Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Eu canto e componho o meu estado de viver
Sou feliz com o que eu tenho satisfaço o meu querer
Minha vida é o que escrevo e o que escrevo me completa
sentimentos de um livro aberto
Com pensamentos sou poeta;
Eu canto porque sou feliz e a minha vida é o que eu sempre quis
A atenção é minha arte, faz da minha essência que me completa
No meu entendimento sou amante, sou bicho do mato, eu sou poeta;
A canção que eu te canto toca o seu coração, onde o sabiá encanta... Desperta uma paixão
A natureza dá o auxílio para eu te conquistar.
Eu me inspiro no auxílio, onde canta o sabiá...
Minha noite têm mais estrelas... Para quem sabe amar!
Sozinho eu componho palavras para te exaltar, meu galanteio têm verdades, onde eu me inspiro em te cantar!
Pai...
Sei que hoje você quer somente descanso
Quer curtir o seu dia, quer ficar em seu canto.
A semana que passou foi de luta pra você, porque esse é o exemplo que você iria querer;
Eu vou reconhecer todo esforço que você demonstra...
Parabéns pai, por você me dá essa honra!
De estar ao seu lado, poder viver e aprender;
Vou guardar os ensinamentos, enquanto eu viver...
Mas agora o momento só pede um pouco mais de aferição!
Parabéns pelo dia pai, você mora no meu coração!
O CANTO AO PÁSSARO DE FOGO!
Hoje, lembrei-me de ti
Do teu nome indígena:
Olhos de Fogo!
Em vida passada
Alguém te gritava...
Em um dia de explosão
e tempestade!
E teu bailar
fez tremer os montes,
E teu passo seguro
fez correr o mal!
E teu voo incandescente
flecha flamejante,
constante...
Foi lembrado para sempre...
A riscar a Via Láctea
O céu da noite!
...
Vai! Não percas mais
a tua força...
É hora de partir!
Pois quando retornares...
Serás o próprio Sol!
................................
Vai!
Que teu grito
seja ouvido!
Tua lenda
Tua marca
Tua dança
Tua canção
escutada!
Teu legado deixado ao mundo
Este simples canto:
- Olhos de Fogo!
Cabelos de nuvem...
Menino de Lama!
Ao vento sul despido
Vai viver a tua lenda
Curar o Mundo
Vai Bendito!
Poema - Sereia
O dia tava paia
Resolvi ir à praia
Caminhando pela areia
Cair no canto da sereia
Ela tava deitada
Toda bronzeada
Em frente ao mar
É de outro patamar
Que corpão
Roubou minha atenção
Algo dentro dela
Me deixou sem ideia
Dei um mergulho
Viajei até Mercúrio
Mundo da imaginação
Faz qualquer um comer nas suas mãos.
Depois do mergulho
Ainda meio confuso
Ela passou por perto
Cantando a música do Roberto
Olhou para trás
E disse "até mais"
E deu um sorriso
Me senti no paraíso
Concluiu dizendo "pode chegar
Que amanhã estarei no mesmo lugar"
Já indo embora
Atrapalhei os manos jogando bola
O homem quando fica apaixonado
Fica assim meio desligado
Fui dormir pensando nela
E acordei pensando nela.
O dia amanheceu
Já que aconteceu
Seja o que Deus quiser
Por isso vou na fé
Ela tava lá na barraca
Na cadeira sentada
Tomando uma água de coco
Chamando a atenção dos outros
Dá licença aí parceiros
Que essa eu vi primeiro
Ela chegou logo encostando
Dizendo que tava me esperando
Realizamos o nosso desejo
O primeiro beijo
O resto é história
Que começa agora.
Amo o canto vindo encantos dos versos de seus dias e de todas as noites, dando-lhes a viver a exuberante alegria e liberdade do amor.
Minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar; a melodia que faz minhas esperanças, é uma emissão vibrante, fenomenal...
... está envolvendo tudo que há em mim, o real e o irreal;
Esse local é meu ponto vital, sem o tal, sou nada, nem existo, pois sou ele, e ele, o baú dos meus sentimentos: o do bem e o do mau...
... minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar!!!
Canto da insônia
A noite começa a ficar longa
A briga é entre mim e a cama
A máxima está no não pensar
Não, não tem jeito
Tudo emaranha nas lembranças
Vejo Bandeira na tela escura da TV
Leio Florbela tão viva que fica na cabeceira
Escuto Pessoa nas lástimas de Belchior
Numa nuance, na neblina da madrugada
Forma-se a imagem do meu menino
Tão real, tão lindo
Inatingível, se desfaz e morre
Minha face apresenta desgaste
E o dia nasce perfeito.
Palavra Revelada
A palavra me advinha.
Moinho ou ferro,
Cisma ou canto.
Funda ou rasa,
Na tangente emerge.
A palavra me assola,
Adverte, reverte, inala.
Como se finda fala,
No escasso do encanto, reverbera.
De si reemerge, na margem liberta.
A palavra se assanha.
Sangra, se entorpece.
De mim não cala, se desvela,
Se ao surgir irrompe, revelada.
Carlos Daniel Dojja
Existem situações tão tristes e estressantes em que ansiamos nos refugiar em algum canto, mesmo um banheiro e damos graças a Deus se tiver uma toalha para sufocar nossas lágrimas e o grito desesperado que sai da garganta.
Andanças.
Esperando o deslinde da vida
Faço do meu dia um canto
Fujo de tudo que complica
Alertando a todos com encanto.
Nessa ciranda sem rumo,
Deixo-me levar amando
Sem falar o que presumo
E assim vou circulando.
Ao falar das subjetividades,
Penso em quem atingir
Pois há tantas vulgaridades
Que não sei como agir.
Assim com ou sem medo
Não sei aonde devo ir
Mas é bom acordar cedo
Pois a qualquer momento posso partir.
Vander Herrera Baptista
Pare,
olhe ao redor...
sinta a brisa,
veja a beleza ofertada
pela natureza,
ouça o canto dos pássaros,
molhe-se com as gotas da chuva
ou experimente o calor do sol
que desponta lá no horizonte...
Acorde,
acredite,
tudo vale a pena
quando você tem uma alma
repleta de querer...
VIVER, SENTIR, SER,
AMAR, CUIDAR, OLHAR,
OUVIR, EXPERIMENTAR...
SENA DE UM FILME
Ela surgiu no canto da Praça
Não me viu fiquei sem graça
Mais eu fui em sua direção
Quanto mais eu caminhava
Meu coração palpitava
Será se ela me viu ou não
Com olhar sincero ela sorriu
Ela Esbarou numa pedra
E caiu
Bom pra mim que foi bem em meus braços
Foi Sena de um filme segurei
Apertado seu corpo então falei
Que o destino juntou nossos passos
Esse filme foi feito pra gente
Fique nos meus braços para sempre
Se sair Não demore pra voltar
Sena que só o destino trouxe
Porque a parti de hoje
Vou viver só pra te amar.
Antonio Luís Compositor
10/08/2015
Sereia a nos inebriar
Sem pranto e em canto
Doce voz a clarear
Nordeste sangue e coração
Apaixonados sob o ar
Canoas e cantos
Pés à areia, a caminhar
Suor nas mãos
Nossa pele ao mar
Nossos contos de paixão
Sutil dom de amar
Dos reis magos à imensidão.
Ai! Minha vez chegou
Hoje choro e canto
Minha vez chegou
Agora sonhei e me espanto
Hoje meu dia de solidão
Amanha acordarei em depressão
Quem sou eu!
Quem sou eu!
Cada canto que passei,
encontrei-me com o morno, o tédio. Pulei de leve no escuro.
Hoje, pego-me num forno pré-aquecido, hora de saltar novamente.
Serei eu uma cigana ou tenho que trocar os óculos?
Portugal I
Oh Portugal! Portugal!...
Eu canto-te um cântico,
Tu pátria, terra sem igual.
Terra, irmã do Atlântico.
És linda, nessa história do mar,
Ao qual, deste teu amar.
Os peixes te beijam.
As águas te acariciam.
Ventos te dão alvura,
Para caminhares, tão pura,
Nessa tua temporal história.
Até que alcances a eterna glória.
De poetas és mãe!
Eles te exaltaram,
Nos cânticos, que a teus filhos deixaram.
Sim tu oh terra de Camões...
E por outros, és cantada também:
D. Dinís, o trovador,
Te deu, louvor...
Nos cânticos, de amor, amigo, mal e bem...
Esse Lopes Fernão,
Nos conta, como venceste
Com Avis João...
Esse, que foi de Lisboa, mestre.
Com Barcas Autos, te aperfeiçoou,
Esse Gil, que ao teatro, fundou.
Bernardim, de teu sofrimento, falou.
Como o dessa «Menina e Moça» que pelo rouxinol, chorou.
Também, outros te louvaram
E o bem te ensinaram:
Damião de Góis, te escreveu.
Garcia Resende, força te deu...
Vieira Padre, nesse poder continuou...
E a teus peixes, salvou.
Tantos te amaram,
Teus feitos contaram...
Tu oh Nova Lusitania!
E filha de Espanha.
Sim tu mãe de amor!
De grande resplendor!...
Clamo
Canto a paz do meu ser!
Este é o meu sempre agir.
Canto o que sei muito fazer!
Este é o meu alvo a atingir!
Pois hoje tenho calma...
nesta minha pura alma.
Canto ao meu Senhor.
Sem nenhuma dor!
Este sentimento lindo...
que está no meu coração!
De um modo infindo.
Digo-lhe que o amo,
a ele faço-lhe esta oração.
Por ele eu clamo!...
