Nossa Amizade Nao Acabou
Amor é a nossa união
Hoje, dia 12 de junho, usarei o meu coração,
No dia mais especial de nossas vidas,
Vamos comemorar o amor da nossa atração,
Entre abraços e beijos de mil carícias floridas.
Eu te amo entre todas as constelações do céu,
Juntos podemos agrupar todas as estrelas,
No único beijo festivo como um grande troféu,
Assim, você sempre será minha cinderela.
Amar tem um sentido e eu vou lutar para não te perder,
A princesa de minhas emoções, minha bela donzela,
Vou crer para obter no dia dos namorados acontecer.
A chama da meiguice em uma formosa rosa vermelha,
Eu vou beijar com cafunés a magia e encanto do amor,
A namorada com ardor que parece uma flor de groselha.
"Quanto mais fundo cavamos em nossa própria alma, mais percebemos que o inferno que tememos não está nas profundezas da Terra, mas sim nos silêncios que habitam nossos pensamentos.
pois o verdadeiro julgamento é aquele que proferimos contra nós mesmos, dia após dia."
Amar a si mesmo é o solo fértil onde as flores da alma desabrocham, nutrindo a essência da nossa existência.
Mas como encontrar nossa essência?
“O tempo, esse escultor silencioso de instantes, devora nossa felicidade toda vez que a mente se deixa algemar por pensamentos indomáveis, e assim perdemos eternidades
em simples segundos que nunca mais regressam.!
Quando compreendemos nossa natureza interior, passamos a entender a natureza das outras pessoas também, e é assim que podemos encontrar aquilo que pode trazer felicidade para as pessoas, e a isto muitos chamam de amor.
Nosso Amor, Nossa Música
Teu toque é acorde perfeito,
no compasso do meu existir,
somos verso e refrão entrelaçados,
um dueto que sabe sentir.
Dançamos nas notas do tempo,
sem pressa, sem medo de errar,
cada passo é poema que vibra,
no ritmo do verbo amar.
Já brigamos por controle remoto,
e sobre quem deixou o prato no prato,
mas no fim, tudo vira piada,
com beijo, pipoca e risada.
Somos dois gêneros diferentes,
tipo romântico e samba, bem contundentes,
a mistura virou tendência,
nossa vibe é pura essência.
Chegamos até eles
Estamos sempre à espera: do ônibus passar, da nossa vez de falar, do tempo melhorar, da notificação chegar, da vontade vir e da vontade ir. Ficamos na expectativa até mesmo do momento em que a nossa vida, enfim, aconteça.
Só que na verdade, não seja a vida nem os momentos que chegam até nós, acredito que em algum momento, nesse lapso de tempo em que nos perdemos esperando, somos nós que pouco a pouco, chegamos até eles.
Nossa família é mantida por um pilar de respeito mutuo e outro de acolhimento, pilares soldados pela gratidão e consideração mutua e pelo controle das palavras que dizemos entre nós.
Quando entendermos que a nossa felicidade depende da dos outros, deixaremos o individualismo de lado.
Às vezes, a verdadeira reconciliação começa quando temos coragem de reconhecer nossa parte na dor, mesmo quando acreditamos que a culpa não é nossa.
Mesmo diante das adversidades, é preciso dar vazão à própria natureza. Se ser bom é a nossa sina, que o sejamos — ainda que custe um mar de lágrimas, ou para que não sucumbamos à mesmice.
Queridos líderes
Receba o nosso agradecimento pela as suas dedicações a nossa célula Kadosh.
Que o senhor mantenha o seu espirito de serviço fiel aos ensinamentos de Deus
Louvado seja Deus pela vida de vocês líderes de excelência. Seus conhecimentos e suas palavras de fé são inspiração em nossa vida.
Obrigado por tudo
Amamos vocês.
Deus vos abençoe
Uma poesia tardia: peRdA
A dor se aprofunda em nosso ser e confunde a nossa existência. Ela se alimenta de nossa perda inestimável e fere, sem cessar, a nossa alma. Não há palavra que traga consolo. Só te peço: deixe-me sofrer em paz.
Charlie Brown
Se você quiser
Vou lhe mostrar
A nossa São Paulo
Terra da garoa
Se você quiser
Vou lhe mostrar
Bahia de Caetano
Nossa gente boa
Se você quiser
Vou lhe mostrar
A lebre mais bonita
Do Imperial
Se você quiser
Vou lhe mostrar
Meu Rio de Janeiro
E nosso Carnaval
Charlie!
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
No vázio, vemos apenas a nossa propria existência, vemos sua insignificancia, vemos nossa ignorância de nós mesmos, vemos as influências externas, vemos o que mais fugimos e tememos. O abismo é o reflexo do que somos e não contemplamos.
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