Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A luz da vida
Direta ou indiretamente, todos os seres vivos que habitam em nosso planeta depende da energia vinda desta estrela.
149.600.000 km é a distância entre o Sol e à Terra.
O Sol é apenas uma das mais de 200 bilhões de estrelas de nossa galáxia, a Via-Láctea. Numa noite de céu aberto e sem lua, podemos contar até 2,500 estrelas a olho nu.
O Sol está a oito minutos-luz da Terra. Um ano-luz equivale aproximadamente a 9.461.000.000.000 quilômetros.
A energia do Sol na forma de luz solar é armazenada em glicose por organismos vivos através da fotossíntese, processo do qual, direta ou indiretamente, dependem todos os seres humanos que habitam nosso planeta.
Muros
É, o nosso mundo se divide em fronteiras, limites que impõem onde se pode, ou não pode pisar.
Fronteiras que dividem a nossa mente e que mentem sobre quem somos.
Muros do ódio, de sentimentos que nos afastam e nos impede de sermos mais amor.
Muros do preconceito que dá coragem para que alguém bata no peito e se auto-intitule superior.
Muros da dor que virou ferida apodrecida, fedida e que se derrama em ressentimentos.
Muros levantados, construídos com aí intenção de separar, afastar e apagar histórias que ficam agora do lado de lá.
Nildinha Freitas
A gente tem a nossa história, nosso passado de dor e também de vitória.
A gente tem os recomeços, as mudanças de planos e de endereços.
A gente tem a vida que o amanhecer nos traz, e não adianta lamentar pelo o que ficou para trás, é seguir e nada mais.
Nildinha Freitas
É preciso sentir a vida nos detalhes mais imperceptíveis, para compreender melhor qual o nosso lugar neste vasto céu, que diante dos nossos olhos nos convida a sermos livres.
Nildinha Freitas
Tudo o que a gente procura na vida é encontrar para caminhar ao nosso lado aquela pessoa que não vai embora, que não nos deixa no caminho. A gente procura aquela pessoa que fica quando nossas vulnerabilidades são expostas ao vento,que escuta o nosso silêncio e que silencia com os gritos de nossas dores internas.
A gente procura quem também busca a gente e a gente pode encontrar um lar em almas que são abrigo,e ser casa, ser um lugar de paz.
Nildinha Freitas
Naquele dia em que conversamos debaixo daquelas árvores, foi nosso último dia juntos. Depois daquele dia que fui embora, a minha alma ainda ficou conversando com a sua todos os dias debaixo daquelas árvores. Sim, nossos assuntos continuaram... Onde paramos mesmo? Ahhh, sim! Nossas almas ainda falam sobre baleias e documentários científicos.
O assunto já deve estar indo bem longe...
Eu!
Meu eu...
Do espelho ou na afirmação de um pai, nasce o nosso “eu” e no tempo se passado, entranhamos amores e cuidados, magoas e alguns recalques, e ao espelho levados, por flores abençoados, ou por dores de um passado, e naquele que nos espelha, os cristais devem então ser sagrado, e quando o espelho é quebrado, ai sim! Nos conhecemos de fato...
(Zildo De Oliveira Barros)
Os homens são obcecados com o tamanho de sua aparência, mas, nós esquecemos de que o nosso DNA tem um único dono que é Deus.
Quando experimentamos a compaixão de Jesus, estreitamos nosso relacionamento de amizade com ele. Tornamo-nos pessoas mais chegadas dele em comunhão diária.
Muito do nosso isolamento é um mecanismo de inveja. Cada um quer ser diferente do outro não para somar, mas para conseguir qualidades como Deus para ser autônomo. A competição gera tudo isso. Então é preciso conhecer a nossa postura de criação e não criador (ALMEIDA, Alcindo. A amizade da alma: Fidelidade na mentoria da vida. Rio de Janeiro: Habacuc, 2010).
Quando o nosso caminho estiver nebuloso e as nossas chances diminuídas, lembremo-nos da esperança que devemos ter sempre que é Jesus Cristo de Nazaré.
Quando não deixamos a mágoa tomar conta do nosso coração abraçamos a gratidão dentro de nós. Damos vazão à graça divina que atua em nós colocando um sentimento de tolerância para com os que nos ferem e paciência diante dos que são menos graciosos.
Precisamos aprender a silenciar o nosso coração para sermos sujeitos a Cristo. Precisamos silenciar o nosso coração para que guardemos a vida do Espírito dentro de nós.
Tudo na vida se torna secundário quando refletimos a cruz em nosso viver diário. A cruz de Jesus de Nazaré é a realidade da morte do nosso ego.
