Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O que frequentemente se rotula como narcisismo não é excesso de si, mas sua carência: uma identidade que não se sustenta e precisa recrutar o olhar alheio como prótese. Não há transbordamento, há dependência; não há centro, há busca. E assim, o que parece vaidade revela, no fundo, um esforço contínuo de existir por meio do outro.
A democracia adoece quando se passa a chamar de verdade aquilo que não se aceita discutir como ideia.
Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes
Não sei o que mais me define como eterno palhaço.
Se é viver para arrancar sorrisos de quem está triste, ou precisar pintar um em meu próprio rosto.
“Amar, para mim, é lembrar de alguém como se fosse eterno, ainda que nunca tenha sido.” JULIANA HOFFMANN LISKA
Pássaro bonito é pássaro livre ! Eu realmente não entendo como alguém pode achar bonito aprisionar uma criatura que não fez nada para merecer perder sua liberdade
Cheguei em um ponto da minha vida que não finjo nada para caber em lugares que não me aceitam como sou, minha liberdade em ser eu mesma não é negociável
O sujeito não precisa do outro apenas como espelho que confirma sua imagem, mas como diferença que o desloca, confronta e amplia. É a alteridade que impede a consciência de fechar-se em circuito próprio. Sem esse encontro com o que escapa e contradiz, a identidade torna-se superfície repetida — lisa, estéril, incapaz de transformação. Toda subjetividade que não encontra diferença acaba apodrecendo dentro da própria imagem.
Deu-me uma rosa
Ela era vermelha como sangue
A segurei firme
A quis muito bem
Mas alguém cobiçou seu jardim
Como uma raposa sorrateira
A roubou
E você ainda deixou a porta aberta
Para que ela retornasse
Aí então percebi
Que aquela rosa não murchou
Porque era falsa
Nas linhas incertas da vida eu voo como pássaro durante o verão, procurando lugar seguro para saciar minha sede. Se encontrar abrigo, ali me alojarei. Construirei meu castelo com galhos e folhas retiradas do chão, onde das árvores caem, no outono. No inverno fugirei do frio e na primavera voarei livre outra vez.
Minha mui estimada Isabel,
Rogo que recebais estas humildes linhas como íntima confidência de um coração já fatigado pelas agruras do destino e pelas aflições do espírito. Há muito percebo, com silenciosa dor, que minha companhia vos tem sido mais um peso que um consolo, mais um fardo que uma ventura. Tal percepção, cruel e incessante, lançou-me em profundíssima melancolia, da qual raras vezes encontrei alívio.
Nos pequenos gestos de vossa distância — no semblante que se desviava do meu, nos beijos concedidos com parcimônia, na frieza que lentamente se instalou entre nós — fui lendo, pouco a pouco, a sentença de meu próprio desalento. E assim, consumido pela tristeza e pela solidão, tornei-me sombra daquilo que outrora fui.
Todavia, se em algum momento falhei convosco, ou se minhas ações vos causaram mágoa e injustiça, suplico-vos humildemente o vosso perdão. Jamais houve em minha alma intenção de ferir aquela a quem dediquei o mais sincero e devotado amor. Reconheço minhas faltas com resignação cristã e aceito, sem queixa, o peso de minhas culpas.
Pois, ainda que os caminhos da vida nos conduzam por veredas distintas, levarei comigo a certeza de que vos amei com toda a força de meu espírito e com toda a fidelidade de meu coração.
Vosso, em eterna saudade e devoção.
[...] somente nós, seres humanos, somos capazes de tratar nossos objetos como gostaríamos de ser tratados; e a outros de nós, como os nossos objetos deveriam ser tratados. #ACHAVE, por Bruno Barreto.
Degraus da humildade
Desça a escada agora
Veja como é aqui embaixo
Diferente do que é aí em cima
Onde você consegue enxergar a imensidão
Aqui você sente...
O toque da relva verde
O cheiro das flores
O cheiro da terra
Aqui você faz parte
Afinal, foi para isso que vieste
Para fazer parte ...
Não veio apenas para observar
Veio sentir, realizar, viver
Veio sendo parte de tudo
Desça mais uns degraus
E veja você, sinta
Descer a escada da humildade
Não te impedirá de subir
Outra vez...
Como poderia eu te dar meu coração?
Se ele nunca foi meu.
Esse coração vai ao céu e sua plenitude é tão imensa que ultrapassa o espaço.
Ele voa junto com a saudade,mas para em cada estação do ano.
Ele alcança as estrelas mas não toca o chão.
Meu coração grita teu nome em cada pedido de oração, eu peço a Deus que eu te esqueça.
Mas em meus sonhos você vem deitar comigo e ao amanhecer eu acordo sorrindo.
#segredo#
"Matando a coragem, você neutraliza todas as outras virtudes. Porque, como diz Churchill: "A coragem é a primeira das virtudes, porque garante todas as outras"
Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?
