Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Eu canto porque o meu canto é da cor
do sangue,
porque o meu sonho é maior que o mar
e porque a vida tem de cumprir-se!
Desabafo sem medo -
Eu canto porque o meu canto é da cor
do sangue,
porque o meu sonho é maior que o mar
e porque a vida tem de cumprir-se!
E outros dias virão!...
E com eles outros versos
menos amargurados, mais sentidos,
como pedras primeiras, bem alicerçadas,
na reconstrução de vidas destruídas!
A tristeza dos dias tumultuosos secará,
a fonte dos meus olhos minguará
e o poeta poderá enfim cantar...
Eu canto Franca!!!
Nasci nesta cidade,
onde o sol brilha forte,
onde as colinas verdejam
e a gente é de fé e sorte.
Sou francano, sim,
orgulhoso, da minha terra natal,
onde o basquete é famoso
e o relógio do Sol é atual.
Fui criado na humildade,
nessa terra de gente boa,
onde o sapato tem valor,
e o café é de primeira moa.
Eu canto minha terra querida,
onde tudo aqui acontece,
onde o povo é unido e dedicado,
e quem vive aqui agradece.
Sou francano, sou apaixonado,
por essa terra que é meu lar,
onde a vida é simples e amada,
e eu sempre vou cantar:
Eu canto essa cidade linda
Com amor e devoção
Franca é minha terra querida
Que carrego no coração.
O canto
Tudo está calmo no campo minado
melros e rouxinóis cantam
e apenas um cuco sábio
cautelosamente silencioso.FernandoSoeiro
Com a "DEMOCRACIA DO BOLSO"
Morre a LIBERDADE do canto e da voz.
Ausência da PRESENÇA!
Mata o poder que EMANA!
Extermina a RAÇA HUMANA!
E destrói uma NAÇÃO.
Quando eu percebo que estou a concordar com a ideia da maioria das pessoas , eu vou para o canto refletir e o motivo é simples, a grande maioria é tendenciosa a tragédia , incapazes de formar uma opinião e sempre escolhem o lado que convém, e quando me pego ao lado deles algo em mim diz corra , pois possivelmente estou sendo manipulado e fazendo papel de idiota.
Primeiro a gente se encolhe em um canto, se reprime, se apaga, perde a cor, o brilho, a autoestima, o amor-próprio. Depois recolhe as palavras, emudece; em seguida recolhe os sentimentos e os guarda em um canto qualquer do coração. Por fim recolhe o que sobrou da gente, retira-se definitivamente, da vida da pessoa, deixando sonhos para trás, levando apenas um coração amordaçado e a frustração de um amor que não deu certo.
Solitário é estar em prantos em um canto tão santo. Ser invisível é ver e não ser visto, é dormir sem ter abrigo. Tempestade vem antes do trovão, assim como a paixão vem antes do amor, e a ilusão antes da traição.
SÃO JOÃO
A festa mais bonita
Esse é o destino
Em todo canto alegria
Tradição do nordestino
A praça fica pequena
Tem mulher e tem menino.
Todos querem apreciar
A beleza dessa cidade
Atração impecável
É grito de felicidade
São João em Santo Estevão
Tem forró e tranquilidade.
Pegue a BR 101
Venha curtir o forró
Esse povo acolhedor
Aqui ninguém fica só
Até mulher encalhada
Saiu se livra do caritó.
Oxente, que tá esperando
Tem comida boa da região
Canjica, bolo e pamonha
Aqui não falta animação
Licor para esquentar
E viva nosso São João .
Autoria Irá Rodrigues.
Minha foto um dia será somente uma lembrança num porta retrato esquecido em qualquer canto da sala ou dentro de alguma gaveta com cupins
Canto só ou em dueto
junto ao mundo que vislumbro
rabiscando linhas em soneto
sou um poemeto sem rumo
Andar elegante...
Um sorriso de canto de boca...
Cabelo atrás de uma orelha somente, colocado pelos dedos da mão esquerda...
Um olhar que ora desvia, ora não...
Canto para cigana Esmeralda
Em noite de lua cheia
Esmeralda vem dançar
Clareia, Esmeralda!
O meu caminho com teu olhar.
Com tua sabedoria
Ensina-me a aceitar
Aquilo que pode ser
E o que não posso mudar
Ilumina, Esmeralda!
O meu caminho com teu olhar!
A Doce Mentira
Num canto de sonhos e quimeras, onde a verdade se esconde em véus, surge uma mentira, de palavras leves, tecendo enganos como cabelos sutis.
É um poema sem rumo, sem certezas, onde repousa a fantasia, um verso embriagado de falsa beleza, que emaranha o coração e o torna duvidoso.
Seus versos são fios de doce veneno que acariciam a alma com engano, ele se veste de inocência com muito esforço e sussurra sua falácia com estranha decepção.
O mundo, cativo de seu encanto, abre os braços para sua dança enganosa, ignorando que por trás de cada canção, a verdade se esconde em uma armadilha.
Oh, mentira astuta e sagaz do poema, tecerás com maestria as tuas ilusões, mas no final triunfará a verdade, e quebrará o feitiço da tua melancolia.
Porque embora suas palavras sejam de ouro e seus versos pareçam estrelas brilhantes, no final a mentira será banida e a verdade prevalecerá antes de suas canções.
Esta é a eterna dança entre o falso e o verdadeiro, onde a poesia nos envolve na sua dança, mas sempre nos lembrando, com convicção, que a verdade é a luz que nunca se cansa.
A cada canto que observo
Vejo brigas e xingamentos
Vejo drogas e viciados
Vejo trabalhadores e escravos
Vejo cultura e pichações
Vejo um mundo diferente
Só não vejo a evolução...
Receita
quando o canto do pássaro te atravessar
se faça de madeira (oca)
deixe ele maturar
no seu íntimo barril
como cachaça
canto bom
é canto curtido.
(do livro 'Zíngara' de Bianca Rufino)
Até o final do ano eu quero descobrir qual é a minha função aqui na Terra, porque eu não canto, não é possível que me jogaram aqui à toa.
