Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O problema é que a gente se ilude demais com pouca coisa. Mas mulher não é burra não, nosso coração que foi feito de material maleável e se derrete com qualquer calor a mais. Por isso o coração de algumas fica igual a pedra depois de tanto derreter a toa, pedra não derrete e só quebra se a queda for muito grande.
A grandeza de uma pessoa não se mede pelo espaço que ocupa no nosso coração, mas sim pelo vazio que deixa quando está distante.
E a sua importância não se constata apenas quando estamos com ela, mas também quando sentimos a sua falta.
E naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.
Nossas atitudes escrevem nosso destino.
Através da reflexão conseguimos fazer de nós mesmos
nossos próprios psicólogos.
Nós somos responsáveis pela vida que temos.
Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão.
A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós,
assim como nós não poderemos fazer pelos outros.
Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos.
Eu aprendi que não são as pessoas que nos decepcionam e
sim Nós que esperamos muito delas.
Como posso dizer quem Somos??
Nós somos o que sentimos, o que vivemos e o que pensamos.
E isso muda com frequência… a cada dia…
mudados nossos pensamentos, sentimentos,
abitos, ideais, aprendemos, conhecimentos, experiências….
Se hoje sou assim, penso de uma forma, tenho meus ideais, tenho minha personalidade,gosto de alguma coisa, ou não gosto…
Amanhã talvez posso mudar, ou deixar de ser o que SOU p/ simplesmente SER … a culpa?da sociedade.
Colegas,Familíares ou amigos.
Talvez um dia saiba quem Sou e quem es!
Quando a sociedade parar a Nosa Volta.
Quando o ego assume controle sobre nós, inevitavelmente acontece uma coisa. O nosso coração começa a controlar a nossa cabeça.
Novo mês que se inicia, que traga notícias boas, caminhos novos e mais felicidade. Que os nossos dias sejam rodeados de amor, alegria e pessoas que realmente gostem de nós, que possamos enxergar com clareza o melhor caminho a seguir. Que Outubro seja um mês de doçuras e travessuras.
Dia desses tive um sonho sobre nosso futuro. Eu acordava e saia na ponta dos pés até o banheiro tentando não te acordar, e você resmungaria rindo de mim que até quieta fazia o barulho de um míssil. Você respeitaria todos os dias em silêncio o meu humor negro ao acordar cedo, e eu faria torradas com muito requeijão, suas preferidas. Eu ajeitaria sua roupa minutos antes de você sair, e sempre arrumaria seu cabelo - apesar de já estar arrumado - apenas para te manter por perto mais tempo. Jantaríamos fora toda sexta à noite, toda a semana em algum lugar diferente. Experimentaríamos desde comida tailandesa, até o x-bacon do trailer que tem na praça. Você me abraçaria apertado dizendo que sou péssima para escolher restaurantes, e eu te chamaria de implicante. Brigaríamos ao menos três vezes na semana, pelas coisas mais bobas - ciúmes, amigos e porque nunca tenho o que vestir, mesmo com um guarda-roupa cheio. Te deixaria desesperado com meus textos cheios de indiretas, mas você nunca perguntaria abertamente se foi para você, por puro orgulho e medo de ser verdade. Faríamos as pazes todo fim de tarde, seja com um beijo, seja com uma mensagem que mandarei dizendo que estou com saudade, porque cada minuto longe de você demora uma década. Assistiríamos ao jogo todo domingo e quarta à noite, e você riria das minhas crises histéricas xingando o juíz, daria um beijo na minha testa e diria “calma, é só um jogo, você vai sobreviver”, mesmo sabendo que de nada adiantaria e que meu humor de toda a semana estariam naqueles noventa minutos. Iríamos em churrasco de amigos, e implicaríamos um com o outro em cada piada sem graça que fizerem, e mesmo assim, todos perceberão que eu sou metade de você, e você metade de mim. Iríamos ao cinema ver a adaptação daquele livro que você detesta, mas eu adoro, e dormiria abraçado comigo durante o filme, enquanto eu choro desesperada porque o mocinho foi para a guerra. Quando você tivesse nervoso, eu te abraçaria e ficaríamos deitados no sofá fingindo que prestamos atenção na televisão, até você se acalmar. Iríamos para a serra em todas as férias, e ficaríamos sentados em frente à uma lareira tomando alguma bebida quente e sussurrando o quanto nos amamos e nos queremos e nos seremos. Todas as noites dormiríamos abraçados, diríamos o quantos nos amamos, e adormeceríamos sabendo que um era a metade perdida do corpo do outro que jamais se separariam novamente. Ao acordar, não enxerguei um sonho, mas sim uma promessa.
As vezes é preciso nos refugiarmos
bem dentro da gente , e aquietarmos o
nosso coração para ouvirmos a voz de Deus,
nos acalmando em meio as esperas e o seu amor
nos cuidando em meio as dores da vida .
Tudo se ajeita quando a alma da gente acolhe a paz.
Tomem posse de vossas vidas. Para domarmos o cavalo do nosso imaginário, se faz necessário pintarmos estradas em nossas entranhas. O medo é um obstáculo mentiroso e inimigo de vossa espontaneidade, bem como das sensações do corpo. É no fundo de nossas almas, que haveremos de admirar a exibição de uma belíssima orquestra.
Nada é capaz de nos limitar, a não ser os medos que habitam no nosso íntimo. Por isso, não vamos deixar que esses medos nos transformem em pessoas travadas. Vamos buscar caminhos que possam nos dar uma infinidade de momentos felizes.
Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final.
São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...)
A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós.
Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.
É hoje! Vamos nos organizar e pintar nosso próprio arco-íris. Não há momento tempestivo que não se abale ao sorriso das cores.
O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. Fracasso é adiamento, não derrota. E um desvio temporário, não um beco sem saída. Fracasso é algo que nos so podemos evitar não dizendo nada, não fazendo nada e não sendo nada.
Nós moldamos os nosso edifícios, e depois eles nos moldam.
Quando morremos, nada pode ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e do nosso conhecimento.
