Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Porque eu tenho que estar sempre feliz? Porque eu tenho sempre tenho que ter algo a dizer?
Hoje eu não quero aparecer na rua. Hoje eu não quero ser o cara que pratica esportes, que tem um humor sinico, que não liga pra nada e apesar de tudo ser forte.
Hoje eu não quero ouvir que tudo vai dar certo de que as coisas vão ficar bem. Eu não quero ter esperanças. Eu não quero que me adulem ou me julguem.
Eu não quero responder a perguntas idiotas. Eu não quero ouvir conversas estúpidas e sem sentido e ter a certeza que os felizes são os ignorântes e que os sábios são solitários e infelizes.
Hoje eu não quero dar conselhos, eu não quero ouvir dicas. Eu não quero responder bom dia. Eu não quero der um sorriso falso e responder sem pensar que está tudo bem.
Hoje eu não quero comprar presentes, eu não quero ser bajulado e nem quero ser grato com ninguém.
Hoje eu não quero cantar. Eu não quero que ninguém me sirva. Eu não quero piedade e muito menos compaixão.
Hoje eu não quero preocupação falsa de meus amigos e a virtude boa dos meus inimigos.
Hoje eu não quero que ninguém diga que está com saudades de mim, quando não está. Eu não quero convite para ir na praia. Não quero pessoas felizes do meu lados.
Hoje eu não quero falar o que os outros querem ouvir. Eu não quero fingir ter amor pelas pessoas. Hoje eu não quero compania e muito menos afetuosidade.
Hoje eu não quero andar em casa e nem cheirar uma rosa. Hoje eu não quero que ninguém me apoie. Hoje eu não quero plantar nada.
Hoje eu não quero a hipocrisia da vida feliz. Hoje eu não quero participar desse teatro sem final.
Hoje eu apenas quero estar na platéia e bater palmas quando tudo isso chegar ao fim.
Hoje eu só quero ser eu.
Rui Miguel Trindade Dos Santos
O caixão da alma
Presa em uma casca de dor,
Aprisionada em uma pele d’onde se transita flor.
Releio Augusto dos Anjos,
poeta preso em fantástico caixão alheio,
Sinto similaridade com a dor dele, hoje.
Dor, coração e um triste sossego.
Presa em teu sonho selvagem,
curto metáforas de Clarice Lispector,
repenso Antônio Nóbrega,
todos poetas que profetizaram a dor,
a morte, o caixão em badalado, triste e feio.
Presa. E estar em cárcere machuca.
É um acordo feito consigo mesma.
É um contrato social a qual a gente olha e diz:
-Por que você está destruída?
-Se sou eu a única pessoa que precisa ser salva?
Ora, por que me fazes chorar?
Suas cicatrizes são minhas, sabia?
Presa na obra de um carpinteiro,
meu corpo lança um: “não te amo, mais”,
A alma na pele que habito,
tal como Almodóvar e seu percevejo.
Presa em uma cama fria,
Em um hospital onde a morte olha, vazia.
Aprisionada entre o sim e o não,
Entre a vida e o não.
Presa em um corpo de morte,
tal como preconiza Paulo,
presa, simplesmente aprisionada,
Rousseau já dizia que por todos lados
sigo acorrentada.
Presa. Simplesmente aprisionada.
À minha alma que segue inerte,
desejando que a dor galope e não me veja.
Mas, Clarice só me apontou a hora,
e “dos Anjos” me avisou da mão que apedreja.
Presa em muros poéticos,
onde o sonho e a morte dançam e combinam,
juntas, o seu mais próspero desejo.
Presa em um caixão d’alma,
aprisionada pelo karma, ancestralidade,
herança genética, por traumas e desejos.
Morta em um vivo caixão de peles,
de feles e méis. Simplesmente, presa.
(instagram: @claudia.valeria.kakal)
O orgulho enterra os rancorosos.
A atitude exalta os humildes.
A honestidade gera simplicidade.
O pessimismo diminui a sociedade.
Sonhar mesmo que acordado
Faz de nós seres respeitados.
Respeitados porque quem sonha mexe.
Respeitados porque quem sonha acredita.
Respeitados porque quem sonha vive!
Respeitar e amar é essencial.
Essencial por ser a base do ser humano.
Essencial por ser a atitude mais bela.
O respeito e o amor enchem-nos a vida de esplendor.
O respeito e o amor dam- nos vida e cor.
Respeitar e amar é a razão que nos faz gostar de alguém.
Respeitar e amar são dois verbos que além de rimarem transmitem coragem e compaixão.
É porque infelizmente às coisas funcionam de tal maneira, e somos nós que devemos caminhar pela estrada da vida com todo cuidado até mesmo com quem você ajuda, a ingratidão infelizmente existe!
Vai com calma que tudo vai dar certo, mas, se acaso não der muito certo pelo menos você ficou calmo.
os políticos evoluíram, agora usam inteligência artificial; os eleitores continuam os mesmos cabeças de vento de sempre.
Hoje, em um mundo tão conectado, tão globalizado e tão on-line, as pessoas se encontram imersas de tal forma nessa comunicação desenfreada, incalculável e insana que não possuem tempo para nada.
Agilizar os assuntos, ter pressa. Acontece que aquele que assim age acaba perdendo justo o que considera seu bem mais valioso:
O próprio tempo.
A partir do momento em que colocamos algum empecilho, limite ou obstáculo para sermos felizes, nós não somos dignos de sê-lo.
Se você acredita em alguma coisa, vá até o fim. Haverá quem acredite em você, mas tenha certeza, haverá o dobro, o triplo, incontáveis pessoas que tentarão te fazer parar, desanimar, desistir.
Não se espelhe em um amigo ou em qualquer pessoa que sonha conhecer e que talvez seja muito feliz para dizer que admira essa pessoa e que quer ser igual a ela. Não admire uma pessoa assim, SEJA ESSA PESSOA
APAE
Acredito no talento, na competência e no
Poder de transformação dos professores e especialistas que preparam
Alunos com necessidades especiais, para o
Enfrentamento, com autonomia, nas relações humano-mundo e humano-humano.
Nesta data especial!
Acreditamos na renovação do que há de mais humano:
Ternura, afeto, proteção, respeito, generosidade, companheirismo;
Amor, fé, partilha, alegria, fidelidade, compaixão, esperança, paixão. E um
Lar para amarmos e sermos amados.
