Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Desculpe ser aquele menino teimoso que você odiava tanto, eu era como uma rosa agradava alguns e machucava outros.

A vida é como uma partida de vídeo game, só passa de fase, quem sabe.

Uma alma vazia, não pode ser tirada.
Assim, se você já está morto por dentro, não há como morrer por fora.

O café esfriou,
Assim como as folhas caem no outono,
O vento veio forte para esfriar o meu café.
O café esfriou,
É sim, gelou como fez na última vez que te vi,
E o gosto amargo tocou minha garganta,
Apesar dos pesares, os pesares vieram pesar,
Frio, amargo e ruim.
O café esfriou,
Pois nem só de pão vive o homem,
Nem só de fé vive-se a vida,
Nem só de amor vive o coração,
Mas só na oração encontro a minha salvação,
É por isso que apesar do café esfriar,
Eu continuo "café".

A Cidade dos Gatos

Noite linda céu de estrela ascendente.
Memorias remotas ao longe vinha como
lembrança de um belo e singelo rosto.
“Então antes de pensar morra!” disse
alguém ao longe.
Trazido pelo ar o som daquela tenebrosa
voz, chegava até a mim pela janela.
Que nem sei aquém pertencia cujo um
pavor em mim eu sentia.
E se cabia a mim refletir sobre aquilo.
E as ruas escura e solitária, pôs a noite
tinha acabado de chegar a um certo
tempo.
Cada beco escuro era visto os olhos
brilhante de algum gato.
Parei para admirar tal gato preto que
por mim do meu lado passava, e ouvir
do outro lado: “A cidade a noite é deles”
disse um velho que por mim tinha
acabado de passar que eu nem mesmo
havia notado, só quando ele proferiu
a tal frase.
E a noite parecia ser dada de presente
para eles.
E num encontro de dois gatos numa
rua, parecia que um dizia para o outro:
“O que se passa?”
“Os gatos são os donos da noite”
disse a mim uma figura misteriosa
que por de trais de um capuz seu
rosto eu não podia ver.
“Que cidade mistérios e intrigante”
pensava eu.
Cidade na qual tinha acabado de
mim mudar naquela data de “01/11/1888.”
E numa andança pela cidade ao dia
notei que ao dia a eles também
pertencia.
Ao fazer companhia aos feirantes e
pescadores perto do mar.
Se fartando nos restos de peixes.
E nos seus focinhos dava para ver
quanta alegria neles era vista em cada
ronronar de felicidade.
Então de baixo daquele dia lindo me
dirigir ao encontro de minha amada
na cidade dos gatos.

Se tens algo e desse não tem como deleitar-se. Do que adianta te-lô!?

O que é verdadeiro? Há quem se refugie na dor, como se a existência fosse um eterno processo de quebras contínuas; há quem veja luz mesmo na escuridão. Quem poderá dizer o que é certo ou errado, ruim ou bom? Por trás das ilusões, temos que fazer escolhas. Viver é um eterno tatear no escuro

“Meu único desejo é que o sofrimento da humanidade não seja tratado como efeito colateral do desenvolvimento - sempre é fruto da ganância, imbecilidade e corrupção”. Sérgio A.B. Paixão

"Nada é tão deprimente como um escravo satisfeito"

Como seria a América se amássemos as pessoas negras tanto quanto amamos a cultura negra?

Eu não tenho raiva de ninguém e nem tenho mágoa de ninguém, como eu posso ter mágoa com este poder todo que Deus me deu para cantar?

Sou como o dólar: sempre tenho prestígio.

Calmo e centrado como um monge, chamas no olhar como um lobo.

Tal como uma grande enchente leva de enxurrada uma aldeia que dorme, também a morte apanha e leva de enxurrada o homem de mente apegada, delirando pelos seus filhos e gado.

É incrível como o tema existência de Deus, incomoda aqueles que não acreditam que ele existe.

Bom dia 16/08
Procure no dia de hoje não usar como combustível seus sonhos e desejos, e sim ação e determinação.

De braços abertos, eu recebo o novo dia como uma canção que vem dos céus: em cada amanhecer, Deus compõe em mim uma nova música, uma nova prece, a mais completa arte que me faz viver. A vida é um espetáculo a olhos vistos. Contemple!

Seu corpo se torna gélido e sem vida como uma marionete ôca

Tudo que passamos valeu cada segundo
Mais selou nossa vez, como nada e infindo
O ar vai parecer mais triste em melancolia
Cômodos da casa desabitados, sobrando parafernália
O tempo não anda os ponteiros congelam
E meu coração entra em estado de letargo, as ideias oscilam
A benevolência toma conta de nossos olhos
Por que teria que acabar nesses momentos falhos?
Um dia a gente se amou
Agora outra época você me largou
Se encontramos como se nunca tivéssemos conhecidos
Reorientamos nossa visão para outros convalescidos
Você até sabe que terá fim, só não sabe quando
Aproveite entre o brilho inicial dos mirantes se adequando
Até o término da quebrada de magia do casal
Daí para a frente é com nossa recordação causal
O pior momento é remexer o coração, e esperar encontrá-la
Espero deveras obliterar a lembrança de acha-la.

Não acredito em educação sem criatividade. É como querer preparar um bolo sem seu ingrediente principal.