extensa.
Porque o professor moderno não é apenas professor.
Ele é educador.
Mediador.
Conselheiro.
Psicólogo informal.
Assistente social improvisado.
Pacificador de conflitos.
Especialista em tecnologia.
Preenchedor de relatórios.
Participante de reuniões.
Executor de projetos.
E, quando sobra algum tempo, tenta ensinar a matéria.
A escola de antigamente tinha seus defeitos.
Muitos.
Mas existia uma compreensão mais clara sobre papéis e responsabilidades.
Hoje, frequentemente, o professor precisa justificar uma nota, uma advertência, uma cobrança e até mesmo uma orientação pedagógica.
A autoridade tornou-se suspeita.
A disciplina tornou-se questionável.
E a exigência acadêmica muitas vezes parece competir com uma cultura que valoriza resultados rápidos sem esforço proporcional.
O mais curioso é que aqueles que raramente entram numa sala de aula costumam ter opiniões muito firmes sobre o trabalho de quem está lá todos os dias.
— Professor reclama demais.
— Tem muitas férias.
— Trabalha poucas horas.
Quem diz isso normalmente vê apenas o horário da aula.
Não vê as correções.
Não vê os planejamentos.
Não vê os relatórios.
Não vê os cursos.
Não vê as formações.
Não vê as noites preparando atividades.
Não vê os finais de semana organizando conteúdos.
Não vê a exaustão silenciosa acumulada ao longo dos anos.
E, principalmente, não vê o desgaste emocional.
Porque ensinar nunca foi apenas transmitir conhecimento.
Ensinar é lidar diariamente com expectativas, conflitos, desafios e realidades completamente diferentes.
Há professores que chegam em casa carregando problemas que não cabem nos livros didáticos.
Problemas de alunos.
Problemas de famílias.
Problemas do próprio sistema.
Falando em sistema, este merece um capítulo especial.
A cada ano surgem novas plataformas.
Novos formulários.
Novos procedimentos.
Novas exigências.
Novas metas.
Novas estatísticas.
Novos indicadores.
Parece que tudo muda.
Exceto aquilo que realmente deveria melhorar.
E assim o professor segue.
Preenchendo documentos.
Participando de reuniões.
Atualizando sistemas.
Respondendo questionários.
Enquanto tenta encontrar espaço para aquilo que deveria ser o centro de tudo: ensinar.
O resultado é um profissional cada vez mais cansado.
Mais pressionado.
Mais responsabilizado.
E, muitas vezes, menos valorizado.
Ainda assim, algo impressionante acontece.
Apesar de todas as dificuldades, milhares de professores continuam entrando em sala de aula todos os dias.
Continuam acreditando.
Continuam tentando.
Continuam explicando pela décima vez o mesmo conteúdo.
Continuam incentivando quem quer aprender.
Continuam estendendo a mão para quem precisa.
Continuam lutando contra a maré.
Talvez porque saibam de uma verdade simples.
Sem professores não existem médicos.
Não existem engenheiros.
Não existem advogados.
Não existem cientistas.
Não existem administradores.
Não existem governantes.
Não existe profissão alguma.
Todas passam primeiro pela carteira de uma sala de aula.
Por isso, quando alguém pergunta se ainda existe solução para a educação, respondo que sim.
Mas ela não nascerá de um único decreto, de uma nova plataforma ou de mais um discurso otimista.
Ela surgirá quando família, escola, sociedade e governo compreenderem que educar é uma responsabilidade compartilhada.
Até lá, o professor continuará fazendo o que sempre fez.
Entrará em sala.
Respirará fundo.
Abrirá o diário.
Preparará a aula.
E seguirá tentando iluminar caminhos.
Mesmo quando o próprio caminho parecer cada vez mais escuro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
Mar de lama
Eu sou apenas
um sujeito brasileiro e
como tantos outros
tenho medos, sonhos
amores e desamores,
mas não me esqueço
nem por um segundo que
sou apenas um sujeito
brasileiro, rejeitado e
preso a rejeitos de
um mar de lama e
dinheiro.Eu sei que
minhas lagrimas não
valem mais do que o
seus milhões em minérios,
mas seu moço, no momento
elas são tudo que eu tenho.
Há jovens que já não seguem ideias.
Seguem emoções.
Seguem raiva.
Seguem frases feitas como quem segue tambores numa noite escura.
Cicatrizes mentais operam como adagas cravadas na carne do equilíbrio emocional; a cada pulsação, elas corroem lentamente a estrutura de proteção do indivíduo, escancarando as portas para uma permissividade que devora o senso de identidade.
