Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Xtas a sofrer? Saiba que o sofrimento também tem os seus adiversários, a alegria, a paz, o amor o carínho a vida. estes é que devem ser teus amigos precizas estar no lado deles.
“FECHE OS OLHOS”
Feche os olhos meu amor
Não diga nada
Deixe-me cuidar de você
Embalá-lo com meu canto
Sinta a pressão das minhas mãos
Voluptuosamente passeando por seu corpo
Santuário dos meus desejos
Não se engane com minha aparente fragilidade
Já provei de muitas dores
De todas as quedas me levantei
Não se preocupe
Se depois tiver que ir embora
Só quero seu corpo
E quero-o agora!
E eu que sempre achei que a vida era perfeita, a felicidade fazia morada e o amor era o sentimento de prioridade em minha vida!
Se você pede paz, Deus vai te dar a oportunidade de encontrar a paz.
Se você pede amor, ele vai te dar a oportunidade de amar.
ILIMITÁVEL AMOR
George Lemos
Falando de amor,
o meu máximo ainda não é o bastante,
pra dizer que te amo muito
O amor veio para suavizar minha vida.
O amor veio para cantar no silêncio.
O amor veio para a luz e para a escuridão.
O amor veio para ser vivido e amado.
Não se engane, enquanto o amor fala, o ódio grita, a quem tens dado ouvido?
Nenhuma fofoca, muito menos as palavras cheias de ódio e inveja, elas não podem apagar nem sufocar o que foi dito pelo coração. As palavras ditas pelo coração sempre devem ter peso maior, não é matemática, mas os resultados serão sempre positivos.
E foi assim que o tempo provou que o amor jurado era tão fraco, quanto as palavras ditas e promessas feitas.
Eu gosto de transmitir coisas boas... Coisas de amor... Mesmo que os dias não sejam tão perfeitos assim... Dias melhores e dias ruins... Mas quero ter meu coração sempre assim... Amando mesmo que esteja em silêncio... Chorando, doendo ou bem feliz… 09\11\13
UM DIA...
Quando vier até mim à morte, Amor,
Quero-te toda branda no teu viver...
Quando o dia descansar de mim, a dor
Também descansará na luz do teu ser.
Quando vier a tu’alma a eu encontrar
Nos pés de Deus empossado de paz,
Quero-te a mim, por morrer nunca mais
O amor que me deste, num fino altar!
O meu coração é um ermo desastrado
Sob o teu querer doce e imaculado,
Que descansar prometeu entre a gente.
Mas deixa-me ir sem levar-te o pranto,
Sem que anoiteça ao teu acalanto
O amar-término dum viver descontente.
CASTIDADE
Fizeste de mim um arrebol bendito,
Do meu amor um feitiço imaculado...
Da minh’alma de crença o pecado
Fez-se de paixão um cerne erudito...
Fizeste de meu corpo teu bem restrito
Abrasado ao perfume de seu andado...
E do meu sentimento, conspirado,
Notou-me em versos teu feito infinito...
O meu espírito se mantém acesso,
Desde outrora ao notado em que nasci,
Desde que eu vivo a desventurar...
Que sol que nasce, em que sol avesso,
Em que casto tempo, em qual vivi,
Em qual vida, amor, vou te encontrar...
FÁBULA
Visto-me com os trapos do amor,
Devassando-me com a louca paixão
Dos amores que ferem sem pudor,
Sem pensar no meu pobre coração...
Eu quis ter um amor que não era meu!
Para que, assim, fosse embora a solidão...
Fantasia d’um doido que, então, morreu,
Como essência esparramada pelo chão!
Mas, eu hei-de ter o afeto verdadeiro,
Terno, doce, meigo, assim sisudo...
Que seja o último, porém, o primeiro!
E conhecer um dia o seu conteúdo,
Lhano, amável, leal, assim inteiro...
Sincero! E que me ame mais que tudo!
D’UM CÁLICE DE AMOR
O teu amor me fez sorrir
Quando o dia não mais me tinha cor,
Das luzes o clarão me fez abrir,
Das cores tu vieste em esplendor...
Do seu jardim imenso um furor
Fez-me em alegrias explodir,
E qual o bálsamo intenso duma flor
Fez-me em ar aberto o existir...
O teu amor é qual um cerne apurado,
É qual o vinho branco cintilado,
Qual a loucura do sangue atrevido.
Da sua paixão vivencio novamente
O que é do coração tão simplesmente,
Um cálice aberto enternecido.
